<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043</id><updated>2012-02-02T22:58:04.120-02:00</updated><category term='Vida após a morte'/><category term='Baía Formosa (RN): Corpos são transferidos de cemitério histórico'/><category term='Piracicaba (SP) sedia &quot;IV ENCONTRO DE ESTUDOS CEMITERIAIS&quot;'/><category term='México - Descobertos cemitérios indígenas de povos que escaparam da colonização espanhola'/><category term='O prazer da dor'/><category term='Índia: Imperador construiu o Taj Mahal para a amada'/><category term='Pará: Soledade vai ser transformado em cemitério-parque'/><category term='Como o corpo humano se decompõe?'/><category term='Jequitinhonha (MG): Prefeito restitui à tribo Krenak restos mortais de antepassado'/><category term='Sacro sepulcro'/><category term='Sítio arqueológico milenar é descoberto durante construção de escola no Amapá'/><category term='Memórias e saudades divididas onde a história jaz'/><category term='A Vala Clandestina de Perus no Cemitério Dom Bosco (SP): memória dos anos de chumbo'/><category term='Amapá: Mausoléu na selva'/><category term='Arqueólogos encontram tumba de príncipe celta na Alemanha'/><category term='Grã-Bretanha: Cemitério de 2 mil anos é achado durante obras para Olimpíada de 2012'/><category term='Votuporanga (SP): Museu realiza estudos sobre cemitérios históricos'/><category term='Santo mau cheiro'/><category term='Misteriosa tumba no cemitério de Christ Church [na ilha de Barbados]'/><category term='Cemitério dos Pretos Novos - Morte nos porões da barbárie'/><category term='Cemitério Medieval das Barreiras no Distrito de Braga em Portugal: enterramentos contemporâneos à Peste Negra'/><category term='Belo Horizonte (MG): Cemitério do Bonfim é tema de exposição no MHAB'/><category term='Favela da periferia de Lima abriga cemitério dos incas'/><category term='Santa Catarina: Grupo faz inventário de cemitérios da Vila Itoupava em Blumenau'/><category term='&quot;DAS IGREJAS AO CEMITÉRIO: Políticas públicas sobre a morte no Recife do século XIX&quot; livro de Vanessa de Castro Sial'/><category term='Belém (PA): Abandono centenário degrada Cemitério da Soledade'/><category term='Livro perdido de Freyre traçou sociologia dos cemitérios brasileiros'/><category term='Noivas fogem de igreja que fica perto de cemitério em Minas Gerais'/><category term='Blumenau (SC) - Cemitérios da Vila Itoupava são inventariados'/><category term='Arqueólogos descobrem cemitério de povo misterioso com quase 4 mil anos no norte do Tibete'/><category term='Britânicos desvendam mistério de cova com 51 crânios'/><category term='Eugênio Prati - Entre fotos e túmulos'/><category term='Goiás: Por falta de recursos - cemitérios irregulares são comuns em núcleos rurais'/><category term='Candelária - o cemitério dos heróis esquecidos'/><category term='Escola construída sobre cemitério traz lições de história'/><category term='Túmulos destruídos deixam ossadas a céu aberto em cemitério de Itu (SP)'/><category term='Santa Cruz do Sul (RS): Projeto busca preservar o que resta de cemitério'/><category term='Santa Cruz do Sul (RS): Ação de vândalos ameaça cemitério dos imigrantes'/><category term='Araraquara (SP): Ossada humana encontrada em escola estadual é de antigo cemitério'/><category term='Cemitério paleocristão de Tarragona na Espanha'/><category term='Novos baianos: Histórias do Cemitério dos Ingleses'/><category term='Rio de Janeiro: Iphan tomba mausoléu de Santos Dumont'/><category term='Estudos Cemiteriais no Recôncavo Baiano: Parece estranho estudar cemitérios?'/><category term='São José do Barreiro (SP): Cemitério é palco da Revolução de 1932'/><category term='Peru: Encontrados 79 corpos nas muralhas de Kuélap'/><category term='Linhares (ES): Os mistérios do “Cemitério Morro dos Anjos” no balneário de Pontal do Ipiranga'/><category term='Onde dormem os imigrantes'/><category term='Túmulos de 4.300 anos são encontrados no norte do Egito'/><category term='As marcas do esquecimento: Cemitérios Abandonados em Santa Catarina'/><category term='Assim na terra como no céu'/><category term='“À FLOR DA TERRA: o cemitério dos pretos novos no Rio de Janeiro” livro de Júlio César Medeiros da Silva Pereira'/><category term='Rio Grande do Sul: Pesquisadora resgata memória de milhares de desbravadores'/><category term='Cemitério dos Aflitos e seus mistérios'/><category term='Os animados cemitérios medievais'/><category term='Acre: Cemitério abandonado esconde história da hanseníase no Juruá'/><category term='Sítio arqueológico na Colômbia pode ter mais de mil tumbas'/><category term='Cemitério Israelita de Inhaúma - no Rio'/><category term='Porque o defunto deixou a igreja: Origem dos cemitérios no século XVII'/><category term='Campo Mourão (PR): Histórias e mitos cercam cemitério'/><category term='Ossos do ofício'/><category term='&quot;A MORTE COMO FONTE PATRIMONIAL: O cemitério dos escravos em São José do Barreiro&quot; livro de Ludmila Pena Fuzzi'/><category term='Meio século de paz'/><category term='&apos;&apos;Polacas&apos;&apos; do Rio ganham nome em cemitério'/><category term='Portugal na rota do turismo cemiterial europeu'/><category term='“CIDADE DOS VIVOS: arquitetura e atitudes perante a morte nos cemitérios do estado de São Paulo” livro de Renato Cymbalista'/><title type='text'>COEMETERIUM</title><subtitle type='html'>blog de notícias &amp;amp; estudos &amp;quot;cemiteriais&amp;quot;</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>65</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-7820990562527377251</id><published>2012-02-02T22:43:00.000-02:00</published><updated>2012-02-02T22:58:04.126-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estudos Cemiteriais no Recôncavo Baiano: Parece estranho estudar cemitérios?'/><title type='text'>Estudos Cemiteriais no Recôncavo Baiano: Parece estranho estudar cemitérios?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-6k78vjzwLFk/TysiSEHgdlI/AAAAAAAAAyY/5N19h4PWYgE/s1600/logocemiterial.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="144" sda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-6k78vjzwLFk/TysiSEHgdlI/AAAAAAAAAyY/5N19h4PWYgE/s320/logocemiterial.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Imagem disponível em 02/02/2012 no site:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ufrb.edu.br/reconcavoarqueologico/index.php/projetos"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.ufrb.edu.br/reconcavoarqueologico/index.php/projetos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Artigo publicado na página do CAHL - Centro de Artes, Hunanidades e Letras do portal da&amp;nbsp;UFRB - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Universidade Federal do Recôncavo da Bahia ( &lt;a href="http://www.ufrb.edu.br/portal/"&gt;http://www.ufrb.edu.br/portal/&lt;/a&gt;&amp;nbsp;)&amp;nbsp;em Ter, 01 de Novembro de 2011 00:00.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;No dia de finados, a lembrança dos entes queridos se torna mais presente e nos dias que antecedem esta data os cemitérios tornam-se mais presentes na rotina de quem tem o hábito de visitar e zelar seus mortos. Os cemitérios são espaços destinados ao recolhimento dos corpos e cinzas de pessoas falecidas e a celebração da memória. Pela sua história e importância na sociedade, os cemitérios também são considerados objeto de pesquisa para diversos campos do conhecimento, das engenharias as humanidades.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Na Bahia existem alguns cemitérios que foram objeto de pesquisa histórica e patrimonial, dentre eles podemos citar: o Cemitério do Campo Santo, Cemitério do Convento de São Francisco e Venerável Ordem Terceira do Carmo, Cemitério dos Ingleses, em Salvador; Cemitério de Santa Isabel de Mucugê; o Cemitério de Nossa Senhora da Vitória e o Cemitério de São Jorge dos Ilhéus, no sul do estado.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, está em desenvolvimento pelo Grupo de Pesquisas Recôncavo Arqueológico um amplo projeto de pesquisa “Os cemitérios de Cachoeira e São Félix: identificação, análise e preservação”, que contribuirá para a construção de um banco de dados sobre os cemitérios destas áreas urbanas através do inventário, pesquisa documental, educação patrimonial e socialização dos resultados das pesquisas com a comunidade.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-IZnHT77NII8/TysikFBJXdI/AAAAAAAAAyo/QkR09esZpI8/s1600/6042967678_202c69b08b_z+-+Vista+Panor%C3%A2mica+Cachoeira.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" sda="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-IZnHT77NII8/TysikFBJXdI/AAAAAAAAAyo/QkR09esZpI8/s320/6042967678_202c69b08b_z+-+Vista+Panor%C3%A2mica+Cachoeira.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;Vista de Cachoeira, o rio Paraguaçu e São Félix. Foto Rita Barreto - Setur, Data: 14/08/2011&lt;/em&gt;. Imagem disponível em 02/02/2012 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/turismobahia/6042967678/in/set-72157627429835146/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.flickr.com/photos/turismobahia/6042967678/in/set-72157627429835146/&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Parte estes resultados foram apresentados no XIII Encontro Ibero-Americano de Valorização e Gestão de Cemitérios Patrimoniais e V Encontro Nacional da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais entre 11 a 15 de outubro deste ano &lt;/em&gt;(2011)&lt;em&gt; em Salvador.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;CONHEÇA NOSSOS CEMITÉRIOS:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nome: Cemitério da Piedade&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Localização: Rua Marechal Deodoro&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Data de construção: 1868-1890&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Sepultura mais antiga: 1893&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Características principais: Logo na sua entrada, vislumbramos alguns exemplares de palmeiras imperiais que resistiram à devastadora ação humana. O portão de acesso de duas folhas é arrematado com um gradil em arco pleno com data de 1874. O cemitério é composto por três patamares com uma via principal que dá acesso a capela, dividindo este primeiro patamar em dois setores. O cemitério é ladeado por carneiras com sepultamentos em alas organizados por irmandades, ao centro apresenta túmulos e mausoléus. O último patamar apresenta chão batido com cova simples e aos fundos apresenta um ossuário. Sob o ponto de vista artístico, chama a atenção uma escultura funerária de pranteadora.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Estado de conservação: Bom, embora apresente sérios problemas ambientais.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nome: Cemitério dos Nagôs&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Localização: Monte Formoso.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Data de construção: 1874.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Sepultura mais antiga: 1901&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Características principais: Está localizado na lateral da Capela do Rosarinho fundada em 1864 pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário do Sagrado Coração de Maria. O cemitério dos africanos apresenta um portão de ferro que dá acesso ao patamar superior do cemitério, este setor dispõe de sepultamentos de africanos e de uma ialorixá, que conferem certa singularidade ao espaço. É sabida sua relação com o candomblé, visto ter em suas imediações três terreiros. No segundo patamar, estão presentes túmulos com ornamentos – a exemplo de pináculo, coluna e uma escultura da Alegoria da Fé.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Estado de conservação: Bom, foi restaurado pelo projeto Monumenta em 2006, porém não apresenta boa acessibilidade.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8ZrXounaLgM/TysibuFapzI/AAAAAAAAAyg/67wYMJIjjng/s1600/6043197030_f38ca47650_z+-+Cemit%C3%A9rio+Nag%C3%B4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" sda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-8ZrXounaLgM/TysibuFapzI/AAAAAAAAAyg/67wYMJIjjng/s320/6043197030_f38ca47650_z+-+Cemit%C3%A9rio+Nag%C3%B4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;Cachoeira Igreja - Cemitério Nagô do Rosarinho. Foto: Rita Barreto - Setur&lt;/em&gt;, Data: 14/08/2011. Imagem disponível em 02/02/2012 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/turismobahia/6043197030/in/set-72157627429835146/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.flickr.com/photos/turismobahia/6043197030/in/set-72157627429835146/&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Nome: Cemitério dos Alemães&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Localização: Na parte elevada da Rua André Rebouças.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Data de construção: 1881.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Sepultura mais antiga: 1901.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Características principais: Pequeno cemitério murado com sepulturas de imigrantes alemães, suíços e ingleses de confissão protestante. Apresenta características peculiares aos cemitérios de origem teuto alemã, a exemplo dos gradis e cruzes que cercam as sepulturas e o aspecto ajardinado que lhe era característico.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Estado de conservação: Necessita urgentemente de um projeto de restauro associado a um programa de educação patrimonial.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nome: Cemitério do Carmo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Localização: Monte Formoso.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Data de construção: 1892.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Sepultura mais antiga: 1901&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Características principais: A entrada é composta de portão metálico com arco pleno ornamentado com uma cruz ao centro e estrelas em forma de brasão. Apresenta acesso central em alvenaria com revestimento em ladrilho hidráulico, culminando em uma escada até a altura da capela. Apresenta dois exemplares de arte funerária que merecem atenção, ambas são representações da Alegoria da Esperança.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Estado de conservação: Necessita urgentemente de um projeto de restauro associado a um programa de educação patrimonial.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;N&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;ome: Cemitério municipal de São Félix&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Localização: Rua Manoel Vitorino&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Data de construção: 1868-1890&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Sepultura mais antiga: 1905&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Características principais: O cemitério municipal de São Félix, situado em área urbana e plana de, é o que fica mais próximo ao rio Paraguaçu. Este cemitério murado fica na rua tal com aproximadamente 3000m2 é composto de uma capela, túmulos com anjos, alegorias, cruzes e símbolos decorativos, além de estar ladeado de carneiras e possuir uma área de enterramentos diretos ao solo para o sepultamento de praticantes do candomblé. Destacam-se pela sua arte funerária as sepulturas com as alegorias da Fé e da Oração e além de sepultura com ornamentos de influência Rococó.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Estado de conservação: Bom, embora apresente problemas ambientais.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.ufrb.edu.br/cahl/index.php/component/content/article/497-parece-estranho-estudar-cemiterios"&gt;http://www.ufrb.edu.br/cahl/index.php/component/content/article/497-parece-estranho-estudar-cemiterios&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Projeto &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Título: Os cemitérios de Cachoeira e São Félix: identificação, análise e preservação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Descrição: O projeto de pesquisa tem como motivação o estudo de uma temática que recentemente ganha novos vultos científicos no Brasil, a ponto dos pesquisadores se reunirem em uma associação – a ABEC (Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais). As pesquisas nesta área contemplam diferentes abordagens, à exemplo dos estudos da arte tumular, de arquitetura, de demografia, de etnias, dos aspectos patrimoniais e rituais ou de culto religioso. Os municípios escolhidos no Recôncavo da Bahia, Cachoeira e São Félix, são excelente campo de pesquisa para a temática cemiterial, por contemplar cemitérios bastante antigos e de diferentes tipologias e origens. Em Cachoeira, são bem conhecidos por sua importância histórica: o Cemitério da Piedade da Cachoeira do Paraguassu (1874), o Cemitério dos Alemães (1881), o Cemitério da Ordem Terceira do Carmo (1898), o Cemitério dos Nagôs (1927) e o Cemitério Municipal de São Félix (1888). O objetivo desta pesquisa consiste em: realizar a identificação dos cemitérios da zona urbana e rural através da construção de um banco de dados; proceder a análise dos dados coletados, e; diagnosticar os problemas de conservação e atuar na proteção deste patrimônio. Os resultados almejados resultarão em um cenário de amplo conhecimento sobre a história cemiterial de Cachoeira e São Félix e proporcionarão um novo olhar da sociedade perante estes bens culturais.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Coordenação: Profª Fabiana Comerlato.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Situação: Em andamento.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Saiba mais em:&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;COMERLATO, Fabiana. Os cemitérios de Cachoeira e São Félix: patrimônio do Recôncavo da Bahia. In: Encuentro Iberoamericano de Valorización y Gestión de Cementerios Patrimoniales / V Encontro da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais, 2011, Salvador. Anais do Encuentro Iberoamericano de Valorización y Gestión de Cementerios Patrimoniales. Goiânia : FAV/UFG; FUNAPE, 2011. p. 101-105.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.ufrb.edu.br/reconcavoarqueologico/index.php/projetos"&gt;http://www.ufrb.edu.br/reconcavoarqueologico/index.php/projetos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-7820990562527377251?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/7820990562527377251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2012/02/estudos-cemiteriais-no-reconcavo-baiano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/7820990562527377251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/7820990562527377251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2012/02/estudos-cemiteriais-no-reconcavo-baiano.html' title='Estudos Cemiteriais no Recôncavo Baiano: Parece estranho estudar cemitérios?'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-6k78vjzwLFk/TysiSEHgdlI/AAAAAAAAAyY/5N19h4PWYgE/s72-c/logocemiterial.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-3644913918366633427</id><published>2011-12-14T23:09:00.005-02:00</published><updated>2011-12-14T23:56:22.630-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pará: Soledade vai ser transformado em cemitério-parque'/><title type='text'>Pará: Soledade vai ser transformado em cemitério-parque</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Pesquisas no Cemitério Nossa Senhora do Soledade revelam aspectos sociais de Belém do século XIX&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Texto: &lt;strong&gt;Dandara Assunção&lt;/strong&gt;, Agência Museu Goeldi.&lt;br /&gt;Fotos: Carmem Trindade, Dandara Assunção e Fernando Marques.&lt;br /&gt;Notícia publicada no "Museu em Pauta" - Informativo eletrônico, n º 40 - Belém, 28 de agosto de 2008.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-m93k_e9DIic/TulLGioBuCI/AAAAAAAAAxs/10eQv8beeqk/s1600/28ago2008d.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 188px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5686158580277950498" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-m93k_e9DIic/TulLGioBuCI/AAAAAAAAAxs/10eQv8beeqk/s400/28ago2008d.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Construído no Século XIX, o Cemitério Nossa Senhora da Soledade, localizado à Avenida Serzedelo Corrêa, no centro de Belém, constitui um patrimônio para o povo paraense não só pela sua história, mas também pelo acervo arquitetônico que abriga. A exemplo do que acontece em outras grandes cidades no mundo, o sítio histórico será transformado em cemitério-parque. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) financia a iniciativa de “Conservação, Consolidação e Restauração e Adaptação do Soledade em Cemitério-Parque”. O projeto de levantamento histórico e arquitetônico é executado pela empresa R2 Arquitetura LTDA, e conta com o apoio do Museu Paraense Emílio Goeldi, na realização de investigação arqueológica, coordenada pelo arqueólogo Fernando Marques, do (MPEG).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cemitério foi tombado como patrimônio paisagístico nacional pelo Iphan em 1964. Construído por volta de 1850 quando epidemias de febre amarela, cólera e varíola dizimaram cerca de 30 mil pessoas, o cemitério foi desativado em 1880, pelo então presidente da Província do Pará, José Coelho da Gama e Abreu, que suspendeu os enterramentos no Soledade. Estudos apontavam que o solo misto de argila e areia, era impróprio para enterros. “O solo tende a ficar mais enfraquecido com a decomposição dos corpos”, explica Fernando Marques sobre as condições do solo do Soledade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da epidemia, os mortos eram enterrados nas igrejas da cidade, com exceção dos escravos que já eram sepultados em cemitérios. “A epidemia matou inúmeras pessoas, por isso a necessidade de serem enterradas em cemitérios e não mais em igreja. Era preciso que a cidade passasse por um processo de higienização urbana”, explica a historiadora da UFPA, Cássia Rosa, que também integra o projeto de revitalização do cemitério. &lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HK88JE1zd3M/TulLHNQnUnI/AAAAAAAAAyI/L11kljd91ws/s1600/28ago2008l.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 188px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5686158591722476146" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-HK88JE1zd3M/TulLHNQnUnI/AAAAAAAAAyI/L11kljd91ws/s400/28ago2008l.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Arte para homenagear os mortos&lt;/strong&gt; - Para edificar o cemitério, muitas famílias ricas importavam os mausoléus do exterior, principalmente da Europa, como uma forma de homenagear os familiares mortos pela epidemia. Por essas razões, a arquitetura das sepulturas do Soledade revela fortes influências de diversas escolas artísticas, como o clássico, que seguia linhas da arquitetura grega, e Art Nouveau, que teve grande destaque nas últimas décadas do século XIX, quando o Soledade foi edificado, e primeiras décadas do século XX. O Art Nouveau enquanto escola artística valoriza o trabalho artesanal e possui fortes traços da natureza em sua arquitetura. Por isso, o arqueólogo, Fernando Marques, diz que o Cemitério Nossa Senhora da Soledade é: “Um museu a céu aberto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias atuais, o antigo cemitério ainda é cenário de tradicionais manifestações religiosas, como novenas, orações às almas e agradecimentos de graças alcançadas, ou mesmo atividades apenas contemplativas, face à predominância marcante de verdadeiras obras de arte presentes no Pórtico e nos Mausoléus. As catacumbas mais visitadas, e que se diz ser de almas que realizam milagres, é do menino Zezinho, falecido em 1881; da escrava Anastácia e da Preta Domingas, falecida em 1871. No entorno dessas sepulturas, velas, bombons, e flores são oferendas dos vivos à espera de milagres. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-umPTAIxeLaI/TulLHn0pEaI/AAAAAAAAAyQ/A4oaBG9-UsA/s1600/28ago2008m.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 188px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5686158598852907426" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-umPTAIxeLaI/TulLHn0pEaI/AAAAAAAAAyQ/A4oaBG9-UsA/s400/28ago2008m.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Além da religiosidade manifesta e típica do lugar, o cemitério revela uma visível segregação social que havia no século XIX. O tamanho dos mausoléus dos que tinham posses em relação às sepulturas dos escravos - que eram enterrados nos fundos do Soledade -, por exemplo, deixam claras as diferenças sociais da época. A presença das quatro irmandades: Santo Cristo (Da Santa Casa de Misericórdia), Ordem Terceira do Carmo e São Francisco da Penitência, revela também importantes fontes históricas da Cidade de Belém. As irmandades eram confrarias que recebiam doações em troca de sepulturas para que os doadores pudessem ser enterrados, no Cemitério da Soledade. Naquele tempo quem administrava os enterramentos nos cemitérios da cidade era a Santa Casa de Misericórida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto interessante do cemitério é a sua extensão, que, então, ia desde a sua atual localização até onde hoje fica o colégio Instituto de Educação do Pará (IEP) e o prédio Manuel Pinto da Silva, ambos localizados à Avenida Serzedelo Corrêa, esquina com a Avenida Nazaré. “Não é raro para os moradores dessa região de Belém encontrar ossadas no quintal de suas casas”, afirma o arqueólogo do Goeldi. As escavações coordenadas por Marques serão realizadas até o mês de setembro, quando outras adaptações históricas e arquitetônicas serão realizadas no Soledade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre as importantes revelações históricas que as escavações no Cemitério Nossa Senhora da Soledade podem revelar, o arqueólogo responde: “Além de dados culturais, como objetos de uso pessoal, vestuário, formas de sepultamentos e informação, por exemplo, sobre saúde pública, a arqueologia pode resgatar simbolismos das práticas religiosas, oferendas, que muitas vezes não está publicada. O estudo arqueológico permite assim, confrontar estas fontes materiais com a documentação escrita”. As escavações realizadas por Marques e pela equipe que integra o projeto já encontraram várias peças de cerâmica, louças, metais e vidros, além de vestígios de pisos e construções de alvenaria de pedra e tijolos, feita com argamassada de cal obtida a partir de queima e trituração de conchas provenientes, possivelmente de sambaquis da região do salgado e das ilhas. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-thfLdzBKsxA/TulLGuTqrQI/AAAAAAAAAx4/wJYHblPfSB0/s1600/28ago2008f.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 188px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5686158583413779714" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-thfLdzBKsxA/TulLGuTqrQI/AAAAAAAAAx4/wJYHblPfSB0/s400/28ago2008f.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Arqueologia histórica em espaços urbanos&lt;/strong&gt; – Esse será um dos temas tratados durante o I Encontro Internacional de Arqueologia da Amazônia, que acontece em Belém entre os dias 2 e 5 de setembro, no Teatro Maria Sylvia Nunes da Estação das Docas. A arqueologia histórica ocupa lugar de destaque no evento e a mesa sobre o tema tem coordenação do arqueólogo Fernando Marques, do Museu Goeldi, que também apresentará trabalho “Agroindústria canavieira e memória urbana: abordagens arqueológicas na Amazônia Colonial“.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre os especialistas convidados estão Arno Kern,Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, e Marcos Albuquerque, da Universidade Federal de Pernambuco. Eles vão abordar a importância da arqueologia no contexto das cidades. Kern falará, especialmente, sobre o assunto no Período Colonial, e Albuquerque vai explorar a noção do potencial da arqueologia histórica para resgatar informações engolidas pelo passado, pela selva, em cidades varridas por ataques militares e doenças tropicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Paulo Zanettini, da Zanettini Arqueologia, apresentará trabalho relativo à arqueologia na cidade amazônica com dois estudos de caso – Projeto Arqueourbs, desenvolvido para o Governo do Estado do Amazonas e o Projeto Fronteira Ocidental, do Mato Grosso – a partir dos quais fará reflexões a respeito do papel do arqueólogo enquanto agente ativo na preservação do patrimônio ambiental urbano. “De aldeias a Missões religiosas: trocas culturais na foz do rio Amazonas“ é o título do trabalho que Paulo Roberto do Canto Lopes, do Museu Histórico do Estado do Pará apresentará durante a sessão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Encontro Internacional é uma parceria do Museu Goeldi com o Iphan e a Secretaria de Estado de Cultura do Pará (Secult), e conta com o patrocínio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (Fapespa) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ( Capes); e o apoio da Petrobras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço: I Encontro Internacional de Arqueologia Amazônica. Realização do Museu Paraense Emilio Goeldi, de 2 a 5 de setembro de 2008, na Estação das Docas, em Belém. Mais informações no portal do Museu Goeldi.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.museu-goeldi.br/museuempauta/noticias/agencia_museu_goeldi/28082008/primeira.html"&gt;http://www.museu-goeldi.br/museuempauta/noticias/agencia_museu_goeldi/28082008/primeira.html&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.museu-goeldi.br/museuempauta/noticias/agencia_museu_goeldi/28082008/primeira.html"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-3644913918366633427?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/3644913918366633427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/12/para-soledade-vai-ser-transformado-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/3644913918366633427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/3644913918366633427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/12/para-soledade-vai-ser-transformado-em.html' title='Pará: Soledade vai ser transformado em cemitério-parque'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-m93k_e9DIic/TulLGioBuCI/AAAAAAAAAxs/10eQv8beeqk/s72-c/28ago2008d.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-3705760752532751781</id><published>2011-12-04T21:52:00.007-02:00</published><updated>2011-12-14T23:35:41.734-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Túmulos destruídos deixam ossadas a céu aberto em cemitério de Itu (SP)'/><title type='text'>Túmulos destruídos deixam ossadas a céu aberto em cemitério de Itu (SP)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Ocorre no hospital Pirapitingui, que foi um dos maiores leprosários do país.&lt;br /&gt;Ação do tempo e vandalismo danificaram praticamente todos os túmulos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 283px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682428333074742834" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-i5lDkZOCTpM/TtwKdk6I_jI/AAAAAAAAAxI/miGuai7qYfg/s400/cemiteriofotao_1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Sepulturas quebradas, estátuas espalhadas pelo chão e mato alto formam o visual decadente do cemitério São José, que fica no interior do Hospital Pirapitingui, em Itu (Foto: Mayco Geretti/ G1)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Mayco Geretti&lt;/strong&gt;. Do &lt;strong&gt;G1&lt;/strong&gt; Sorocaba e Jundiaí. Publicado 26/11/2011 18h31 - Atualizado em 26/11/2011 18h31 no site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O cenário é de devastação, ou mesmo de filme de terror. No cemitério São José, que fica dentro do Hospital Dr. Francisco Ribeiro Arantes, em Itu, praticamente não há túmulos inteiros. O cemitério existe desde a década de 1930, quando o hospital, conhecido como hospital-colônia Pirapitingui, foi inaugurado e passou a operar como um dos maiores leprosários do Brasil. A destruição do cemitério, causada pela ação do tempo e pelo vandalismo, deixa crânios e outros restos mortais a céu aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar ao Pirapitingui, a impressão é de se está entrando em um condomínio fechado. Na portaria, há vigias, mas a cancela é mantida aberta. Como existem mais de 200 pessoas vivendo no local – a maioria descendentes de doentes, o volume de visitantes é grande. É a zeladora quem orienta a reportagem sobre como chegar ao cemitério São José, onde estão enterrados centenas de ex-pacientes. Pelo trajeto, ruínas de grandes estruturas hospitalares e de convivência hoje abandonadas. Na época em que o Pirapitingui surgiu, portadores da hanseníase eram internados compulsoriamente por agentes de saúde para evitar o avanço da doença. Quando morriam, eram enterrados na área da unidade de saúde. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 225px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682428346430592930" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-QwHQolqpkOU/TtwKeWqbF6I/AAAAAAAAAxg/qDpYDb1obj4/s400/cemiteriopequena_1.jpg" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Ossadas, tufos de cabelos e restos de caixões são&lt;br /&gt;encontrados a céu aberto. (Foto: Mayco Geretti/ G1)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O portão do cemitério é de madeira, com uma corrente sem cadeado fechando-o. Ao entrar, é fácil perceber o abandono. Cacos de esculturas de santos estão pelo chão e as tampas dos túmulos estão quebradas. Em várias delas é possível encontrar crânios, ossos do fêmur, tufos de cabelo e restos de caixões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vandalismo parece ser responsável pela maior parte dos danos, mas em alguns casos é nítido que invasores violaram seputuras à procura de objetos de valor, como dentes de ouro. Nestas, tijolos foram retirados, abrindo buracos por onde é possível passar o corpo de uma pessoa adulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma funcionária do hospital, que pediu para não ser identificada por temer represálias, afirma que quem pode, retira a ossada dos falecidos do local. "Famílias com mais dinheiro já levaram as ossadas de seus entes queridos para outros cemitérios. Esse clima de abandono espanta as pessoas. É raro aquelas que ainda visitam seus mortos. Acho que a dor por encontrar essa situação é tamanha que elas preferem nem voltar. Ver uma flor nova sobre uma das sepulturas é algo muito raro", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O G1 tentou contato com a diretoria do Pirapitingui neste sábado (26), mas foi orientado a procurar a assessoria de imprensa do Governo do Estado, responsável pela administração do hospital. Na capital, ninguém foi encontrado para falar a respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo do ano a Secretaria de Estado chegou a informar que havia um projeto para que toda a estrutura do hospital fosse transferida à prefeitura de Itu, que poderia transformar o local em um bairro, mas até agora a iniciativa não saiu do papel.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 310px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682428343413377026" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-f2K98v8jXVI/TtwKeLbECAI/AAAAAAAAAxY/LaK4tbiJ7RE/s400/cemiteriograndefecha.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Visitas de familiares ao São José são raras, segundo funcionários do Pirapitingui. A sensação ao passar por entre as sepulturas é de que ninguém frequenta o local há décadas. (Foto: Mayco Geretti/ G1)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2011/11/tumulos-destruidos-deixam-ossadas-ceu-aberto-em-cemiterio-de-itu-sp.html"&gt;http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2011/11/tumulos-destruidos-deixam-ossadas-ceu-aberto-em-cemiterio-de-itu-sp.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.dgabc.com.br/News/5928935/cemiterio-de-leprosario-tem-ossos-a-ceu-aberto-em-sp.aspx"&gt;http://www.dgabc.com.br/News/5928935/cemiterio-de-leprosario-tem-ossos-a-ceu-aberto-em-sp.aspx&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-3705760752532751781?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/3705760752532751781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/12/tumulos-destruidos-deixam-ossadas-ceu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/3705760752532751781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/3705760752532751781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/12/tumulos-destruidos-deixam-ossadas-ceu.html' title='Túmulos destruídos deixam ossadas a céu aberto em cemitério de Itu (SP)'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-i5lDkZOCTpM/TtwKdk6I_jI/AAAAAAAAAxI/miGuai7qYfg/s72-c/cemiteriofotao_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-5880006890111188058</id><published>2011-11-17T09:11:00.004-02:00</published><updated>2011-11-17T09:36:53.362-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Belém (PA): Abandono centenário degrada Cemitério da Soledade'/><title type='text'>Belém (PA): Abandono centenário degrada Cemitério da Soledade</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Anderson Araújo&lt;/strong&gt; (da Redação). Artigo publicado no jornal &lt;em&gt;O Liberal&lt;/em&gt; (da cidade de Belém -PA), pág. 21, Seção Poder, de 13/11/2011.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(clique na imagem ou salve no computador para ampliar)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 345px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5675921318281841090" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-YFMoZPbv-bk/TsTsXd1BicI/AAAAAAAAAxA/HlLstTATu9c/s400/soledade.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 312px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5675921314212084674" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-DxA3pNolL5c/TsTsXOqt-8I/AAAAAAAAAww/0uE-aUd6myg/s400/soledade2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://marcosdotempo.blogspot.com/2011/11/cemiterio-da-soledade.html"&gt;http://marcosdotempo.blogspot.com/2011/11/cemiterio-da-soledade.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-5880006890111188058?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/5880006890111188058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/11/belem-pa-abandono-centenario-degrada_17.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/5880006890111188058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/5880006890111188058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/11/belem-pa-abandono-centenario-degrada_17.html' title='Belém (PA): Abandono centenário degrada Cemitério da Soledade'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-YFMoZPbv-bk/TsTsXd1BicI/AAAAAAAAAxA/HlLstTATu9c/s72-c/soledade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-118030217654714154</id><published>2011-11-01T07:55:00.003-02:00</published><updated>2011-11-01T08:19:35.902-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Belo Horizonte (MG): Cemitério do Bonfim é tema de exposição no MHAB'/><title type='text'>Belo Horizonte (MG): Cemitério do Bonfim é tema de exposição no MHAB</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-IrRB9Xbdvk4/Tq_FUxK_XHI/AAAAAAAAAwM/NWdvZHV-fF8/s1600/images.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 265px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5669967416470232178" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-IrRB9Xbdvk4/Tq_FUxK_XHI/AAAAAAAAAwM/NWdvZHV-fF8/s400/images.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Vista do Cemitério do Bonfim tendo ao fundo a cidade de Belo Horizonte. Imagem disponível em 01/11/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/noticia.do?evento=portlet&amp;amp;pAc=not&amp;amp;idConteudo=51672&amp;amp;pIdPlc=&amp;amp;app=salanoticias"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/noticia.do?evento=portlet&amp;amp;pAc=not&amp;amp;idConteudo=51672&amp;amp;pIdPlc=&amp;amp;app=salanoticias&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Notícia extraída da "&lt;em&gt;Sala de Notícias&lt;/em&gt;" do Portal da Prefeitura de Belo Horizonte ( &lt;/span&gt;&lt;a href="http://portalpbh.pbh.gov.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://portalpbh.pbh.gov.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; ) publicada em 17/10/2011 15:15:20.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Museu Histórico Abílio Barreto exibe a exposição de curta duração “Descobrindo o Bonfim: o cemitério como lugar na cidade dos vivos”. Por meio de textos, fotos e objetos, a mostra propõe uma reflexão sobre o Bonfim para além do recinto onde se coloca a dor ou simplesmente o corpo sem vida, mas como lugar institucional, intersticial, portador de história, símbolo e arte e como parte importante da vida na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cemitério Nosso Senhor do Bonfim, denominado originalmente Cemitério Municipal, foi projetado pelos engenheiros-arquitetos Hermano Zickler, José de Magalhães e Edgar Nascentes Coelho, membros da Comissão Construtora da Nova Capital. Aberto em 1897, o local escolhido para a sua implantação, na região conhecida como Lagoinha, era alto e arejado, e a ocupação das quadras se deu a partir do prédio projetado para ser o necrotério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mesmos artistas e artesãos cujas obras adornavam as edificações da cidade, em sua maioria imigrantes italianos, reproduziram nos túmulos e mausoléus a linguagem eclética dos edifícios da capital. Os materiais predominantes, até a década de 1920, foram o mármore e a pedra-sabão. A partir dessa época, o granito e o bronze também se fizeram presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome Bonfim, que faz referência ao martírio de Jesus na cruz e simboliza proteção, passou a figurar em mapas, plantas e relatórios oficiais a partir da década de 1930. Foi escolhido pela população de Belo Horizonte e indica valores religiosos integrados ao imaginário social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exposição permanecerá em cartaz por um período aproximado de seis meses e pode ser visitada às terças, sextas, sábados e domingos, das 10 às 17h, e nas quartas e quintas, das 10 às 21h. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/noticia.do?evento=portlet&amp;amp;pAc=not&amp;amp;idConteudo=51672&amp;amp;pIdPlc=&amp;amp;app=salanoticias"&gt;http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/noticia.do?evento=portlet&amp;amp;pAc=not&amp;amp;idConteudo=51672&amp;amp;pIdPlc=&amp;amp;app=salanoticias&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-118030217654714154?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/118030217654714154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/11/belo-horizonte-mg-cemiterio-do-bonfim-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/118030217654714154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/118030217654714154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/11/belo-horizonte-mg-cemiterio-do-bonfim-e.html' title='Belo Horizonte (MG): Cemitério do Bonfim é tema de exposição no MHAB'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-IrRB9Xbdvk4/Tq_FUxK_XHI/AAAAAAAAAwM/NWdvZHV-fF8/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-892926391829512852</id><published>2011-10-10T22:52:00.006-03:00</published><updated>2011-10-10T23:21:30.399-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acre: Cemitério abandonado esconde história da hanseníase no Juruá'/><title type='text'>Acre: Cemitério abandonado esconde história da hanseníase no Juruá</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-pfjZ_UX6MXU/TpOjUxfCv-I/AAAAAAAAAvs/wtMeksmJhDU/s1600/cemiterio_1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 233px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662048733811097570" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-pfjZ_UX6MXU/TpOjUxfCv-I/AAAAAAAAAvs/wtMeksmJhDU/s400/cemiterio_1.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;"&lt;/em&gt;(...)&lt;em&gt; cruzes cobertas de capim e lixo. Algumas ainda revelam nome dos hóspedes importunados, cujas memórias a cidade &lt;/em&gt;(Cruzeiro do Sul)&lt;em&gt;, segunda maior do Acre, tenta esquecer a qualquer custo."&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Dilson Ornelas&lt;/strong&gt;. Artigo publicado originalmente no site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.vozdoacre.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.vozdoacre.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e disponível desde 30 de Novembro de 2010 02:00 no site: http://www.vozdonorte.com.br de onde retiramos todas a fotos aqui postadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Hansenianos de Cruzeiro do Sul (AC), no Vale do Juruá, que tanto sofrimento e humilhação amargaram em vida, nem mesmo na morte conseguem o descanso a que teriam direito. O cemitério onde estão sepultados, no Bairro do Telégrafo, está tomado pelo mato e, em meio a ratos e cobras, transformou-se em esconderijo de traficantes e dependentes químicos. Os vizinhos pouco comentam o assunto e sequer chamam a polícia, temendo represarias de marginais.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Quanto ao abandono, o secretário municipal de Obras, Osmar Bandeira, afirma que a prefeitura é responsável pelos outros dois cemitérios da cidade, "mas de vez em quando alguns funcionários vão lá cortar o mato. Não se sabe quem são os responsáveis por aquele cemitério", declara Bandeira. Essa Reportagem apurou que eles não existem, e o cemitério que nem nome tem, não evita a discriminação contra os hansenianos, mesmo após a morte.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 310px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662048740060536898" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-otoWFcJ0PAo/TpOjVIxBoEI/AAAAAAAAAv0/AWFM_c0ZdhQ/s400/cemiterio_3.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;"No incômodo Campo Santo, sem muro e sem manutenção, uma pequena capela parcialmente destelhada é a testemunha mais antiga das cruzes cobertas de capim e lixo."&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;No incômodo Campo Santo, sem muro e sem manutenção, uma pequena capela parcialmente destelhada é a testemunha mais antiga das cruzes cobertas de capim e lixo. Algumas ainda revelam nome dos hóspedes importunados, cujas memórias a cidade, segunda maior do Acre, tenta esquecer a qualquer custo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Uma das vizinhas do local invadido por desocupados pede para não ser identificada, e diz que "eles (os bandidos) arrombam os portões e entram nas casas, se os moradores se descuidam. Usam droga à noite, e às vezes até na luz do dia, porque isso aqui está largado há muitos anos". De acordo com ela, os moradores temem chamar a policia e sofrer alguma retaliação.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Completamente desconhecida pela população mais jovem, a pequena necrópole caiu no esquecimento de pessoas acima de cinqüenta anos. Moradora de um bairro próximo, Maria (o sobrenome é omitido propositalmente) não lembra mais a localização do cemitério. "Eu não sei onde fica, mas deve ser onde queriam enterrar meu marido", afirma a viúva. Ela diz que com a ajuda de amigos políticos, conseguiu enterrar o marido portador de hanseníase em outro lugar.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Mesmo ignorado pelo poder público, desconhecido da nova geração, e profanado por bandidos, o terreno com aproximadamente trinta covas aponta para um passado difícil de enterrar. A hanseníase que separou para sempre milhares de famílias, e como nos tempos bíblicos, também gerou repulsa e preconceito, ainda mostra seqüelas no corpo e na mente de pessoas curadas com a chegada de potentes medicamentos do governo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tem um cemitério no meio do caminho&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O ex-prefeito e atual vice-governador Cesar Messias, de acordo com o vereador Celso Lima Verde, durante um período de obras tentou em vão remover o cemitério construído sobre a Rua Banjamin Constant, que liga os bairros do Telégrafo e Remanso. O juiz da época não permitiu e o jeito foi desviar a rua.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;No tempo do leprosário Colônia Ernani Agrícola, havia outro cemitério com milhares de hansenianos enterrados, a maioria como indigentes, situado onde hoje está o Hospital Dermatológico. O vereador lembra que ainda aos 11 anos, ajudava nos sepultamentos. "Tinha dia que a gente enterrava até três pessoas". O bispo D. Henrique Ruth, com apoio do governo, ordenou que se retirasse dali todas as tumbas, para a construção do hospital.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Histórias de dor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Celso Lima Verde, aos 70 anos, recorda que foi retirado pela polícia à força de uma sala de aula, aos 9 anos de idade, quando descobriram que ele era hanseniano. Já em seu quarto mandato, mostra as mãos retorcidas pela doença.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 235px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662047979573634242" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-2A4otUa4S5M/TpOio3u0ZMI/AAAAAAAAAvg/ubUdVqqNKmw/s400/cemiterio__celso.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Celso Lima Verde, aos 70 anos, recorda que foi retirado pela polícia à força de uma sala de aula, aos 9 anos de idade, quando descobriram que ele era hanseniano.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Celso fez parte do esforço para tentar dar dignidade e respeito a essas pessoas. Hoje, se locomove com ajuda da prótese que substitui um de suas pernas. E é admirado pela população não só por sua força de vontade, mas pelo bom-humor e pela facilidade com as palavras. Porém, Celso ainda vai às lagrimas quando fala do sofrimento que vivenciou.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Naquela época não havia remédio para o tratamento da hanseníase, aí o médico Abel Pinheiro, ex-governador, receitava Melhoral (analgésico). À noite era uma gritaria muito grande. Não havia o que parasse a dor que a gente sentia, quando os nervos retorciam nossos dedos", lembra Celso, que precisa de uma prótese para se locomover.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Histórias tristes, carregadas de tanta dor, praticamente não interessam mais a ninguém em Cruzeiro do Sul, mas durante décadas o município foi cenário de um dos piores dramas de degradação do tecido social. Isso ocorreu em várias partes ao norte do Brasil e em países vizinhos ao Acre, como mostra o filme "Diários de Motocicleta", de Walter Salles. A película revela que, na década de 50, o médico argentino Ernesto Che Guevara, especialista em hanseníase, visitou leprosários na localidade peruana de Pucalpa, quase na fronteira com o Acre.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Novos casos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Em 2009 foram 44, e de janeiro a outubro deste ano foram localizados mais 12 novos casos da doença em Cruzeiro do Sul. Hoje o tratamento é eficiente e dispensa a internação, mas as péssimas condições de higiene e a desnutrição, que também favorecem ouras outras mazelas, até hoje continuam favorecendo os bacilos da hanseníase, em uma população abandonada pelo poder público. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Cerca de quatro mil sobreviventes ao flagelo da doença estão reintegrados ao convívio social em Cruzeiro do Sul, município de 79 mil habitantes. Alguns deles são comerciantes, e a maioria recebe alguma aposentadoria. Na opinião do vereador, somente um quarto dos hansenianos dos internos daquela época, era de cruzeirenses, a grande maioria vinha de outros municípios do Acre, e até do Amazonas.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A Secretaria Municipal de Saúde continua contabilizando novos casos, principalmente nas ocasiões de busca ativa. Às vezes aparecem doentes já em estado avançado da doença, moradores de locais de difícil acesso, com seqüelas irreversíveis.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.vozdonorte.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=131:cemiterio-abandonado-esconde-historia-da-hanseniase-no-jurua-&amp;amp;catid=47:meio-ambiente&amp;amp;Itemid=63"&gt;http://www.vozdonorte.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=131:cemiterio-abandonado-esconde-historia-da-hanseniase-no-jurua-&amp;amp;catid=47:meio-ambiente&amp;amp;Itemid=63&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-892926391829512852?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/892926391829512852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/10/acre-cemiterio-abandonado-esconde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/892926391829512852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/892926391829512852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/10/acre-cemiterio-abandonado-esconde.html' title='Acre: Cemitério abandonado esconde história da hanseníase no Juruá'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-pfjZ_UX6MXU/TpOjUxfCv-I/AAAAAAAAAvs/wtMeksmJhDU/s72-c/cemiterio_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-2389260232114930475</id><published>2011-08-18T20:50:00.003-03:00</published><updated>2011-08-18T21:24:08.973-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memórias e saudades divididas onde a história jaz'/><title type='text'>Memórias e saudades divididas onde a história jaz</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cemitérios de São Leopoldo remetem a saudades, mas também ajudam a contar história do Município.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 260px; DISPLAY: block; HEIGHT: 127px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5642348018720036386" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-CTPVSGkNCKA/Tk2loOrv1iI/AAAAAAAAAvY/Mwm3wPGCEFw/s400/103.jpg" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Memórias e saudades divididas onde a história jaz. Foto: Adriana Tauchert/Da Redação&lt;/em&gt;. Imagem disponível em 18/08/2011 no site:&lt;a href="http://www.diariodecanoas.com.br/regiao/225688/memorias-e-saudades-divididas-onde-a-historia-jaz.html"&gt;http://www.diariodecanoas.com.br/regiao/225688/memorias-e-saudades-divididas-onde-a-historia-jaz.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Adriana Tauchert&lt;/strong&gt;/Da Redação. Artigo publicado no &lt;em&gt;Diário de Canoas&lt;/em&gt; - Vale dos Sinos - Região - 31/10/2009 11h30 Atualizado em 10/04/2011 22h28&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;São Leopoldo&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;[RS]&lt;em&gt;- Entre as lápides e jazigos dos cemitérios de São Leopoldo repousam muito mais do que entes queridos. Nestes locais que nos remetem a sentimentos como a saudade e a dor, também estão as origens do Município. Nos falta, em geral, esta consciência de que os cemitérios podem nos revelar a memória da cidade, do povo, das famílias que ajudaram a criar e desenvolver o Vale do Sinos. Locais de reflexão e culto, os cemitérios guardam nossa história, a qual, poucos reverenciam de fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em São Leopoldo há controvérsia quando o assunto é saber qual foi o primeiro cemitério da cidade no século 19. Sem um registro oficial e exato, restam os indícios. Conforme o historiador Germano Moehlecke, o primeiro cemitério foi o da Feitoria, hoje denominado Cemitério Municipal Pedro Carlos Becker. Já a administradora dos cemitérios municipais, Ermelinda Camargo acredita que o mais antigo é o Cemitério Municipal Cristo Rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme Moehlecke, o da Feitoria deve ser o primeiro por estar localizado próximo à Casa do Imigrante, casa que abrigou os primeiros 39 imigrantes alemães que chegam ao Município em julho de 1824. "No pátio da própria Casa do Imigrante há cerca de dez túmulos antigos de pessoas que viveram, não só em São Leopoldo, mas de outras cidades da região como Estância Velha.’’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Indícios&lt;/strong&gt; - Registros para comprovar datas não há. "Em 2001, um incêndio destruiu todos os documentos, inclusive fichas de pessoas sepultadas e cadastros de terrenos do Cristo Rei’’, conta a coordenadora dos cemitérios. Até a data do incêndio, os documentos ficavam guardados em uma construção no próprio cemitério. Os documentos posteriores ao incidente passaram a ser guardados na administração dos cemitérios municipais de São Leopoldo. O Cartório de Registros começou suas atividades em 19 de setembro de 1876 e nesta época os enterros já ocorriam no Cristo Rei, que hoje conta com cerca de 22 mil corpos sepultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moehlecke diz que cerca de dois anos após o início da imigração, foi criado outro cemitério além do da Feitoria, na região onde hoje se localiza a Escola Municipal Villa Lobos, no Centro. "Mas não tenho conhecimento de que existem registros sobre a sua história e dados sobre o primeiro corpo a ser enterrado."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Registros dizem que mortos foram lançados ao mar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O professor de Pós-Graduação em História da Unisinos, Martin Dreher, acredita que o primeiro cemitério de São Leopoldo foi o da Feitoria. "O Cemitério da Feitoria é anterior à imigração. Mas não há mais sepulturas daquela época. Nele devem ter sido enterrados escravos e pessoas da Feitoria do Linho e Cânhamo’’, conta Dreher, que no início deste ano começou a pesquisa Os Cemitérios da Colônia Alemã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros registros da Comunidade Evangélica apontam que em 1830, um comerciante, Jacob Riehl, com 36 anos, foi sepultado neste cemitério. Mas as anotações começaram seis anos antes, ainda em 1824. O primeiro registro, por exemplo ocorreu ainda no navio, na segunda leva dos imigrantes alemães. Foi o de Pauline Dorothea Germania Jericke, evangélica, nascida em 29 de junho de 1824 e falecida em 4 de agosto do mesmo ano. Diz no registro que o corpo foi lançado ao mar, às 14 horas, inclusive com detalhes sobre a latitude e longitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também o sapateiro Johann Springer, católico, que faleceu em 29 de agosto de 1824 foi lançado ao mar. Os registros foram feitos porque havia um pastor entre os imigrantes: Johann Georg Ehlers. Muitos registros posteriores não falam em local do enterro, mas chamam atenção pelo grande número de crianças.&lt;br /&gt;Dreher diz que depois do cemitério da Feitoria surgiu o da vila, onde hoje é a Escola Villa Lobos. "Eu desconfio que as palmeiras que hoje estão lá são remanescentes daquela época. No local, o lado esquerdo era para enterrar os evangélicos e o direito para os católicos. Ele foi extinto devido a uma epidemia de cólera e tifo, sendo os corpos levados para fora da cidade onde hoje é o Cristo Rei.’’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma valiosa fonte de pesquisa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para o historiador do Museu Histórico Visconde de São Leopoldo, Marcos Antônio Witt, o cemitério é uma fonte de pesquisa valiosa. Ele buscou em túmulos e lápides dados de genealogia para o seu livro Em busca de um lugar ao sol: Estratégias Políticas, lançado no ano passado. "Nos cemitérios é possível encontrar informações como datas de nascimento e de morte da pessoa. Em papéis as informações se perdem.’’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O historiador ressalta que é possível obter informações sobre a organização social de um grupo. "Há desde túmulos elaborados até outros bem simples. O grau de sofisticação do túmulo e a própria localização dão uma ideia do prestígio que a pessoa teve.’’ Witt buscou informações sobre em cinco cemitérios, entre eles da Feitoria, de Novo Hamburgo, Estância Velha e Três Forquilhas.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Conservando nossa memória&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Conforme o historiador Germano Moehlecke, a conservação dos cemitérios é importante para o Município porque resgata a memória da cidade, além de ser uma forma de demonstrar respeito aos precursores. No Cemitério Municipal de São Leopoldo, por exemplo, entre outros nomes importantes, está o túmulo do médico e vice-diretor da Colônia Alemã de São Leopoldo, João Daniel Hillebrand, que veio na segunda leva de imigrantes em novembro de 1824; dos prefeitos Theodomiro Porto da Fonseca, Mário Sperb, Maria Emília de Paula, deputados estaduais Jorge Germano Sperb, Othon Blessmann e Frederico Guilherme Schmidt que fizeram parte da história do Município e hoje são homenageados pelo seu trabalho dando nome a ruas, avenidas e escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Carlos Félix/GES&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;FONTE:&lt;a href="http://www.diariodecanoas.com.br/regiao/225688/memorias-e-saudades-divididas-onde-a-historia-jaz.html"&gt;http://www.diariodecanoas.com.br/regiao/225688/memorias-e-saudades-divididas-onde-a-historia-jaz.html&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-2389260232114930475?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/2389260232114930475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/08/memorias-e-saudades-divididas-onde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/2389260232114930475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/2389260232114930475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/08/memorias-e-saudades-divididas-onde.html' title='Memórias e saudades divididas onde a história jaz'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-CTPVSGkNCKA/Tk2loOrv1iI/AAAAAAAAAvY/Mwm3wPGCEFw/s72-c/103.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-3880264106509467007</id><published>2011-08-08T20:25:00.010-03:00</published><updated>2011-08-08T21:41:42.296-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os animados cemitérios medievais'/><title type='text'>Os animados cemitérios medievais</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As necrópoles já foram um bom lugar para morar, namorar, jogar bola, dançar, comer, beber e fazer compras. A vida social entre túmulos chegou a tal nível de efervescência que a Igreja passou a legislar sobre o uso do espaço &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 268px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638634384099814146" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-3xt6-p8GMbc/TkB0GPqSqwI/AAAAAAAAAvQ/RUHv4ACFYaA/s400/cemiterio1.jpg" /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Entre os túmulos, jovens formavam alegres e ruidosas rodas de dança/Farândola, ilustração de manuscrito, autor desconhecido, séc. XI. &lt;/em&gt;Acervo:&lt;em&gt;BIBLIOTECA MUNICIPAL DE POITIERS&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Séverine Fargette-Vissière&lt;/strong&gt;. Reportagem publicada na edição nº67 de Maio de 2009 na Revista &lt;em&gt;HISTÓRIA VIVA&lt;/em&gt; [&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www2.uol.com.br/historiaviva/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;].&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Os cemitérios da Idade Média nada tinham de tenebroso. De dia ou de noite, era neles que a população das maiores cidades européias buscava se divertir, quando não fixar residência provisória ou definitiva. Além disso, as necrópoles eram também um espaço de cidadania, pois lá sempre estavam juízes a comunicar sentenças, e o equivalente aos prefeitos de hoje a dar publicidade a suas ações. Esses locais funcionavam ainda como cartórios a céu aberto. Não que as condições ajudassem, pois já havia acúmulo de corpos e problemas de higiene e limpeza. Mas, de fato, os cemitérios atraíam. Eram um componente da urbanidade de então, construída através dos séculos e com origens bastante remotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Antigüidade romana, os mortos eram enterrados fora da cidade, na beira de estradas ou em vastos espaços subterrâneos, as catacumbas. Com a cristianização da sociedade, surgiu a tendência a aglomerar os defuntos nas proximidades dos lugares sagrados, como tumbas de santos e igrejas, na expectativa do Juízo Final e da ressurreição dos corpos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim se definiu um espaço sagrado, quadrangular e fechado: o átrio ou adro no terreno das igrejas. Com isso, a morada dos mortos passou a ser o centro das cidades e aldeias, num estreito convívio com os vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas pequenas cidades medievais, cercadas de muralhas, os cemitérios tinham o poder de atrair as pessoas e, por isso, não surpreende que tenham assumido uma função principalmente religiosa. Era no espaço cercado em que se enterravam os defuntos que os vivos ouviam as palavras dos padres e recebiam sacramentos. A igreja era muito pequena para acolher a massa de fiéis e, além disso, a pregação entre os mortos impressionava mais os espíritos.&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 275px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638634152798221618" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-DXdCNxTUR2s/TkBz4x_sdTI/AAAAAAAAAvI/lp97a3alUMc/s400/cemiterio2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Desfiles da monarquia terminavam nos átrios de igrejas/ Procissão das relíquias de Luis IX, ilustração de manuscrito, cardeal-mestre Bourbon, séc. XIII. &lt;/em&gt;Acervo:&lt;em&gt; BIBLIOTECA NACIONAL DA FRANÇA, PARIS.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os pregadores itinerantes também gostavam de se instalar nos átrios a fim de lembrar aos vivos a sua aterrorizante natureza mortal e exortá-los ao arrependimento. Além disso, certas cerimônias tinham naturalmente por cenário a morada dos mortos: a de Finados e a missa de Ramos, que dá início à celebração da paixão e morte de Jesus. Daí para o local se tornar ponto de partida ou de chegada de outras grandes celebrações, procissões e peregrinações não custou muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cemitério foi se tornando, assim, o lugar ideal para toda reunião pública, religiosa ou laica. Na Idade Média, tornou-se o local de escolha para que o prefeito informasse seus aldeões de suas medidas. As chamadas “barras do tribunal”, grade ou cerca que separa o juiz do público e do acusado, também eram instaladas nesses pátios das igrejas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi no cemitério de Rouen, na França, que o tribunal eclesiástico julgou Joana d’Arc, por exemplo. Os inquisidores, embora interrogassem secretamente as suas vítimas, pronunciavam a sentença publicamente num estrado erguido no cemitério. Mesmo os atos de direito privado, como doações, vendas e trocas, eram tornados públicos no cemitério. Alguns atos jurídicos chegavam a associar os mortos aos vivos: um costume disseminado na Bélgica previa que uma viúva podia se livrar de dívidas mediante uma cerimônia em que depositava no túmulo do marido “a sua cinta, as suas chaves e a sua bolsa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também era na necrópole que se pronunciava a pavorosa sentença de “morte civil” dos leprosos, cerimônia que copiava fielmente os ritos fúnebres. Expulsavam-se os leprosos da comunidade dos viventes, entregando-lhes os instrumentos de sua nova condição: as luvas, a gamela e a barulhenta matraca, com que anunciavam sua passagem para que as pessoas sãs se afastassem. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 218px; DISPLAY: block; HEIGHT: 339px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638633997485002194" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-wHNutXCcU6E/TkBzvvaIzdI/AAAAAAAAAvA/AHHYMiRoXWU/s400/cemiterio3.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Velórios eram um entre dezenas de usos dos campos-santos/Enterro em átrio de igreja medieval, iluminura, Gillion de Trazegnies, séc. XIV, França. REPRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Muitos desses costumes perduraram até o século XVIII. Só no século XIX, as reuniões e os anúncios públicos migraram para as prefeituras. Mas nem sempre a Igreja viu essas reuniões com bons olhos. Chegou a tentar proibi-las a partir do século XII, sem sucesso. Convém lembrar, contudo, que se tratava mais de conflitos entre a autoridade religiosa e a laica do que propriamente de preocupação com o respeito aos mortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, o cemitério extrapolou tanto sua finalidade original que, em dado momento, se tornou um lugar de comércio muito freqüentado. Lá se encontravam bancas de “carniceiro” – como eram chamados os açougueiros –, lojas e até mesmo tabernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os comerciantes gostavam da localização, isenta de alvarás e impostos e com constantes reuniões populares, o que garantia freguesia variada. Nos dias de peregrinação, improvisavam- se mercados e feiras. O comércio de bebidas se multiplicou. Os taberneiros fincavam sua tabuleta e não vacilavam em cavar porões para conservar os tonéis de vinho e cerveja naquele solo repleto de ossadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1402, Paris proibiu os comerciantes de expor mercadorias sobre os túmulos. Em vão. Até o século XVIII, as lojas se alinhavam no cemitério dos Inocentes, tanto que se falava no “ossário dos vendedores de roupa” e no “ossário dos escreventes”. Um viajante descreveu esse lugar incrível, no qual se via “uma fila dupla de lojas de escreventes, de vendedores de roupa, de livreiros e de mercadores de panos. (...) Em meio a essa confusão, procedia-se à exumação, abertura de um túmulo para substituir cadáveres ainda não totalmente consumidos”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 239px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638633801619095778" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-LmrX5TuypiI/TkBzkVwEQOI/AAAAAAAAAu4/5Es-tAM_Xy4/s400/cemiterio4.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;A Via Ápia, estrada onde se instalavam as necrópoles na Antigüidade romana.&lt;/em&gt; Foto: &lt;em&gt;CREATIVE COMMONS&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Embora não se importasse com a proximidade dos defuntos, o público se queixava dos fétidos odores que o chão exalava e das escavações que muitas vezes revelavam corpos mais ou menos descarnados. Entretanto, os europeus e os viajantes estrangeiros aglomeravam-se nos cemitérios com interesse e curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só não era recomendado passar a noite no local. O escritor renascentista François Rabelais registrou que “pedintes, mendigos e miseráveis” lá vadiavam, sem contar os condenados foragidos da lei. Os campos-santos, tal como concebidos nos tempos medievais, tinham uma reputação tão detestável que o humanista concluiu que Paris era “uma boa cidade para viver, mas não para morrer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CULTIVO DE ALIMENTOS&lt;/strong&gt; Os artesãos e os comerciantes não eram os únicos a assediar os cemitérios europeus. Alguns pareciam jardins, pois foram dotados de árvores e arbustos floridos, escolhidos a dedo para favorecer a prece e a contemplação. Outros, possivelmente concebidos de forma mais pragmática, se transformaram em espaços agrícolas arados e semeados, nos quais se produziam cereais e legumes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XI, a cevada era abundante no cemitério Saint-Gervais, na França. Na região da Normandia, a igreja chegava a condenar a população caso os cemitérios não fossem cultivados. Em diversos casos, era necessário cavar um poço ou providenciar outra forma de abastecimento de água. Tais atividades agrícolas às vezes geravam conflitos entre os fiéis, as autoridades religiosas e as laicas, envolvendo a cobrança de taxas sobre as colheitas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 296px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638633643556789186" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-JE078vq_cq0/TkBzbI7E28I/AAAAAAAAAuw/Pgx305GlfV8/s400/cemiterio5.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;O que restou do cemitério medieval inglês The East Smithfi eld Black Death.&lt;/em&gt; Foto:&lt;em&gt; MUSEUM OF LONDON ARCHAEOLOGY&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;No fim da Idade Média, a Igreja romana legislou para expulsar todas as atividades que perturbassem a quietude dos lugares. Foi proibida a venda de pão, aves, A Via Ápia (à esq.), estrada onde se instalavam as necrópoles na Antigüidade romana peixes e outras mercadorias, com exceção de velas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja também passou a condenar as atividades lúdicas, pois os jovens passeavam e namoravam nos cemitérios. Como se não bastasse, eles ainda jogavam bola, cortejavam as moças à sombra dos ossários e dançavam entre os túmulos a farândola, uma dança medieval muito popular, em que vários participantes fazem uma roda, que evolui para outras formações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda metade do século XII, um sacerdote de Liège, na França, reclamou dos fiéis que, todos os domingos e dias santos, “freqüentam os mimos, as dançarinas, os histriões, embriagam-se e se rendem ao jogo, assistem ou se misturam à dança sedutora das mulheres, entregam-se a cantos obscenos e a posturas impudicas diante da porta das igrejas e sobre o túmulo dos pais”. Novas tentativas de proibição, porém, fracassaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cemitérios se tornaram também lugar de refúgio. Em tempo de guerra, os aldeões lá se abrigavam, às vezes com todos os seus bens. Quando os conflitos perduravam, eles organizavam pequenos quartos por cima dos ossários ou construíam casas ao longo da cerca. O gado pastava, já que o capim grassava ao redor dos túmulos, e acumulava em toda parte montes de estrume. Em tempos de insegurança, os túmulos também serviram como esconderijo de bens dos habitantes de algumas localidades.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 289px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638633454030124818" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-NTMMXDowDF8/TkBzQG4ZdxI/AAAAAAAAAuo/p1-BTn5MxGk/s400/cemiterio6.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Joana d´Arc foi julgada num cemitério, em sessão pública/ Joana D’arc na fogueira, pintura, E. Lenepveu, 1889, Panteão de Paris, França. Acervo: MUSEU JULES-EUGÈNE LENEPVEU, PARIS.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Por vezes, a função de refúgio chegava a anular a principal vocação do campo-santo: no século XII, um bispo, por solicitação dos habitantes da cidade francesa de Redon, fundou um cemitério em que não se admitiam cadáveres. Tratava-se de um espaço abençoado “para refúgio dos vivos, não para sepultura dos mortos”. Mas essa decisão exasperou os monges locais que lá queriam ser enterrados e acabaram obtendo ganho de causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, a segurança dos cemitérios os transformou em lugares habitados. O Concílio de Troyes, do ano 878, já determinava que os que ousassem arrombar igrejas ou roubar as casas situadas no recinto dos cemitérios cometiam um grave sacrilégio. O problema é que os refugiados por vezes se sentiam tão bem em espaço protegido que tendiam a se fixar, e os clérigos não conseguiam expulsá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não raro, os padres também ocupavam essas vivendas ou tratavam de lucrar alugando pequenos lotes. Nesses períodos, os vivos chegavam a desalojar os mortos, pois as casas invadiam todo o espaço e já não era possível enterrar ninguém. De tempos em tempos, a Igreja cuidava de colocar ordem na ocupação, mas sem reduzir o interesse dos inquilinos.Curiosamente, o cemitério chegou a ser um lugar cobiçado: lugar sagrado, aluguel barato e imunidade contra abusos da polícia eram condições atraentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existia ainda uma categoria particular de habitantes permanentes: as reclusas. Mulheres que, por espírito de devoção, se deixavam confinar vivas em casinhas apoiadas na igreja do cemitério. Bem acomodadas, algumas chegavam a uma longevidade excepcional. Foi assim que, em 1470, o rei Luís XI decidiu homenagear uma tal Alix la Bourgotte, que falecera depois de ter passado 46 anos reclusa no cemitério dos Inocentes. Na mesma época, outras mulheres lá foram confinadas, se bem que a contragosto, como certa Renée de Vendômois, condenada à prisão perpétua pelo assassinato do marido.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 215px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638633046658143794" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-I6nb6KqusQA/TkBy4ZTWVjI/AAAAAAAAAug/xX31QYKj7l0/s400/cemiterio7.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;A área de sepultamentos em Paris, bem no meio da cidade Cemitério dos Inocentes, gravura, autor desconhecido, século XVIII. REPRODUÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Nem sempre, porém, o cemitério medieval foi seguro. Alguns combates entre inimigos locais chegaram a ocorrer, como violentas brigas de vizinhos e duelos. Ademais, quando faltava vigilância, o cemitério tendia a se transformar rapidamente em depósito de lixo, outro desafio que a Igreja tentou enfrentar com proibições e pragas – dizia que os que urinavam ou defecavam nos túmulos seriam acometidos por doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais difícil, porém, era lutar contra os animais, os porcos soltos que tendiam a fuçar a terra, desenterrando os cadáveres, e os cães que urinavam e cavavam por toda parte. No cemitério dos Inocentes, em Paris, um dos raros monumentos de pedra tinha a imagem de Nossa Senhora e a inscrição de um homem que “em vida se gabava de que os cães não urinariam em seu sepulcro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria preciso aguardar o século XIX e o uso generalizado das lajes sepulcrais para que os cemitérios se tornassem um espaço silencioso e cercado de altos muros, rigorosamente reservado aos defuntos, uma verdadeira necrópole ou cidade dos mortos, que só se anima no Dia de Finados. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Séverine Fargette-Vissière&lt;/strong&gt; é historiadora especializada em estudos medievais&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;OBSERVAÇÃO: Todas as imagens constam da reportagem cujo link segue abaixo e que ali encontravam-se disponíveis em 08/08/2011.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/os_animados_cemiterios_medievais.html"&gt;http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/os_animados_cemiterios_medievais.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-3880264106509467007?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/3880264106509467007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/08/os-animados-cemiterios-medievais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/3880264106509467007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/3880264106509467007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/08/os-animados-cemiterios-medievais.html' title='Os animados cemitérios medievais'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-3xt6-p8GMbc/TkB0GPqSqwI/AAAAAAAAAvQ/RUHv4ACFYaA/s72-c/cemiterio1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-2862299872471605180</id><published>2011-07-29T04:56:00.008-03:00</published><updated>2011-07-29T06:20:18.434-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rio de Janeiro: Iphan tomba mausoléu de Santos Dumont'/><title type='text'>Rio de Janeiro: Iphan tomba mausoléu de Santos Dumont</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tombou provisoriamente o Mausoléu Ícaro, que abriga os restos mortais de Santos Dumont (1873-1932), no Cemitério São João Batista, em Botafogo, zona sul do Rio. "É um dos mais procurados, ao lado do de Cazuza, Carmen Miranda, Clara Nunes e Chacrinha", diz o funcionário da Santa Casa Ideraldo da Silva Abreu, de 52 anos, que há 15 trabalha no cemitério.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634682665150499442" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-c4D6-li7kDc/TjJqB7ZYynI/AAAAAAAAAtY/h-3b6s6jO-Y/s400/tumulo%2Bcaruaru.jpg" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Mausoléu Ícaro, que abriga os restos mortais de Santos Dumont (1873-1932), no Cemitério São João Batista, em Botafogo, zona sul do Rio.&lt;/em&gt; Imagem disponível em 29/07/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://jornaldecaruaru.wordpress.com/2011/07/16/iphan-tomba-mausoleu-de-santos-dumont/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://jornaldecaruaru.wordpress.com/2011/07/16/iphan-tomba-mausoleu-de-santos-dumont/&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;AE Agência Estado&lt;/strong&gt;. Notícia postada em 16/07/2011 às 8h 40 no &lt;strong&gt;ESTADÃO.COM.BR&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Se for ratificado pelo Conselho Consultivo do órgão, será o primeiro tombamento desse tipo no Estado do Rio. "Trata-se de uma formalidade. Não conheço nenhum caso de tombamento provisório que não tenha sido seguido pelo conselho", diz o superintendente do Iphan no Rio, Carlos Fernando Andrade.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634684172040395618" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-0stlrbTlvU4/TjJrZo_722I/AAAAAAAAAto/F2hCSvKcixA/s400/untitled%2B-%2Bgl.bmp" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;[Detalhe do] &lt;em&gt;Mausoléu de Santos Dumont, no Cemitério São&lt;br /&gt;João Batista, foi tombado provisoriamente pelo&lt;br /&gt;Iphan (Foto: Fábio Motta/AE).&lt;/em&gt; Imagem disponível em 29/07/2011 no site:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/07/mausoleu-de-santos-dumont-no-rio-e-tombado-provisoriamente-pelo-iphan.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/07/mausoleu-de-santos-dumont-no-rio-e-tombado-provisoriamente-pelo-iphan.html&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Vizinho de jazigos simples como o de Tom Jobim (1927-1994) e Luiz Carlos Prestes (1898-1990), o monumento chama a atenção. Protegido pela copa de uma árvore, é composto por um pedestal em pedra e uma escultura em bronze, no topo, de aproximadamente três metros, da figura mitológica de Ícaro. Está bem conservado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 267px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634683536502880674" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-c8sJX73-UT0/TjJq0pb--aI/AAAAAAAAAtg/en9_7aOH77A/s400/f_56827%2BBand.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;[Vista geral do]&lt;em&gt; Mausoléu Ícaro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;[que]&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;está localizado no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro / Foto: Fabio Motta/AE &lt;/em&gt;[tirada em 15/07/2011 às 17:32hs]. Imagem disponível em 29/07/2011 no site: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.band.com.br/noticias/cidades/noticia/?id=100000444409"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.band.com.br/noticias/cidades/noticia/?id=100000444409&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Este jazigo que mandei construir para última morada de meus pais, junto dos quais desejo vir descansar, é cópia do monumento levantado em um arrabalde de Paris, em 1913, pelo Aero Club da França", anuncia uma placa assinada por Santos Dumont. Segundo o Iphan, a obra original é de autoria de George Colín e foi produzida para homenagear o inventor brasileiro. A reprodução que se encontra no cemitério foi usada na exposição internacional em Comemoração ao Centenário da Independência, em 1922. Ao término do evento, Santos Dumont foi presenteado com a escultura.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 261px; DISPLAY: block; HEIGHT: 350px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634686232572065426" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-Cw6qBgzHcmU/TjJtRlE99pI/AAAAAAAAAuI/hdw4CYv9Bxo/s400/inc_fig49grd%2BINCAER.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;O aviador&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt; [Santos Dumont] &lt;em&gt;em foto de 1924 quando estava com 51 anos.&lt;/em&gt; Acervo: Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica - INCAER. Imagem disponível em 29/07/2011 no site:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://aprendebrasil.com.br/especiais/14bis/popFoto.asp?idFoto=47&amp;amp;qtde=70&amp;amp;idPerna="&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://aprendebrasil.com.br/especiais/14bis/popFoto.asp?idFoto=47&amp;amp;qtde=70&amp;amp;idPerna=&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 271px; DISPLAY: block; HEIGHT: 350px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634686234355609378" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-4A5QFzUtb8o/TjJtRruMryI/AAAAAAAAAuQ/j8Dtw1q60go/s400/inc_fig56grd%2BINCAER.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mausoléu de Santos Dumont &lt;/em&gt;[recebendo homenagem]&lt;em&gt; no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.&lt;/em&gt; Acervo: Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica INCAER. Imagem disponível em 29/07/2011 no site:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://aprendebrasil.com.br/especiais/14bis/popFoto.asp?idFoto=53&amp;amp;qtde=70&amp;amp;idPerna="&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://aprendebrasil.com.br/especiais/14bis/popFoto.asp?idFoto=53&amp;amp;qtde=70&amp;amp;idPerna=&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 301px; DISPLAY: block; HEIGHT: 350px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634686239557013122" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-GemTFgFvlXo/TjJtR_GTzoI/AAAAAAAAAuY/uhJ7RwAOMhY/s400/inc_fig57grd%2BINCAER.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Outro aspecto do Mausoléu em foto antiga onde se lê na legenda:&lt;em&gt; Sôbre o túmulo de seus pais, onde também repousa, Santos-Dumont colocou uma reprodução do "Ícaro" de Saint Cloval. &lt;/em&gt;Acervo: Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica INCAER. Imagem disponível em 29/07/2011 no site:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://aprendebrasil.com.br/especiais/14bis/popFoto.asp?idFoto=54&amp;amp;qtde=70&amp;amp;idPerna="&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://aprendebrasil.com.br/especiais/14bis/popFoto.asp?idFoto=54&amp;amp;qtde=70&amp;amp;idPerna=&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Administrado pela Santa Casa de Misericórdia, o São João Batista foi inaugurado em 1852. As informações são do jornal &lt;strong&gt;O Estado de S. Paulo&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,iphan-tomba-mausoleu-de-santos-dumont,745752,0.htm"&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/geral,iphan-tomba-mausoleu-de-santos-dumont,745752,0.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-2862299872471605180?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/2862299872471605180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/07/iphan-tomba-mausoleu-de-santos-dumont.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/2862299872471605180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/2862299872471605180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/07/iphan-tomba-mausoleu-de-santos-dumont.html' title='Rio de Janeiro: Iphan tomba mausoléu de Santos Dumont'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-c4D6-li7kDc/TjJqB7ZYynI/AAAAAAAAAtY/h-3b6s6jO-Y/s72-c/tumulo%2Bcaruaru.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-8951879390977758156</id><published>2011-07-22T23:22:00.006-03:00</published><updated>2011-07-22T23:56:57.788-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ossos do ofício'/><title type='text'>Ossos do ofício</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Mesmo sem ajuda de órgãos públicos, casa onde foi descoberto cemitério de escravos vira centro cultural.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 273px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632368539634715202" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-qhELk8LV3_c/TioxWGEDSkI/AAAAAAAAAtQ/02Z8l5W6Vss/s400/untitled.bmp" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Visão aérea atual da região onde ficava o cemitério&lt;/em&gt;. Imagem disponível em 22/07/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/em-dia/ossos-do-oficio"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.revistadehistoria.com.br/secao/em-dia/ossos-do-oficio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Cristina Romanelli&lt;/strong&gt;. Artigo publicado na Seção "Em Dia" da &lt;em&gt;Revista de História da Biblioteca Nacional&lt;/em&gt;, Edição Nº 70, página 10, de [06 de] Julho de 2011.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Enquanto fazia obras em sua casa, no bairro da Gamboa, Centro do Rio de Janeiro, um casal achou vários ossos enterrados no chão. Logo surgiu a suspeita de que poderia ter ocorrido uma chacina no local, e até a polícia entrou na história. Arqueólogos resolveram o mistério: ali havia um cemitério com milhares de escravos recém-chegados da África, os chamados pretos novos. Por conta própria, os donos da casa criaram o Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN), que no ano passado ganhou o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan. Agora eles vão transformar a casa ao lado em um memorial para contar a história do cemitério e organizar exposições e eventos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o historiador Julio César Medeiros, autor de A flor da terra: o cemitério dos pretos novos no Rio de Janeiro (Garamond Universitária, 2007), muitos dos africanos recém-chegados morriam vitimados pela varíola, doença que só se manifestava durante a viagem para o Brasil. Por muito tempo eles foram enterrados junto a outros escravos e brancos indigentes, mas em 1779 ganharam um espaço próprio na Gamboa. “Este é o único cemitério criado para pretos novos de que se tem notícia. Outros cemitérios, como o Campo da Pólvora, na Bahia, tinham até presos”, conta Medeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que os ossos foram recolhidos pelo antigo Departamento Geral de Patrimônio Cultural (hoje Subsecretaria do Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design), em 2006, a prefeitura não fez mais nenhum trabalho no local. “Eles chegaram a dizer que iam começar as escavações em 2001, mas acho que o projeto não foi aprovado. Não nos disseram nada e nem voltaram mais. Como não somos historiadores, temos dificuldade para tocar isso aqui, mesmo com a ajuda de alguns estudantes e pesquisadores”, conta Merced Guimarães, dona da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ossos foram levados para o Instituto de Arqueologia Brasileiro e estão sendo estudados por várias instituições, entre elas a Fundação Oswaldo Cruz. “Temos dois estudos sobre os dentes dos escravos que vão sair agora no segundo semestre. Fiz uma palestra sobre um deles em Minneapolis, nos Estados Unidos. Há interesse internacional pelo assunto”, diz Sheila Mendonça de Souza, pesquisadora da Fiocruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o material está sendo estudado, a prefeitura continua sem planos muito definidos para o cemitério. Segundo a Subsecretaria de Patrimônio, há um projeto de integração urbanística entre diversos pontos históricos da região, como o Cais do Valongo, mas a inclusão do cemitério não é certa. Mesmo sem ajuda de custo, o IPN pretende finalizar as obras em sua sede ainda este mês, em seguida fazer uma exposição que conta a história dos pretos novos e inaugurar uma sala multimídia e um espaço para mostras temporárias. O instituto também abriu espaço para a equipe do Museu Nacional (UFRJ) fazer algumas escavações e, quem sabe, novas descobertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Saiba Mais - Internet&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portal Arqueológico dos Pretos Novos: &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.pretosnovos.com.br/"&gt;www.pretosnovos.com.br/&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/em-dia/ossos-do-oficio"&gt;http://www.revistadehistoria.com.br/secao/em-dia/ossos-do-oficio&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-8951879390977758156?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/8951879390977758156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/07/ossos-do-oficio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/8951879390977758156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/8951879390977758156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/07/ossos-do-oficio.html' title='Ossos do ofício'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-qhELk8LV3_c/TioxWGEDSkI/AAAAAAAAAtQ/02Z8l5W6Vss/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-6132413480812722632</id><published>2011-06-03T21:31:00.003-03:00</published><updated>2011-06-03T21:45:09.802-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&apos;&apos;Polacas&apos;&apos; do Rio ganham nome em cemitério'/><title type='text'>''Polacas'' do Rio ganham nome em cemitério</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Criado em 1916 por prostitutas polonesas, local polêmico passou anos esquecido. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614156680394677506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 288px; CURSOR: hand; HEIGHT: 212px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-2B_L-8gxkrU/Tel9wXhPnQI/AAAAAAAAAtI/cJLDqXwjeFY/s400/metro6%252813%2529.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Inhaúma. Cerca de 95% dos túmulos já estão identificados no local, que foi tombado pela prefeitura carioca em outubro do ano passado [2010]. Foto Fabio Motta/AE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Felipe Werneck&lt;/strong&gt; / RIO - para o jornal "O Estado de S.Paulo" publicado em 18 de maio de 2011 0h 00 no site:&lt;a href="http://www.estadao.com.br/"&gt;http://www.estadao.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A porta está trancada, o repórter toca a campainha e é recebido pela funcionária que cuida da limpeza do Cemitério Israelita de Inhaúma, na zona norte do Rio. "É muito difícil vir alguém aqui", ela comenta. "Não é igual a um cemitério comum. Ninguém visita as polacas." Fundado em 1916 por imigrantes polonesas marginalizadas por serem prostitutas, o local abriga cerca de 800 túmulos. Após décadas de deterioração e esquecimento, as sepulturas começaram a ser reformadas no ano passado. Segundo o presidente do Cemitério Comunal Israelita do Caju, Jayme Salomão, que também administra o de Inhaúma, 95% dos túmulos já estão identificados. Além da pintura, eles receberam placa branca de mármore com estrela de Davi no centro, o nome de quem está ali sepultado, a data do óbito e o número que representa na cronologia do cemitério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não houve divulgação. A iniciativa ocorre 15 anos após a polêmica suscitada pela publicação do livro Baile de máscaras: mulheres judias e prostituição. As polacas e suas associações de ajuda mútua (Editora Imago), fruto de dissertação de mestrado da historiadora Beatriz Kushnir, atual diretora do Arquivo Geral da Cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, em 27 de outubro o prefeito Eduardo Paes assinou decreto determinando tombamento definitivo do cemitério. Segundo o documento, "quaisquer intervenções físicas deverão ser previamente aprovadas pelo Conselho de Proteção do Patrimônio Cultural". Nas justificativas do decreto, o local é considerado "marco particular no âmbito dos campos santos da cidade por ter sido criado por mulheres que, em um ambiente hostil, se uniram para garantir sua sobrevivência". Um dos objetivos da decisão foi justamente "garantir a essas mulheres uma memória que não as condene eternamente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salomão atribui a demora ao "trabalho minucioso" para levantar os nomes e diz que foram gastos R$ 300 mil na reforma. Agora, ele pretende investir "mais R$ 1 milhão" em um polêmico "projeto de revitalização". Para isso, vai pedir à prefeitura a reativação do cemitério. O objetivo é que a eventual venda de novos túmulos gere receita para bancar a manutenção. Cerca de metade do terreno está livre, avalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salomão insiste na ideia - criticada por Beatriz - de separar os túmulos das polacas por "cerca viva". "É para preservar a história do passado sem chocar. Se juntar tudo, quem for ao cemitério não vai entender nada." Segundo ele, a cerca receberia plantas de 30 a 50 centímetros. Seria uma forma de atender à ala judaica mais ortodoxa, que defende enterro de prostitutas e suicidas junto ao muro de cemitérios. Salomão nega. Segundo ele, a ideia é "criar um museu vivo". "Hoje, aquilo fica fechado o ano inteiro. Queremos que os túmulos sejam visitados. É um lugar sagrado. O objetivo é preservar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sítio histórico. Para Beatriz, trata-se de tentativa de "expurgo" da memória dessas mulheres. "Eles podem fazer tudo o que for necessário apenas para manter como sítio histórico. Não podem fazer mais nada para enterrar outras pessoas." Localizado na Rua Piragibe, 99, o cemitério fica colado na Favela do Rato Molhado. "Tem milícia ali. Tirando eu, duvido que outro judeu queira ser enterrado lá", diz Beatriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vice-presidente da Federação Israelita do Estado até novembro e presidente da sinagoga Beyruthense, Salomão reconhece que há preconceito entre representantes da comunidade judaica, mas afirma que não há respaldo institucional para isso. "Pode ser que algumas pessoas, sim, mas eu acredito que não exista preconceito. Se existisse, não falaríamos em reativação do cemitério. A ideia da revitalização é dar continuidade."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A historiadora defende arborização e preservação do local como está. Para ela, a reforma foi uma vitória. "Mas fico com pena de não ter sido como em São Paulo (veja ao lado), onde a comunidade judaica foi muito participativa, não se fez nada às escondidas, houve inauguração das lápides. Aqui tem muito mais caráter de imposição por circunstâncias do que vontade própria."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro de Beatriz contabiliza 797 sepulturas. Na ocasião - a dissertação foi defendida em 1994 e o livro, lançado dois anos depois -, ela localizou duas descendentes de polacas. "Muitos não sabem ou preferem não se meter nisso", conta. Segundo a Federação, foram localizadas 807 durante a reforma. Criado a partir de um modelo associativo, o cemitério de Inhaúma abriga corpos de mulheres, homens e crianças. "Não é porque foram prostitutas que elas não eram casadas. E não necessariamente o marido era cafetão; elas também eram cafetinas (donas de prostíbulos)", explica Beatriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110518/not_imp720662,0.php"&gt;http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110518/not_imp720662,0.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;﻿ &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-6132413480812722632?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/6132413480812722632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/06/polacas-do-rio-ganham-nome-em-cemiterio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6132413480812722632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6132413480812722632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/06/polacas-do-rio-ganham-nome-em-cemiterio.html' title='&apos;&apos;Polacas&apos;&apos; do Rio ganham nome em cemitério'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-2B_L-8gxkrU/Tel9wXhPnQI/AAAAAAAAAtI/cJLDqXwjeFY/s72-c/metro6%252813%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-6395039892606045176</id><published>2011-05-24T19:41:00.004-03:00</published><updated>2011-05-24T20:33:28.436-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Santa Catarina: Grupo faz inventário de cemitérios da Vila Itoupava em Blumenau'/><title type='text'>Santa Catarina: Grupo faz inventário de cemitérios da Vila Itoupava em Blumenau</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Intenção foi de fotografar 1.567 sepulturas e catalogá-las com informações básicas sobre os sepultados&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610420912538582850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 275px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-Hbi65XJEzuo/Tdw4GDxI_0I/AAAAAAAAAs8/RfCNmMXMdv4/s400/10994341.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Túmulos podem ser tombados como patrimônio cultural. 10/05/2011 Foto: Rafaela Martins/Agencia RBS.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Cristian Weiss&lt;/strong&gt; (&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:cristian.weiss@santa.com.br"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;cristian.weiss@santa.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;) Artigo publicado no &lt;strong&gt;Diário Catarinense&lt;/strong&gt; on line (&lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;section=capa_online"&gt;http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;section=capa_online&lt;/a&gt; ) Seção Geral 10/05/2011 21h37min&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Era março de 1928. O sol ardia no final do verão sobre as colinas da Vila Itoupava. O lavrador Otto Pagel queria somente cavar um poço para extrair água fresca e aliviar o calor da família. Enquanto nada vertia do poço, Otto tomou o leite que ordenhara da vaquinha da família no dia anterior para aliviar a sede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coalhada, a bebida, combinada ao calor, lhe fez mal. A família tentou levá-lo a um médico, difícil de encontrar por aquelas terras. Otto não resistiu. Morreu dia 31, aos 29 anos. A partida ocorreu quatro meses após perder o pai, Milh. Desde então, pai e filho descansam eternamente e compartilham, lado a lado, a mesma sepultura no Cemitério Itoupava Rega I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O local é um dos seis cemitérios da Vila Itoupava inventariados pelo Projeto Lugares de Antepassados, Lugares de História. A primeira apresentação pública do estudo, feito em parceria com a Fundação Cultural de Blumenau, ocorre hoje, no Cemitério da Rua São José. Imponente, a cabeceira que abriga os epitáfios da década de 1920 da família Pagel foi feita em concreto e talhada à mão. Sete colunas de cimento circundam as covas, interligadas por correntes de ferro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma obra-prima que demonstra o esmero da família pelos dois pioneiros da Vila Itoupava que se foram. O túmulo dos Pagel se destaca, mas divide espaço com outras lápides antigas, onde foram sepultados imigrantes alemães e os primeiros a ocupar a região das Itoupavas. O cemitério ainda está ativo, mas os novos túmulos, feitos em mármore comum, destoam das características mantidas pelos antigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alguns túmulos velhos tiveram de ser refeitos porque as famílias não se interessaram em preservar, então decidimos manter algo mais simples - conta Eurides Pagel, presidente e coveiro por mais de 20 anos do Rega I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenada pela historiadora Elisiana Trilha Castro, uma equipe de oito pesquisadores percorreu os cemitérios Vila Itoupava, Rega I, Rega II, Braço do Sul e Treze de Maio, na Vila Itoupava, e Treze de Maio Alto, em Massaranduba. A intenção foi fotografar 1.567 sepulturas e catalogá-las com informações básicas sobre os sepultados entre o final do século 19 e atualmente, além de levantar sobrenomes, rituais, arquitetura dos túmulos e a história dos cemitérios.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610420910290656082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 275px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-FMLxTAGCjkA/Tdw4F7ZMW1I/AAAAAAAAAs0/rBPGbnRx3eQ/s400/10994349.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Estudo procura perceber as singularidades dos cemitérios blumenauenses / 10/05/2011 /&lt;br /&gt;Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;O estudo procura perceber as singularidades dos cemitérios blumenauenses, entender a participação dos imigrantes na formação do município e abre precedentes para que túmulos possam ser tombados como patrimônio cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É importante pensar na preservação desses lugares como um documento, e conservar as particularidades culturais das etnias que fizeram o cemitério. Hoje, as sepulturas são mais das famílias do que da sociedade e elas ainda não têm consciência da importância de preservar - explica Elisiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Confira aqui a galeria de fotos dos cemitérios da Vila Itoupava:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/jsc/81,0,571,27066,Cemiterios-de-Blumenau.html"&gt;http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/jsc/81,0,571,27066,Cemiterios-de-Blumenau.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;JORNAL DE SANTA CATARINA&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Fonte&lt;/span&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2§ion=Geral&amp;amp;newsID=a3306182.htm"&gt;http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2§ion=Geral&amp;amp;newsID=a3306182.htm&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-6395039892606045176?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/6395039892606045176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/05/santa-catarina-grupo-faz-inventario-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6395039892606045176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6395039892606045176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/05/santa-catarina-grupo-faz-inventario-de.html' title='Santa Catarina: Grupo faz inventário de cemitérios da Vila Itoupava em Blumenau'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Hbi65XJEzuo/Tdw4GDxI_0I/AAAAAAAAAs8/RfCNmMXMdv4/s72-c/10994341.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-2772186390726994914</id><published>2011-05-11T05:53:00.007-03:00</published><updated>2011-05-11T06:50:32.622-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Portugal na rota do turismo cemiterial europeu'/><title type='text'>Portugal na rota do turismo cemiterial europeu</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lazer - Cemitérios atraem milhares de turistas&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Em 2010, o cemitério dos Prazeres, em Lisboa, recebeu a visita de 8704 turistas, a maioria de nacionalidade alemã. Para incentivar este tipo de turismo, a Câmara de Lisboa tem roteiros próprios e promove a realização de palestras, colóquios, concertos de música sacra e erudita. Prazeres e Alto de São João são os cemitérios mais visitados em Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 397px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605379446064924386" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-mo8Zri-G2t8/TcpO6Fn5xuI/AAAAAAAAAss/k4vvAIKzS6w/s400/Cemit%25C3%25A9rio%2BLisboa.jpg" /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Cemitérios dos Prazeres e do Alto de São João são os mais visitados em Lisboa&lt;/em&gt;. Foto: Bruno Colaço, 2011. Imagem disponível em 11/05/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/cemiterios-atraem-milhares-de-turistas"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/cemiterios-atraem-milhares-de-turistas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Sónia Trigueirão&lt;/strong&gt;. Artigo publicado em 08/05/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cmjornal.xl.pt/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.cmjornal.xl.pt/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; do jornal “&lt;em&gt;Correio da Manhã&lt;/em&gt;” de Lisboa (Portugal) na Seção: Notícias – Nacional – Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Segundo Ana Paula Ribeiro, chefe de divisão de gestão cemiterial, a autarquia sempre deu destaque ao turismo cemiterial, criando até um núcleo museológico específico, que se julga único na Europa.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Temos vindo a dinamizar o restauro do ‘espólio’ dos cemitérios de Lisboa enquanto museus a céu aberto, quer recuperando jazigos representativos, como o caso do Mausoléu dos Palmela, quer promovendo hastas públicas para venda de jazigos prescritos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas Lisboa não é a única autarquia que incentiva este turismo, destacando-se também a cidade do Porto, que faz parte da rota dos cemitérios, do Conselho Europeu. Esta rota contempla cemitérios em Oslo, na Noruega; na ilha de Cerdena, Itália; ou em Bucareste, na Roménia. São mais de 50 cemitérios de 18 países europeus que se tornaram destinos turísticos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre 2007 e 2010, mais de 910 turistas visitaram os cemitérios da cidade Invicta. Entre as actividades que a câmara promove para atrair visitantes, destaque para ‘A Semana à Descoberta dos Cemitérios Europeus’.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Há também concertos de órgão, exposições de fotografia, pintura e património móvel dos cemitérios municipais, palestras e visitas guiadas aos túmulos de grandes mestres da música do final do século XIX e do século XX.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TÚMULO DE VIOLONCELISTA NO PORTO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify" style="display: inline !important; "&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify" style="display: inline !important; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify" style="display: inline !important; "&gt;De um modo geral, o visitante dos cemitérios municipais do Porto – turista cultural, jovens, famílias, estudantes do Secundário ou universitários – faz uma visita geral e está receptivo à orientação dada pelo guia. Há, porém, um túmulo muito visitado por estrangeiros devido ao renome internacional de Guilhermina Suggia, considerada uma das melhores violoncelistas do Mundo. Uma visita aos cemitérios municipais do Porto permite ver um importante repositório de peças de arquitectura e escultura oitocentista, que constituem um manancial inesgotável de história socioeconómica e cultural.&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OSCAR WILD DOS MAIS VISITADOS EM PARIS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;div style="text-align: left; display: inline !important; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify" style="display: inline !important; "&gt;Um dos cemitérios mais famosos do Mundo é o parisiense Père Lachaise, onde foram sepultados Jim Morrison (Doors), Edith Piaf, o escritor irlandês Oscar Wilde, o compositor italiano Gioachino Rossini e o escritor francês Marcel Proust. Os seus túmulos recebem milhares de visitas por ano. Igualmente famoso é o Cemitério ‘No Católico’, de Roma, conhecido como cemitério dos poetas e artistas, onde está o poeta John Keats e o fundador do Partido Comunista da Itália, Antonio Gramsci.&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/cemiterios-atraem-milhares-de-turistas"&gt;http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/cemiterios-atraem-milhares-de-turistas&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Veja também&lt;/strong&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cemit%C3%A9rio_dos_Prazeres"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Cemit%C3%A9rio_dos_Prazeres&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-2772186390726994914?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/2772186390726994914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/05/lazer-portugal-na-rota-do-turismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/2772186390726994914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/2772186390726994914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/05/lazer-portugal-na-rota-do-turismo.html' title='Portugal na rota do turismo cemiterial europeu'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-mo8Zri-G2t8/TcpO6Fn5xuI/AAAAAAAAAss/k4vvAIKzS6w/s72-c/Cemit%25C3%25A9rio%2BLisboa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-4029254988789191587</id><published>2011-05-03T20:15:00.007-03:00</published><updated>2011-05-03T21:08:55.870-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jequitinhonha (MG): Prefeito restitui à tribo Krenak restos mortais de antepassado'/><title type='text'>Jequitinhonha (MG): Prefeito restitui à tribo Krenak restos mortais de antepassado</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Alemanha participa de Encontro Indígena na cidade&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 325px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602634579132634946" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-KJmwy1-kLAM/TcCOdzeFV0I/AAAAAAAAAsk/m0we-MwlilM/s400/Botocudo%2BQuack.jpg" /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;"Figura de busto do botocudo Quack". (por volta de 1830). Óleo sobre tela, 62 x 51,5 cm. Autor: Príncipe Karl de Wied-Newied.&lt;/em&gt; Imagem disponível em 03/05/2011 no link: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://christinatranslations.com.br/DissertacaodeMestrado.pdf"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://christinatranslations.com.br/DissertacaodeMestrado.pdf&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Solange Pereira&lt;/strong&gt;*. Publicado em 2011-03-01 às 17:49 no Site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://curtirobi.webnode.pt/news/homenagem-ao-botocudo-e-ao-principe-encontro-indigena/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://curtirobi.webnode.pt/news/homenagem-ao-botocudo-e-ao-principe-encontro-indigena/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A cidade de Jequitinhonha, MG, no ano do seu 200º aniversário, realizará o "&lt;strong&gt;Encontro Indígena – Homenagem ao borun Kuêk e ao Príncipe Maximiliano de Wied&lt;/strong&gt;", nos dias &lt;strong&gt;13/14/15 de maio&lt;/strong&gt;, ocasião em que serão restituídos à tribo Krenak os restos mortais do borun (“botocudo”) Kuêk, morto em 1834 na Alemanha e desde então expostos no Museu de Anatomia da Universidade de Bonn, trazidos pelo Cônsul-Geral da Alemanha no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Jequitinhonha pediu, por uma questão de dignidade humana e amor a um filho do Vale, a devolução dos restos mortais, e a Alemanha concordou, por uma questão de correção política. Um ato de firmeza do Govêrno alemão, dada a resistência e a desaprovação de alguns grupos conservadores lá no país. Ao mesmo tempo, se prestará homenagem ao nobre alemão Maximiliano de Wied-Neuwied, que visitou a região do Baixo Jequitinhonha e se tornou amigo e protetor dos “botocudos” (a nação Borun) e de Kuêk em especial.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 210px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602634224827921842" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-X2ZUPG-OzwI/TcCOJLlQdbI/AAAAAAAAAsc/rcC6NQvdQC4/s400/g_Jequi.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Vista da cidade de Jequitinhonha (MG) que comemora seu bicentenário. Imagem disponível em 03/05/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://radardovale.blogspot.com/2011/02/bicentenario-de-jequitinonha-umas-das.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://radardovale.blogspot.com/2011/02/bicentenario-de-jequitinonha-umas-das.html&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Intensas Negociações Multilaterais&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Atuaram nas negociações o Prof. Karl Schilling,diretor do Museu de Anatomia da Universidade Friedrich-Wihelms, de Bonn, de maneira determinante (a ele cabia a palavra final, como guardião da relíquia); o dr. Uwe Kaerstner. ex-embaixador da Alemanha no Brasil e grande amigo do nosso País; a Embaixada do Brasil em Berlim; o Ministério do Exterior da Alemanha, e o dr. Roberto Botelho, prefeito de Jequitinhonha.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;A relíquia será trazida até o Rio de Janeiro pelo diretor do museu, Prof. Karl Schilling, de lá até Jequitinhonha será acompanhada também pelo Cônsul-Geral alemão. O prefeito receberá a urna funerária das mãos do Cônsul, dr. Michael Worbs e, ato contínuo, a entregará à tribo Krenak, do tronco borun, que irá fazer o enterramento segundo seus rituais e crenças, em sua aldeia. Uma rua da Jequitinhonha será denominada "Kuêk", outra "Príncipe Max".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 247px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602633708283852994" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-Fx6gV7Gb-k4/TcCNrHTjeMI/AAAAAAAAAsU/pAbwGZqjT2w/s400/show_foto_peq.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;"Retrato do Príncipe Maximiliano de Wied-Neuwied com o botocudo Quack". (Assinado e datado de 1828). Óleo Sobre Tela, 210 x 126 cm. Autor: Johann Heinrich Richter&lt;/em&gt;. Imagem disponível em 03/05/2011 no link: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://christinatranslations.com.br/DissertacaodeMestrado.pdf"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://christinatranslations.com.br/DissertacaodeMestrado.pdf&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Reconhecimento das Raízes Indígenas da Cidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presentes, as nações Maxakali,Mucurin, Pataxó, Pankararu, Aranãs, e a já citada Krenak.; autoridades estaduais e municipais. E, naturalmente, o povo de Jequitinhonha, também protagonista nesse três dias de festas, conferências, debates, danças, cantos e mostra de artesanato indígena, num verdadeiro reencontro com suas raízes indígenas. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Jequitinhonha recebe de volta um filho do Baixo Vale, levado para longe pelas circunstâncias da vida (isso faz vocês lembrarem de alguma coisa, não é?). E o encontro das nações aqui na cidade significa um um aceno ao seu passado, em que era tão percorrido por povos de tantas culturas. E, certamente, um sinal para o seu futuro, como cidade das artes, das culturas, aberta para o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Secretária-Executiva&lt;/strong&gt; / &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Comissão do Bicentenário de Jequitinhonha&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://curtirobi.webnode.pt/news/homenagem-ao-botocudo-e-ao-principe-encontro-indigena/"&gt;http://curtirobi.webnode.pt/news/homenagem-ao-botocudo-e-ao-principe-encontro-indigena/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Veja também:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.dzai.com.br/dinge/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=46189"&gt;http://www.dzai.com.br/dinge/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=46189&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://radardovale.blogspot.com/2011/02/bicentenario-de-jequitinonha-umas-das.html"&gt;http://radardovale.blogspot.com/2011/02/bicentenario-de-jequitinonha-umas-das.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.brasil.diplo.de/Vertretung/brasilien/pt/__events/in__Rio/2011__05__Jquitinhonha.html"&gt;http://www.brasil.diplo.de/Vertretung/brasilien/pt/__events/in__Rio/2011__05__Jquitinhonha.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://blogdobanu.blogspot.com/2011/02/jequitinhonha-promove-resgate-de-povos.html"&gt;http://blogdobanu.blogspot.com/2011/02/jequitinhonha-promove-resgate-de-povos.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-4029254988789191587?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/4029254988789191587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/05/jequitinhonha-mg-prefeito-restitui.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/4029254988789191587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/4029254988789191587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/05/jequitinhonha-mg-prefeito-restitui.html' title='Jequitinhonha (MG): Prefeito restitui à tribo Krenak restos mortais de antepassado'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-KJmwy1-kLAM/TcCOdzeFV0I/AAAAAAAAAsk/m0we-MwlilM/s72-c/Botocudo%2BQuack.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-5974469264930749961</id><published>2011-04-15T20:16:00.007-03:00</published><updated>2011-04-15T21:23:02.100-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Araraquara (SP): Ossada humana encontrada em escola estadual é de antigo cemitério'/><title type='text'>Araraquara (SP): Ossada humana encontrada em escola estadual é de antigo cemitério</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Local tem túmulos do século XIX; arqueólogo deve exumar restos mortais &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595956981859940370" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-7i1HnEr4YEY/TajVOfIg-BI/AAAAAAAAArk/QQ53mqeIfdY/s400/ossada_capa2_640x480.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Uma ossada humana foi encontrada na tarde de terça-feira (12), durante as obras para reforma de uma instituição de ensino em Araraquara (SP), a Escola Estadual Antônio Joaquim de Carvalho (Anjoca), que fica na Praça Pedro de Toledo, no centro da cidade.&lt;/em&gt; Foto: Araraquara.com. Imagem disponível em 15/04/2011 no site:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.saibaja.com.br/not/5917#"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.saibaja.com.br/not/5917#&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;EPTV&lt;/strong&gt; reportagem de &lt;strong&gt;Caroline Dulley&lt;/strong&gt; para o Jornal Regional postada no site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://eptv.globo.com/noticias"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://eptv.globo.com/noticias&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; em 13/04/2011 - 18:00 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;A ossada humana encontrada na terça-feira (12/04) na Escola Estadual Antônio Joaquim de Carvalho, em Araraquara, é de um antigo cemitério que existia no local no século XIX.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O crânio e alguns ossos estavam a um metro de profundidade no local onde será a nova cozinha da escola, que está fechada para reformas.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 322px; DISPLAY: block; HEIGHT: 242px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595957822996285714" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-94-Xou_FZNc/TajV_cnDCRI/AAAAAAAAAr8/hGv6LJqzTmE/s400/ossada%2Bararaquara9.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Local da escola onde foram encontrados os ossos. Imagens de vídeo feitas por Pedro Santana para EPTV e captadas em 15/04/2011 do site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://eptv.globo.com/noticias"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://eptv.globo.com/noticias&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;O pedreiro Agnaldo Guimarães do Prado levou um susto ao encontrar a ossada. “Eu estava cavando e encontrei um cadeado, depois continuei cavando e encontrei o crânio”, disse.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O primeiro cemitério da cidade ficou no local entre 1840 e 1880. Era o único local onde os mortos eram enterrados. Por isso, é possível ver ainda alguns tijolos, que formavam um antigo túmulo.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 321px; DISPLAY: block; HEIGHT: 242px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595957812657514818" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-AZ3QFU_UnmM/TajV-2GF6UI/AAAAAAAAArs/9Go34rynuis/s400/ossada%2Bararaquara5.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Cavando para fazer a nova caixa de gordura da cozinha o passado veio a tona. Imagens de vídeo feitas por Pedro Santana para EPTV e captadas em 15/04/2011 do site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://eptv.globo.com/noticias"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://eptv.globo.com/noticias&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Ainda devem existir outras ossadas. “Dependendo do poder aquisitivo, a pessoa era enterrada em um caixão ou em um tecido diretamente na terra”, disse a socióloga e pesquisadora Tereza Telarolli.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 322px; DISPLAY: block; HEIGHT: 242px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595957817092334322" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-Dm4yMxVRsfo/TajV_Gnb4vI/AAAAAAAAAr0/VM1k3XBe-38/s400/ossada%2Bararaquara7.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Escola Estadual Antônio Joaquim de Carvalho. Imagens de vídeo feitas por Pedro Santana para EPTV e captadas em 15/04/2011 do site:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://eptv.globo.com/noticias"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://eptv.globo.com/noticias&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A escola foi tombada pelo patrimônio histórico e cultural do Estado de São Paulo e, por isso, a pesquisadora acredita que faltou orientação aos funcionários durante a obra. “Haveria necessidade de que os órgãos competentes tivessem alertado a empresa responsável pelas obras de que foi um cemitério. Deveria ter um acompanhamento de um arqueólogo", explicou.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A empresa responsável pela reforma informou que não recebeu nenhuma orientação e nem que havia um cemitério antigo no local.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595958244708027666" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-52EFasWTZUM/TajWX_m9jRI/AAAAAAAAAsE/pvFoaGGlmAQ/s400/IMG_6721.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Detalhe da ossada encontrada: em meio aos ossos um cadeado. Imagem disponível em 15/04/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://araraquarahoje.blogspot.com/2011/04/ossada-e-localizada-em-predio-de-escola.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://araraquarahoje.blogspot.com/2011/04/ossada-e-localizada-em-predio-de-escola.html&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Os ossos estão sob a proteção da Guarda Municipal. Um arqueólogo analisou os restos mortais na tarde desta quarta-feira (13/04) e aguarda uma autorização para uma exumação.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://eptv.globo.com/noticias/NOT,3,7,344340,Ossada+humana+encontrada+em+escola+estadual+e+de+antigo+cemiterio+em+Araraquara.aspx"&gt;http://eptv.globo.com/noticias/NOT,3,7,344340,Ossada+humana+encontrada+em+escola+estadual+e+de+antigo+cemiterio+em+Araraquara.aspx&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Veja também:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;12/04/2011: Ossada humana é encontrada durante reforma de escola estadual -&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://eptv.globo.com/noticias/NOT,3,7,344142,Ossada+humana+e+encontrada+durante+reforma+de+escola+estadual+Antonio+Joaquim+de+Carvalho+em+Araraquara.aspx"&gt;http://eptv.globo.com/noticias/NOT,3,7,344142,Ossada+humana+e+encontrada+durante+reforma+de+escola+estadual+Antonio+Joaquim+de+Carvalho+em+Araraquara.aspx&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5072850-EI8139,00-SP+ossada+e+encontrada+em+escola+estadual+de+Araraquara.html"&gt;http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5072850-EI8139,00-SP+ossada+e+encontrada+em+escola+estadual+de+Araraquara.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.saibaja.com.br/not/5917#"&gt;http://www.saibaja.com.br/not/5917#&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://araraquarahoje.blogspot.com/2011/04/ossada-e-localizada-em-predio-de-escola.html"&gt;http://araraquarahoje.blogspot.com/2011/04/ossada-e-localizada-em-predio-de-escola.html&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://gazetadeamerico.blogspot.com/2011/04/ossada-do-seculo-xix-e-encontrada-em.html"&gt;http://gazetadeamerico.blogspot.com/2011/04/ossada-do-seculo-xix-e-encontrada-em.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/funcionarios-encontram-ossada-humana-enterrada-dentro-de-escola-no-interior-de-sp-20110412.html"&gt;http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/funcionarios-encontram-ossada-humana-enterrada-dentro-de-escola-no-interior-de-sp-20110412.html&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-5974469264930749961?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/5974469264930749961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/04/araraquara-sp-ossada-humana-encontrada.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/5974469264930749961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/5974469264930749961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/04/araraquara-sp-ossada-humana-encontrada.html' title='Araraquara (SP): Ossada humana encontrada em escola estadual é de antigo cemitério'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-7i1HnEr4YEY/TajVOfIg-BI/AAAAAAAAArk/QQ53mqeIfdY/s72-c/ossada_capa2_640x480.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-4615532565150287501</id><published>2011-04-04T20:34:00.008-03:00</published><updated>2011-04-04T21:25:05.124-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eugênio Prati - Entre fotos e túmulos'/><title type='text'>Eugênio Prati - Entre fotos e túmulos</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7YzLqZUO8sc/TZpbKbfrHEI/AAAAAAAAAqE/Dup_nhVtLgE/s1600/escultor_eugenioprati.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591882122071317570" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-7YzLqZUO8sc/TZpbKbfrHEI/AAAAAAAAAqE/Dup_nhVtLgE/s320/escultor_eugenioprati.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Selo do escultor Eugênio Prati, no Cemitério da Consolação&lt;/em&gt;. Foto: Douglas Nascimento, 2011/São Paulo Antiga. Imagem disponível em 04/04/2011 no site: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.saopauloantiga.com.br/eugenio-prati-entre-fotos-e-tumulos/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.saopauloantiga.com.br/eugenio-prati-entre-fotos-e-tumulos/&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Glaucia Garcia&lt;/strong&gt;. Postado em 16/03/2011 11:57 no site: &lt;em&gt;São Paulo Antiga &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[ &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.saopauloantiga.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.saopauloantiga.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; ] .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Na década de 1920, São Paulo estava passando por diversas transformações urbanísticas e culturais. A nossa cidade estava crescendo e começando a ter status de uma grande metrópole.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Reflexo deste crescimento é que os cemitérios da Consolação e do Araçá estavam superlotados. Sendo assim, foi necessária a criação de uma outra necrópole, o Cemitério São Paulo, no ano de 1926. Paulistanos e principalmente imigrantes bem sucedidos começaram a comprar terrenos nesta necrópole. Escultores eram contratados pelas famílias para fazer verdadeiras obras de arte dentro do Cemitério São Paulo, entre eles, Nicola Rollo, Victor Brecheret, Galileo Emendabili, Vicente Larocca e Armando Zago.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Dentre tantos talentos um aflorava com cada vez mais destaque. Seu nome era Eugênio Prati (1889 – 1979) escultor com enorme talento e grande visão administrativa. Em 1940, Prati lançou um catálogo de obras esculturais de arte funerária para obter mais clientes e conseguiu grande êxito. Podemos encontrar obras de Eugênio Prati na maioria das necrópoles paulistas, também podemos encontrá-las no Cemitério São Francisco de Paula em Curitiba e Cemitério Municipal de Jaú, interior de São Paulo.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O que era para ser um simples catálogo virou hoje item de colecionador com valor histórico imenso. As fotos da galeria abaixo foram registradas no Cemitério São Paulo. Os túmulos continuam os mesmos, mas reparem em algumas fotografias de como a vista do bairro de Pinheiros era diferente. E isso é apenas uma pequena parte que este antigo catálogo nos reserva. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Comparativo fotográfico 1940-2011&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(veja no site: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;São Paulo antiga&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; outras fotos do "Comparativo fotográfico")&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5FudA-8uC4g/TZpahYZyVEI/AAAAAAAAAp0/iMIwahYaNnU/s1600/prati_01tb.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 240px; HEIGHT: 286px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591881416866681922" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-5FudA-8uC4g/TZpahYZyVEI/AAAAAAAAAp0/iMIwahYaNnU/s320/prati_01tb.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4IglhDcfCmA/TZpahSWpf0I/AAAAAAAAAp8/Vl6jI14AIKM/s1600/prati_01xtb.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 240px; HEIGHT: 264px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591881415242907458" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-4IglhDcfCmA/TZpahSWpf0I/AAAAAAAAAp8/Vl6jI14AIKM/s320/prati_01xtb.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Imagens disponíveis em 04/04/2011 no site:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.saopauloantiga.com.br/eugenio-prati-entre-fotos-e-tumulos/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.saopauloantiga.com.br/eugenio-prati-entre-fotos-e-tumulos/&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-MmKy9rNBJew/TZpXCcMZy2I/AAAAAAAAAps/hA_RGaubb8k/s1600/ggc02.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 80px; FLOAT: left; HEIGHT: 80px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591877586773461858" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-MmKy9rNBJew/TZpXCcMZy2I/AAAAAAAAAps/hA_RGaubb8k/s320/ggc02.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;A autora: &lt;strong&gt;Glaucia Garcia de Carvalho&lt;/strong&gt; Licenciada em História pela Universidade Guarulhos, é pesquisadora e professora da rede pública e particular em Guarulhos. Desenvolve trabalhos e projetos sobre patrimônio cemiterial visando à preservação e a identidade cultural. É co-fundadora da Associação Guarulhos tem História e da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais (ABEC). É co-autora dos livros Guarulhos tem História e Guarulhos: espaço de muitos povos .&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.saopauloantiga.com.br/eugenio-prati-entre-fotos-e-tumulos/"&gt;http://www.saopauloantiga.com.br/eugenio-prati-entre-fotos-e-tumulos/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-4615532565150287501?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/4615532565150287501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/04/eugenio-prati-entre-fotos-e-tumulos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/4615532565150287501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/4615532565150287501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/04/eugenio-prati-entre-fotos-e-tumulos.html' title='Eugênio Prati - Entre fotos e túmulos'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-7YzLqZUO8sc/TZpbKbfrHEI/AAAAAAAAAqE/Dup_nhVtLgE/s72-c/escultor_eugenioprati.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-7269627299790696045</id><published>2011-03-27T15:34:00.007-03:00</published><updated>2011-03-27T18:30:39.789-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arqueólogos encontram tumba de príncipe celta na Alemanha'/><title type='text'>Arqueólogos encontram tumba de príncipe celta na Alemanha</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ChO7OQJrXIE/TY-EVDiMHuI/AAAAAAAAApc/hhHM0lpp9VU/s1600/get2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588831159850901218" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-ChO7OQJrXIE/TY-EVDiMHuI/AAAAAAAAApc/hhHM0lpp9VU/s320/get2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Arqueólogos retiraram o túmulo, que pertenceria a um príncipe celta, do local para estudá-lo. Foto: EFE&lt;/em&gt;. Imagem disponível em 27/03/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4863651-EI8147,00-Arqueologos+encontram+tumba+de+principe+celta+na+Alemanha.html#tphotos"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4863651-EI8147,00-Arqueologos+encontram+tumba+de+principe+celta+na+Alemanha.html#tphotos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Redação Terra&lt;/strong&gt;. Publicado no Portal Terra - Notícias em 28 de dezembro de 2010 • 12h21.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Arqueólogos retiraram nesta terça-feira uma tumba celta de 80 t da cidade de Herbertingen, na Alemanha. Jóias e outros objetos foram encontrados.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588831166172651522" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-K55MiyTwGHk/TY-EVbFaYAI/AAAAAAAAApk/BV9NjDQmQrc/s320/get3.jpg" /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Foram encontradas joias e outros objetos na tumba. Foto: EFE&lt;/em&gt;. Imagem disponível em 27/03/2011 no site:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4863651-EI8147,00-Arqueologos+encontram+tumba+de+principe+celta+na+Alemanha.html#tphotos"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4863651-EI8147,00-Arqueologos+encontram+tumba+de+principe+celta+na+Alemanha.html#tphotos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Os pesquisadores acreditam que o túmulo pertencia a um príncipe celta. As informações são da agência EFE e do jornal Bild. Segundo a agência, foram necessárias duas gruas para retirar a tumba que deve seguir agora para um laboratório para ser analisada.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588831155177372338" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-dPu880JJYOs/TY-EUyH7urI/AAAAAAAAApU/U_NiXpGkMcA/s320/get.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Tumba de 80 t é içada na cidade de Herbertingen, na Alemanha. Foto: EFE&lt;/em&gt;. Imagem disponível em 27/03/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4863651-EI8147,00-Arqueologos+encontram+tumba+de+principe+celta+na+Alemanha.html#tphotos"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4863651-EI8147,00-Arqueologos+encontram+tumba+de+principe+celta+na+Alemanha.html#tphotos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4863651-EI8147,00-Arqueologos+encontram+tumba+de+principe+celta+na+Alemanha.html#tarticle"&gt;http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4863651-EI8147,00-Arqueologos+encontram+tumba+de+principe+celta+na+Alemanha.html#tarticle&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Para mais detalhes veja&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Arqueólogos hallan en Alemania una tumba de un Príncipe Celta en la "Troya de Suabia" del Siglo VI:&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.historiayarqueologia.com/profiles/blogs/arqueologos-hallan-en-alemania"&gt;http://www.historiayarqueologia.com/profiles/blogs/arqueologos-hallan-en-alemania&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Encuentran tumba intacta de un príncipe celta del siglo VI a.C. en Alemania:&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://terraeantiqvae.com/profiles/blogs/encuentran-tumba-intacta-de-un"&gt;http://terraeantiqvae.com/profiles/blogs/encuentran-tumba-intacta-de-un&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-7269627299790696045?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/7269627299790696045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/03/arqueologos-encontram-tumba-de-principe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/7269627299790696045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/7269627299790696045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/03/arqueologos-encontram-tumba-de-principe.html' title='Arqueólogos encontram tumba de príncipe celta na Alemanha'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ChO7OQJrXIE/TY-EVDiMHuI/AAAAAAAAApc/hhHM0lpp9VU/s72-c/get2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-6419549777638725616</id><published>2011-03-18T21:35:00.010-03:00</published><updated>2011-04-05T14:31:13.325-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sacro sepulcro'/><title type='text'>Sacro sepulcro</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Algumas igrejas preservam, ainda hoje, quase dois séculos depois de proibirem o enterro em sua nave, as sepulturas dentro dos próprios templos. Participe deixando sua colaboração. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 214px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585585092270032018" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-3nZxpjpuigY/TYP8DDd5BJI/AAAAAAAAAoE/SfaJpMfDRFI/s320/untitled.bmp" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;[Foto de Felipe Augusto de Bernardi Silveira de igreja em Ouro Preto]&lt;/em&gt; Imagem disponível em 18/03/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=3518"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=3518&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Ronaldo Pelli&lt;/strong&gt;. Artigo publicado em 06/01/2011, na Seção "Observatório", do site oficial da Revista de História da Biblioteca Nacional &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;a href="http://revistadehistoria.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://revistadehistoria.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;].&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A disputa médio-higienista x parte do clero que gostaria de manter os enterros dentro das igrejas rendeu, ao menos, achados históricos. A discussão engrossou após a lei que proibia que o interior das igrejas brasileiras continuasse a ser usado como cemitério, no início do século XIX, como mostra &lt;strong&gt;o artigo de Felipe Augusto de Bernardi Silveira na RHBN n. 64, edição de janeiro de 2011&lt;/strong&gt;. Mas algumas igrejas preservam, ainda hoje, quase dois séculos depois, as sepulturas dentro dos próprios templos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Apesar de não se saber o número exato dessas construções religiosas que ainda continuam com tumbas em suas naves, é comum a lembrança de uma ou outra igreja com essa característica. Como acontece, por exemplo, com as chamadas cidades históricas de Minas. A Catedral Basílica de Nossa Senhora do Pilar, em São João Del Rey, a Matriz de Santo Antônio, em Tiradentes, ou a Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias, em Ouro Preto, são três das lembradas.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Outras cidades mais antigas, como o Rio, também têm igrejas nessas condições, como a Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, onde fica parte dos restos mortais de Pedro Álvares Cabral. O arquiteto Renato Cymbalista, que já escreveu “Um roteiro pelos territórios da morte em São Paulo” (editado dentro da série “Dez roteiros históricos a pé em São Paulo”, editora Narrativa 1) e também “Cidades dos vivos: arquitetura e atitudes perante a morte nos cemitérios do estado de São Paulo” (editora Annablume), citou algumas paulistanas: “Lembro da igreja do pátio do colégio em São Paulo, que tem a cripta dos jesuítas, construída em meados do século XVIII; do túmulo de Fernão Dias Pais, no Mosteiro de São Bento em São Paulo; da Cripta (moderna) da Catedral da Sé em São Paulo, onde estão sepultados os bispos paulistas; dos jazigos do Mosteiro da Luz em São Paulo, onde recentemente foram encontrados dois corpos mumificados.”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Já a historiadora Vanessa de Castro Sial, que escreveu exatamente sobre a saída dos mortos dos templos, em “Das igrejas ao cemitério: Políticas públicas sobre a morte no Recife do século XIX” (Editora Secretaria de Cultura da Cidade do Recife), lembrou que a prática de colocar seus mortos dentro das igrejas continua, de maneira um pouco diferente. “A pessoa é enterrada em um dos cemitérios da cidade e após o prazo de exumação (que varia de 18 a 36 meses), os familiares compram ossuários nas igrejas para guardar os restos mortais. Geralmente esses ossuários estão localizados nas áreas laterais das igrejas, antigo local onde estavam as catacumbas.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Os ossuários são administrados por irmandades, confrarias ou pela paróquia. Constituem uma importante fonte de renda para as igrejas e agremiações religiosas.” Segundo Vanessa, todas as igrejas antigas de Recife possuem esses ossuários e, em 2001, quando ela fez a pesquisa, os preços desses depósitos ficavam entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil, mais taxas anuais de R$ 50 a R$ 150. “Santa Rita de Cássia possuía 730 ossuários; São José do Ribamar, 930 ossuários; Santíssimo Sacramento de Santo Antonio, 354 ossuários; Igreja de Nossa Senhora do Carmo, 650 ossuários”, conta ela. Como explicou a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, os enterros nas igrejas não se encerraram, mas são privilégio das autoridades eclesiásticas. “Os dois últimos casos de sepultamento dentro de igreja [de Recife] foi de Dom Helder Câmara em 1999 na Igreja da Sé em Olinda e Frei Damião em 2007 na capela de N. S. das Graças do Convento de São Felix (bairro do Pina, Recife)”, lembrou Vanessa.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 280px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585588698465904146" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/--rhmuoEt8rk/TYP_U9l_JhI/AAAAAAAAAoM/yRq7H8r-5yo/s320/1508FOTO1-PAR.jpg" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Em Vitória ainda se conserva, no atual Palácio Anchieta, sede do governo do estado do Espírito Santo, recentemente restaurado, uma lápide que é um mosaico em mármore negro e branco de Carrara e que veio de Portugal no início do século XVII. Ela marcava o local da sepultura do jesuíta José de Anchieta, que morreu em 1597, no lugar onde existiu a Igreja de São Thiago do Colégio dos Jesuítas da antiga Capitania do Espírito Santo (Rogério Piva). Foto Sagrilo, 2010. Imagem disponível em 18/03/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.mauricioprates.com.br/mauricioprates.asp?secao=coluna&amp;amp;datacadastro=15/08/2010&amp;amp;id=1728"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.mauricioprates.com.br/mauricioprates.asp?secao=coluna&amp;amp;datacadastro=15/08/2010&amp;amp;id=1728&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Colabore com essa reportagem deixando nos comentários o nome e a localização das igrejas que ainda contém sepulturas em suas naves. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=3518"&gt;http://revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=3518&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-6419549777638725616?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/6419549777638725616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/03/sacro-sepulcro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6419549777638725616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6419549777638725616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/03/sacro-sepulcro.html' title='Sacro sepulcro'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-3nZxpjpuigY/TYP8DDd5BJI/AAAAAAAAAoE/SfaJpMfDRFI/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-1329478146019169190</id><published>2011-03-10T08:25:00.007-03:00</published><updated>2011-03-10T09:25:31.667-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Índia: Imperador construiu o Taj Mahal para a amada'/><title type='text'>Índia: Imperador construiu o Taj Mahal para a amada</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-_5kfoJKplaI/TXi7VxV0gDI/AAAAAAAAAns/87DW4BQyyQI/s1600/foto_taj_mahal.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582417720822235186" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-_5kfoJKplaI/TXi7VxV0gDI/AAAAAAAAAns/87DW4BQyyQI/s320/foto_taj_mahal.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;O Taj Mahal com seu espelho d'água, um majestoso mausoléu. Imagem disponível em 10/03/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.webbusca.com.br/atlas/fotos/fotografias-taj-mahal.asp"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.webbusca.com.br/atlas/fotos/fotografias-taj-mahal.asp&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Artigo publicado na seção "Perguntas Superinterressantes" da edição nº 109 de outubro de 1996 da revista "&lt;b&gt;Superinteressante&lt;/b&gt;" [ &lt;/span&gt;&lt;a href="http://super.abril.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://super.abril.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; ]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Quem construiu o Taj Mahal?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;i&gt;O mausoléu foi erguido no século XVII pelo imperador indiano Shanh Johan para homenagear uma de suas esposas, morta durante o parto ao dar a luz pela décima quarta vez. A amada chamava-se Arjumand Banu Began, também conhecida como Muntaz Mahal (que significa "a preferida do palácio") e viveu com o imperador de 1612 a 1631. Foi sua terceira mulher e, como o próprio nome indica, era a verdadeira dona do seu coração. A obra foi iniciada em 1632 na cidade de Agra, na Índia, e ficou pronta 22 anos depois. Foi planejada por arquitetos da própria Índia, Pérsia e regiões da Ásia Central, mas não se sabe de quem foi o projeto final.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;i&gt;Shanh queria um monumento que superasse tudo o que existia de belo para o mundo saber do seu amor. Na construção foram usados materiais preciosos de várias regiões: o mármore branco veio da cidade indiana Jodhpur, a pedra turquesa do Tibet, os corais da Arábia e a malaquita, um metal esverdeado, da Rússia. Mais de 20 000 trabalhadores levantaram o palácio que mede 580 metros de comprimento por 304 metros de largura. Ele tem um espelho d’água que reflete a obra, uma mesquita, uma casa de hóspedes e uma tumba onde estão enterrados os corpos dos dois amantes.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 293px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582417719710170770" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-lKKAJPYH7cU/TXi7VtMrvpI/AAAAAAAAAnk/ZKwOGGTTtm8/s320/interior4.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;div id="gt-res-content" class="almost_half_cell"&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center; ZOOM: 1" dir="ltr"&gt;&lt;span id="result_box" lang="pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="64"&gt;Rodeado&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="65"&gt;por&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="66"&gt;uma&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="67"&gt;tela&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="68"&gt;de mármore, o&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="69"&gt;cenotáfios&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="70"&gt;do&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="71"&gt;Imperador&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="72"&gt;e sua&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="73"&gt;esposa&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="74"&gt;residem&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="75"&gt;no&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="76"&gt;centro da&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="77"&gt;sala&lt;/span&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="78"&gt;.&lt;/span&gt; O corpo de &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="79"&gt;Mumtaz Mahal&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="81"&gt;foi&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="82"&gt;enterrado&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="83"&gt;no Taj&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="84"&gt;Mahal&lt;/span&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="85"&gt;, após&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="86"&gt;sua morte,&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="87"&gt;em&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="88"&gt;1631&lt;/span&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="89"&gt;,&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="90"&gt;Shah&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="91"&gt;Jahan&lt;/span&gt; foi &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="92"&gt;sepultado&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="93"&gt;ao lado&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="94"&gt;de sua esposa&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="95"&gt;em&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="96"&gt;1666,&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;(...)&lt;em&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="102"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="103"&gt;Os&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="104"&gt;túmulos&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="105"&gt;reais&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="106"&gt;estão&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="107"&gt;diretamente&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="108"&gt;abaixo&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="109"&gt;na&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="110"&gt;cripta&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="111"&gt;sombria&lt;/span&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="112"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="113"&gt;Parece&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="114"&gt;que&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="115"&gt;os planos&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="116"&gt;originais&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="117"&gt;para&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="118"&gt;o&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="119"&gt;mausoléu&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="120"&gt;não&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="121"&gt;incluem&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="122"&gt;cenotáfio&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="123"&gt;de Shah&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="124"&gt;Jahan&lt;/span&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="125"&gt;, que&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="126"&gt;foi&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="127"&gt;acrescentado&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="128"&gt;após&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="129"&gt;sua morte, três&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="130"&gt;décadas mais tarde.&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="131"&gt;Isso explicaria&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="132"&gt;a&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="133"&gt;posição&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="134"&gt;assimétrica&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="135"&gt;de&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="136"&gt;seu&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="137"&gt;mausoléu&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="138"&gt;em um&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="139"&gt;plano de&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="140"&gt;outra forma&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="141"&gt;totalmente&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="142"&gt;simétrico&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" closure_uid_ekndi3="143"&gt;&lt;em&gt;.&lt;/em&gt; (tradução: Google Tradutor). Imagem e texto da legenda disponíveis em 10/03/2011 no site: &lt;a href="http://www.taj-mahal.net/augEng/textMM/interiorengN.htm"&gt;http://www.taj-mahal.net/augEng/textMM/interiorengN.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;i&gt;O Taj Mahal, cujo nome quer dizer "a jóia do palácio", está ameaçado pela poluição. Suas paredes estão sendo corroídas. Atualmente, recebe 25 000 visitantes por dia. A história de amor que ele eterniza continua a inspirar poetas no mundo todo, como o brasileiro Jorge Benjor, que fez a música Taj Mahal.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582417716657854258" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-AnkAaJCjZXw/TXi7Vh09FzI/AAAAAAAAAnc/5Zx7mTIAgXY/s320/fotografias_taj_mahal.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;A imponência do mausoléu, atualmente ameaçada pela poluição. Imagem disponível em 10/03/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.webbusca.com.br/atlas/fotos/fotografias-taj-mahal.asp"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.webbusca.com.br/atlas/fotos/fotografias-taj-mahal.asp&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_39703.shtml"&gt;http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_39703.shtml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-1329478146019169190?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/1329478146019169190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/03/india-imperador-construiu-o-taj-mahal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/1329478146019169190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/1329478146019169190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/03/india-imperador-construiu-o-taj-mahal.html' title='Índia: Imperador construiu o Taj Mahal para a amada'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-_5kfoJKplaI/TXi7VxV0gDI/AAAAAAAAAns/87DW4BQyyQI/s72-c/foto_taj_mahal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-8352296021513714218</id><published>2011-03-03T07:01:00.008-03:00</published><updated>2011-03-03T08:20:41.393-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O prazer da dor'/><title type='text'>O prazer da dor</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sensuais e acolhedoras, as jovens divindades esculpidas por Materno Giribaldi enriquecem cemitérios de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 239px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579796908214531682" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-IOO2OWBzjrw/TW9ruZjzNmI/AAAAAAAAAm0/Frgf0qCv5qA/s320/36-Ricardo%252BNami%252BJafet%252B%252811%2529.jpg" /&gt; &lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;i&gt;No jazigo-capela feito por Giribaldi, mulheres com corpos bem delineados representam a missão do consolo diante da morte&lt;/i&gt;. Imagem disponível em 03/03/2011 no blog: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://eternity-art.blogspot.com/search/label/Jafet%20"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://eternity-art.blogspot.com/search/label/Jafet%20&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;b&gt;Maria Elizia Borges&lt;/b&gt;. &lt;span style="LINE-HEIGHT: 20px; COLOR: rgb(51,51,51)" class="Apple-style-span"&gt;Fragmento de Artigo publicado nas páginas 66 a 71, Seção "Perspectiva" da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Revista de História da Biblioteca Nacional&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; [versão online: &lt;a style="COLOR: rgb(102,136,68); TEXT-DECORATION: none" href="http://www.revistadehistoria.com.br/"&gt;http://www.revistadehistoria.com.br/&lt;/a&gt;], Nº 65, Ano 6, de [01 de] Fevereiro de 2011.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;i&gt;Quando se visita um cemitério, o que se vê é uma série de túmulos adornados com cruzes, flores, vasos e imagens de santos e de anjos. Mas quem já viu esculturas como as de Materno Giribaldi – especialista em retratar mulheres em poses sensuais – enfeitando túmulos acaba se perguntando se não seria mais adequado que essas obras de arte ficassem expostas dentro de um museu. Possivelmente, elas estão ali para confirmar o quanto os vivos sentem necessidade de eternizar esses lugares com trabalhos artísticos repletos de significados, sejam sacros ou profanos.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;i&gt;Nas grandes metrópoles brasileiras, como Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador e São Paulo, há cemitérios que são tidos como museus a céu aberto. Isto se deve ao fato de eles abrigarem uma grande quantidade de monumentos luxuosos, ornamentados com estátuas que muitas vezes narram a vida do falecido, reforçando a importância que ele teve. Ao longo da história da humanidade, cada sociedade desenvolveu uma maneira própria de homenagear seus mortos. Esse costume contribui para que os homens vivenciem o seu luto com mais profundidade.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 238px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579793419948243042" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-YaTT0NNtcwI/TW9ojWwTuGI/AAAAAAAAAmk/pIcH4T0sUkk/s320/36-Ricardo%2BNami%2BJafet%2B%25281%2529.jpg" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;(...)&lt;i&gt; conjunto de esculturas de Materno Giribaldi construído em 1932 para um jazigo-capela no Cemitério da Consolação: referências cristãs em estilo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt; art nouveau&lt;/i&gt;&lt;b style="FONT-STYLE: italic"&gt;.&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Imagem disponível em 03/03/2011 no blog: &lt;a href="http://eternity-art.blogspot.com/search/label/Jafet%20"&gt;http://eternity-art.blogspot.com/search/label/Jafet%20&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;i&gt;Materno Giribaldi (1870-1935) nasceu na Itália, aos 60 anos mudou-se para São Paulo, onde instalou seu ateliê na década de 1930. O trabalho do artista apresenta elementos do simbolismo, representação visual que agrupa estilos artísticos europeus do final do século XIX, como o art nouveau (nova arte) e o liberty (noção de liberdade). Suas obras têm composições assimétricas com uma profusão decorativa de arranjos florais envolvendo mulheres nuas e seminuas. Elas expressam dor diante dos mistérios insondáveis da morte e, ao mesmo tempo, exaltam e glorificam a vida terrena. (...)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;i&gt;Leia a matéria completa na edição de Fevereiro, nas bancas.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt;&lt;a href="http://revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=3594"&gt;http://revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=3594&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,51);font-family:'Trebuchet MS', Arial, Tahoma, Verdana;font-size:12;" class="Apple-style-span"  &gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; PADDING-TOP: 0px" class="style4" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sobre &lt;b&gt;MARIA ELIZIA BORGES&lt;/b&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; PADDING-TOP: 0px" class="style4" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; PADDING-TOP: 0px" class="style3" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;É professora Adjunta de História da Arte na Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás. Ministra aulas nos programas de Pós-Graduação: Cultura Visual (FAV) e História (FCHF). Pesquisadora do CNPq. Tem artigos publicados no país e no exterior sobre arte funerária no Brasil. Foi professora e coordenadora do curso de Artes Plásticas da Universidade de Ribeirão Preto, UNAERP (1973-91). Ministrou aulas na Faculdade de Arquitetura da Instituição Moura Lacerda (Ribeirão. Preto, 1992) e no curso de pós-graduação em História da Universidade Estadual Paulista, UNESP (Franca, 1994-95). Exerceu o cargo de Secretária da Cultura na cidade de Ribeirão Preto (1993). Integra o Comitê Brasileiro de História da Arte, a Associação Brasileira de Críticos de Arte e a Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas. É membership da Association for Gravestone Studies (EUA). &lt;/i&gt;É presidente da &lt;b&gt;ABEC&lt;/b&gt; - &lt;b&gt;Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais&lt;/b&gt; (Gestão 2008-2012).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; PADDING-TOP: 0px" class="style3" align="left"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:Georgia, serif;" class="Apple-style-span" &gt;&lt;a href="http://artefunerariabrasil.com.br/"&gt;http://artefunerariabrasil.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-8352296021513714218?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/8352296021513714218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/03/o-prazer-da-dor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/8352296021513714218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/8352296021513714218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/03/o-prazer-da-dor.html' title='O prazer da dor'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-IOO2OWBzjrw/TW9ruZjzNmI/AAAAAAAAAm0/Frgf0qCv5qA/s72-c/36-Ricardo%252BNami%252BJafet%252B%252811%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-2077882099406768176</id><published>2011-02-26T06:03:00.003-03:00</published><updated>2011-02-26T06:28:44.944-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Campo Mourão (PR): Histórias e mitos cercam cemitério'/><title type='text'>Campo Mourão (PR): Histórias e mitos cercam cemitério</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-c7kdLqfh0bk/TWjCoJX4myI/AAAAAAAAAmc/_WCKX7c2qg4/s1600/cemiterioarvore2002.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 215px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577922133465013026" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-c7kdLqfh0bk/TWjCoJX4myI/AAAAAAAAAmc/_WCKX7c2qg4/s320/cemiterioarvore2002.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Cruz de Cedro que virou &lt;em&gt;árvore está até hoje no local&lt;/em&gt;. Imagem disponível em 26/02/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.tribunadointerior.com.br/campo-mourao/noticias/3975/?noticia=historias-e-mitos-cercam-cemiterio"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.tribunadointerior.com.br/campo-mourao/noticias/3975/?noticia=historias-e-mitos-cercam-cemiterio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Walter Pereira&lt;/strong&gt;. Reportagem publicada no site do &lt;em&gt;JORNAL TRIBUNA DO INTERIOR&lt;/em&gt; ( &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.tribunadointerior.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.tribunadointerior.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; ) nas "Notícias" de Campo Mourão em: 20/02/2011 - 11:07 Atualizado em: 26/02/2011 - 05:31&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quem nunca sentiu medo ou teve a leve sensação de um arrepio correr a espinha ao ouvir as sombrias histórias que acontecem entre os quatro cantos dos cemitérios? O local onde todos nos encontraremos um dia é sempre cercado de muitos mitos e mistérios. Os contos, reais ou não, sempre serão colecionados para serem contados por alguém. E no cemitério de Campo Mourão não poderia ser diferente. Tem coveiro que já viu desde bonecos vudu a filho desenterrar o pai e, acreditem se quiser, até uma cruz que já virou árvore.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;A história do cemitério São Judas Tadeu começou oficialmente em março de 58, com o sepultamento de uma mulher. De acordo com os registros da administração, na região havia pelo menos outros quatro “campos santos”, que foram desativados em meados de 2005. Eles eram localizados no São Benedito, Piquirivaí e comunidades do KM 28 e 32. Em Campo Mourão, o primeiro cemitério a ser instalado no município foi no Lar Paraná. Ainda na década de 80, os corpos haviam sido todos removidos ao cemitério atual. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Atualmente, de acordo com informações da administração, há espaço apenas para mais 170 novas sepulturas no cemitério, ou seja, levando em consideração que em Campo Mourão morre uma média de 570 pessoas por ano, o local está com os seus dias contados. “É difícil estabelecer com certeza a quantidade de quantas pessoas ainda podem ser sepultadas. Muitos são enterrados junto de familiares”, explica o administrador João Maria Correa Gonçalves, acrescentando que até agora foram registrados oficialmente em torno de 19.586 sepultamentos. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt; &lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Vandalismo &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Em geral, os cemitérios por mais sombrosos que possam ser, são geralmente considerados espaços tranquilos, locais de paz. “Venho no cemitério toda semana para visitar alguns familiares e gosto da tranquilidade. A hora passa que nem vejo”, confirma a dona de casa, Fátima Herculano, de 38 anos. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No entanto em Campo Mourão, nem mesmo os mortos escapam da brutalidade dos vândalos, que destroem o local. Para se ter uma ideia somente nestes dois primeiros meses do ano, mais de 20 vasos já foram furtados, sem falar das inúmeras peças de bronze, que simplesmente desaparecem. “É difícil evitar. O local é muito grande e existe apenas um vigia para cada turno”, justifica Gonçalves, ressaltando que raramente alguma peça é recuperada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A cruz que virou árvore &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Fatos curiosos marcam a história do único cemitério do município. De acordo com o historiador Jair Elias dos Santos Júnior. Um destes mitos é a “Cruz de Cedro”, fincada no túmulo de Maria Silvério Pereira, esposa de Jozé Luiz Pereira. Trata-se da primeira pessoa que fixou, em definitivo, residência em Campo Mourão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por volta de 1905, Maria Silvério estava arando terra, quando então sofreu um acidente fatal. O cavalo que ela montava arrastou-o, agravando o seu problema abdominal. Os seus familiares fizeram a sepultura e colocaram uma cruz, feita de cedro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Agoniado com a tragédia, Jozé Luiz resolveu ir embora para o Mato Grosso, onde estava seu irmão, Antônio Luiz Pereira. Com o passar dos anos, a cruz apodreceu, permanecendo somente seu tronco. Segundo os mais antigos, da terra do cemitério brotou vida e transformou a cruz de madeira em uma imensa árvore que está até hoje no cemitério. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com o sepultamento de Maria Silvério, criou-se entre as famílias pioneiras o hábito de enterrar seus familiares no local. A história da cruz de cedro virou o conto “A cruz que virou árvore”, escrito pela historiadora Édina Simionato. (WP) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Jurandir, o coveiro que já viu ‘de tudo’ &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Pessoas mortas por apenas R$5, filho jogando lata de cerveja na sepultura dos pais, preservativos espalhados pelo cemitério, rituais de magia negra. Enfim, o coveiro Jurandir Ribeiro de Araújo, de 49 anos, que mantém o ofício há pelo menos 14, diz que já viu de tudo no campo santo de Campo Mourão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“É lamentável você saber que alguém teve a coragem de matar uma pessoa por R$5. Fico pensando, como pode existir alguém assim. Já vi filho revoltado com o pai até no momento do enterro. Ele pegou a enxada da minha mão, abriu um buraco sobre a sepultura e jogou uma lata de cerveja dentro, enquanto falava palavrão contra o próprio pai”, conta o coveiro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Preservativos no cemitério já cansou de encontrar. Além disso já encontrou rituais de magia negra, como bonecos espetados com agulhas, nomes de pessoas dentro de garrafas e até pequenos punhais enterrados na terra. "Quando encontro enterro tudo", comenta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ele relata até um caso inusitado, mas com tanto tempo no ofício e entendendo a dor da família encara com naturalidade. “Foi um dia em que estava sepultando o pai de uma moça e ela, inconformada, ficava me vendo como uma pessoa cruel. Dizia que o pai dela ia ficar sem ar embaixo da terra e que um dia alguém ia fazer daquele jeito comigo também”, conta ele, que diz não temer a passagem dessa vida. Evangélico, só se preocupa com uma coisa: alcançar a salvação eterna. “Só gostaria de ter a certeza da salvação. O resto não importa.” &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há tanto tempo enterrando gente, Araújo diz que já dividiu tristezas e derramou lágrimas junto a famílias. “Rapaz, tem hora que a gente não aguenta e chora junto. O meu trabalho me faz pensar na vida”, completa. (WP)&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577922130190059426" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-0BI9yaWNoYo/TWjCn9LEx6I/AAAAAAAAAmU/dwE1m2PmJJY/s320/jurandir2002.jpg" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Jurandir trabalha há cerca de 14 anos no cemitério&lt;/em&gt;. Imagem disponível em 26/02/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.tribunadointerior.com.br/campo-mourao/noticias/3975/?noticia=historias-e-mitos-cercam-cemiterio"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.tribunadointerior.com.br/campo-mourao/noticias/3975/?noticia=historias-e-mitos-cercam-cemiterio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;O retrato do descaso &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Sepulturas em ruínas, carreadores na terra pura e sujeira, mas muita sujeira mesmo para todos os lados. Este é o estarrecedor retrato do São Judas Tadeu. Um dos locais mais visitados da cidade não oferece sequer o mínimo de estrutura aos visitantes. Atualmente, de acordo informações levantadas junto a administração, pelo menos 80% do cemitério não dispõe de asfalto. Os carreadores que estão com o que resta de malha asfáltica também estão bastante deteriorados. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A situação é ainda mais grave onde não tem asfalto. A erosão já começa a formar valetas entre os túmulos. De acordo com os próprios funcionários, quando chove o local fica praticamente intransitável. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A reportagem entrou em contato com o secretário de planejamento para saber se existe algum projeto de melhorias para cemitério, mas não o encontrou. (WP)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Há 28 anos idosa limpa e conserva túmulos &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Um ofício nada comum e que, de certa forma, exige muita coragem. Afinal de contas não é qualquer pessoa que se dispõe a cuidar de túmulos. É arrepiador, ainda mais por se tratar de cemitério. Estamos falando de uma personagem real. Ela se chama Nair da Rocha da Silva, de 66 anos, que há pelo menos 28 anos limpa e conserva túmulos no cemitério. A idosa presta os serviços particulares e, por mês, consegue tirar algo em torno de pouco mais de um salário. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dona Nair, como é mais conhecida, é uma senhora franzina, tímida, mas corajosa. Hoje ela é responsável pela conservação de pelo menos 60 túmulos no cemitério São Judas Tadeu. Há quase três décadas trabalhando ao lado dos mortos, ela afirma que nunca presenciou nenhum fenômeno estranho, muito menos se sentiu mal ou amedrontada por estar próxima aos defuntos. “Me sinto em paz”, sintetiza. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 198px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577922129926207890" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-718AkDTO6Ro/TWjCn8MKuZI/AAAAAAAAAmM/sjJIjz8dZr8/s320/cemiterio20022.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Dona Nair, como é mais conhecida, limpa pelo menos 60 túmulos por mês&lt;/em&gt;. Imagem disponível em 26/02/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.tribunadointerior.com.br/campo-mourao/noticias/3975/?noticia=historias-e-mitos-cercam-cemiterio"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.tribunadointerior.com.br/campo-mourao/noticias/3975/?noticia=historias-e-mitos-cercam-cemiterio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No entanto a zeladora faz uma ressalva, diz que a única coisa que a incomoda são as macumbas espalhadas pelos estreitos carreadores junto às tumbas. “Já encontrei velinhas coloridas de ‘saravá’ e até galinha preta morta”, revela. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Todos os dias, pelo menos desde que começou a trabalhar no cemitério, a rotina de Nair é a mesma: pegar no trabalho às 8 horas da manhã com parada às 6 horas da tarde. Ela diz que os pais, entre outros parentes estão sepultados no local e aproveita também para visitá-los. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nair faz questão de ressaltar as inúmeras amizades já consolidadas no local. Além dela, pelo menos outras 10 mulheres aderiram ao ofício. A senhora lembra que hoje, boa parte da limpeza é feita por ela, mas que no futuro, quando também estiver no mundo dos mortos espera que outra pessoa continue a tarefa. “Não pode esquecer de limpar o meu túmulo também”, brinca. “Às vezes a gente brinca, mas é verdade”, completa com leve sorriso estampado no rosto tímido. (WP) &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;em&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.tribunadointerior.com.br/campo-mourao/noticias/3975/?noticia=historias-e-mitos-cercam-cemiterio"&gt;http://www.tribunadointerior.com.br/campo-mourao/noticias/3975/?noticia=historias-e-mitos-cercam-cemiterio&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-2077882099406768176?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/2077882099406768176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/02/campo-mourao-pr-historias-e-mitos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/2077882099406768176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/2077882099406768176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/02/campo-mourao-pr-historias-e-mitos.html' title='Campo Mourão (PR): Histórias e mitos cercam cemitério'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-c7kdLqfh0bk/TWjCoJX4myI/AAAAAAAAAmc/_WCKX7c2qg4/s72-c/cemiterioarvore2002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-6844268764441922443</id><published>2011-02-17T06:07:00.004-02:00</published><updated>2011-02-17T06:56:40.669-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rio Grande do Sul: Pesquisadora resgata memória de milhares de desbravadores'/><title type='text'>Rio Grande do Sul: Pesquisadora resgata memória de milhares de desbravadores</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ANTX-OrcPJc/TVzZghzaHGI/AAAAAAAAAmE/YG6zdhNFRto/s1600/Hintz_pesquisadecampo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 313px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574569591630863458" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-ANTX-OrcPJc/TVzZghzaHGI/AAAAAAAAAmE/YG6zdhNFRto/s320/Hintz_pesquisadecampo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Fotos Divulgação. Imagem disponível em 17/02/2011 no site: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Publicado no site: BrasilAlemanha (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.brasilalemanha.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.brasilalemanha.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;) , no Blog da Júlia Kupfers Blog, Notícias BrasilAlemanha, acessado em 17/02/2011.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Lançado em novembro de 2010, o livro &lt;strong&gt;Cemitérios em Candelária, RS e adjacências&lt;/strong&gt; / &lt;strong&gt;Friedhöfe in Candelária, RS und Umgebung&lt;/strong&gt;, da pesquisadora Marli Marlene Hintz, traz o registro de 5.098 pessoas sepultadas em 40 cemitérios no interior dos municípios de Candelária, Passa Sete e Vale do Sol, na região central do Rio Grande do Sul.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574568779932084322" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-4g6xl-JyWIY/TVzYxR_VqGI/AAAAAAAAAlc/qEIah0UgQbQ/s320/Hintz_autografando_600pi.jpg" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Marli Hintz autografando seu livro&lt;/em&gt;. Imagem disponível em 17/02/2011 no site: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;É o primeiro volume da série que visa resgatar os obituários ocorridos naquela região, a fim de preservar a memória dos desbravadores, visto que suas sepulturas vêm sendo substituídas por novos sepultamentos, sem que haja o cuidado de mencionar quem anteriormente ocupara aquele espaço. A obra traz ainda o endereço de cada cemitério, bem como um esquema de localização de cada sepultura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;As crônicas acerca da origem de alguns cemitérios, como, no caso, o Cemitério Familiar Schuck e o Cemitério Familiar Knies, iniciados após uma tragédia, foram traduzidas também para a língua alemã, assim como os demais textos e endereços.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quem tiver interesse em adquirir um exemplar do livro ou alguma fotografia de lápides de pessoas nascidas até 1900, poderá contatar a autora através do telefone (51) 8181 5138 ou (51) 9159 3195 ou pelo e-mail &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:marli_hintz@hotmail.com"&gt;&lt;em&gt;marli_hintz@hotmail.com&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 295px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574568788294585410" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-252IH7XVOzE/TVzYxxJHTEI/AAAAAAAAAlk/feN--thL-Qs/s320/Hintz_chimarrao.jpg" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A autora inserida na cultura gaúcha com o inseparável chimarrão.&lt;/em&gt; Imagem disponível em 17/02/2011 no site: &lt;a href="http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739"&gt;http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Sobrenomes encontrados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Abling, Achtenberg, Aggens, Albrecht, Almeida, Alves, Andrade, Anger, Aretz, Aubana (Haubert), Aude, Auler, Aute, Ávila, Azevedo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bagel, Baier, Baierle, Bailke, Bapen, Bappen, Bartel, Bartz, Basso, Bastos, Batista, Bauer, Beber, Becker, Behling, Beier, Beise, Beisse, Belhke, Beling, Bellingh, Bender, Berlr (Berle), Bernardi, Bernardy, Bernhard, Bertoline, Bicca, Bilge, Bittencourt, Blank, Bloesz, Boeck, Böck, Bock, Boer, Böer, Boesel, Boettger, Bohrer, Bolduan, Bolgrin, Boness, Bopp, Borchard, Borges, Born, Borstmann, Bottlender, Braatz, Braga, Brainer, Brainert, Brandão, Brandt, Brant, Brats, Bratz, Brem, Bressler, Bringmann, Brockhausen, Brixner, Brum, Bublitz, Buchmaier, Buchmayer, Buchmeier, Bündchen, Burmeister, Busato, Busch, Buss, Butzke, Butzker, Butzlaff;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 213px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574568799846193074" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-ueICpP4ftNM/TVzYycLO17I/AAAAAAAAAl0/A0S0d1xoHug/s320/Hintz_FrankiskaBartel_600pi.jpg" /&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Imagem disponível em 17/02/2011 no site: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Campos, Candido, Cardoso, Carlotto, Carmo, Carvalho, Casdro, Caspers, Castan, Castro, Ceza, Cezar, Chaves, Christmann, Chultz, Clauhs, Coimbra, Colto, Conceição, Conrad, Correa, Correia, Coulart, Couto, Cristow (Ristow);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daleaste, Dashow, Dassov, Dassow, Daumke, Dausel, Davares, D’Ávila, Dettmann, Dias, Diehl, Doebber, Doege, Doss, Drachler, Durre vald (Dürrewald), Dürrewald, Dutra, Duval;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ebert, Eckel, Einloft;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gerunewald, Gevehr, Gewehr, Ghiell, Giehl, Gienow, Ginow, Goechs, Goecks, Göcks, Goelzer, Göhl, Goldbeck, Gomes, Gonçalves, Gomçalves, Gonsalves, Goulart, Goularte, Goularti, Grade, Graeff, Grehers, Grehs, Greiner, Groeler, Gröler, Grohe, Gruneval, Grunewald, Guedes, Guindel, Gularte, Guna, Gündel, Güntel;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haetinger, Hackbard, Hackbarth, Hasse, Haubert, Haupt, Haut, Hauth, Hautt, Heilmann, Heylmann, Heimerdinger, Heinrich, Heinze, Heize (Heinze), Heller, Hencker, Henckes, Henke, Henker, Henkes, Henquer, Henrique, Herber, Herberts, Herbertz, Hermenegildo, Hesel, Hessel, Hienze (Heinze), Hinz, Hintz, Hirsch, Hoppe, Hoqqe (Hoppe), Hösel, Hübner, Hüschen;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 193px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574569590411662690" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-8_iLs3stg4s/TVzZgdQulWI/AAAAAAAAAl8/JF8qHnR2MdM/s320/Hintz_KatharinaHeilmann_600pi.jpg" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Imagem disponível em 17/02/2011 no site: &lt;a href="http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739"&gt;http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Ignácio, Iser;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaehn, Jagnow, Jahke, Jahn, Jahnck, Jahnke, Jancke, Janke, Jappe, Jensen, John, Jost, Jung, Junk (Jung);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kadatz, Kamenberg, Kanitz, Kannenberg, Kappke, Karnopp, Karsten, Kasburg, Kaulfersch, Kegler, Kellermann, Kenemann, Kettermann, Klaus, Kleid, Klein, Kleinert, Klock, Knak, Knies, Knirsch, Knoll, Kochemborger, Kochenborger, Koenemann, Könemann, Koenig, König, Koepp, Köpp, Kohls, Konrad, Konradt, Koppenhagen, Kops, Körner, Kotz, Krätzmann, Krause, Kreher, Kretzmann, Krug, Krüger, Kühl, Kuhn, Kummer, Kuntz, Kunz, Küntzer;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamdskron (Landskron), Lauer, Leib, Leid, Lemes, Lenz, Leopold, Lermen, Lessing, Limberger, Lindemann, Linha, Linhar, Linhares, Lipert, Loebens, Loeve, Loewe, Löwe, Lopes, Love, Ludtk, Luedtke, Lüdtke, Lüdtze, Luther, Lütke, Luettjohann, Lüttjohann, Lutz;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Machado, Machata, Maciel, Maehler, Mahlke, Maidana, Malich, Mallüg, Manske, Maraschin, Marascuim, Marion, Maroes, Marques, Martin, Martins, Massadt, Mata, Mattana, Mechow, Melchior, Melchiors, Melz, Menezes, Michel, Milbradt, Minhs (Minks, Minks, Mohr, Mora, Moraes, Morais, Moraz, Morsch, Mota, Moura, Mouro, Müchel, Mueller, Müller, Muler, Mundstoc, Mündstock, Mundstock, Münks;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574568790342979026" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-F9viIkYPPxc/TVzYx4xfTdI/AAAAAAAAAls/8-wA08vUxPI/s320/Hintz_FamiliarWelsch_AltoPassaSete_600pi.jpg" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Imagem disponível em 17/02/2011 no site: &lt;a href="http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739"&gt;http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Nass, Nauder, Nauderer, Nehls, Nenemann, Nery, Neu, Neubauer, Neuenfeldt, Noinfelt, Nunes, Oesterreich, Oldenburg, Oliveira, Oltenbuar, Otto, Overbeck, Overbecke;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padilha, Pagel, Paranha, Parnow, Passos, Paulos, Paulus, Pereira, Perussato, Petri, Petry, Pherner, Pidt, Pimenta, Pires, Pitrovsky, Plautz, Pless, Polli, Polly, Pomerening, Porto, Post, Pothin, Prade, Prado, Prates, Preste, Prestes, Priebe, Puntel;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quevedo, Quimba, Quoos, Quos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rachel, Radinz, Radke, Radtke, Radüns, Raduntz, Radünz, Ramm, Ramoz, Rathke, Ratzinger, Rauber, Rech, Rediske, Regert, Rego, Rehbein, Rehebein, Rehers, Reis, Reohr, Retzlaff, Richardt, Rickmann, Rieck, Ristov, Ristow, Ritzel, Rocha, Rodrigues, Roehrs, Röhrs, Roerhs, Rohde, Roehers, Rohers, Röhers, Röhes, Roloff, Roos, Rosa, Rosário, Rösler, Rossa, Rothmund, Rotrique, Ruckert, Ruff, Runge, Ruppenthal, Rusch, Rusdoitschen, Rutsads, Rutsats, Rutsatts, Rutsatz, Ruttsatz;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sá, Salim, Sandos, Santos, Schäme, Schefferdecker, Schell, Scherer, Schiefelbein, Schieferdecke, Schieferdecker, Schieffelbein, Schiefferdecker, Schiferdecke, Schiferdecker, Schiferdeker, Schifferdecker, Schilling, Schlittler, Schlemma, Schlemmer, Schloesser, Schlosser, Schmachtenberg, Schmid, Schmidt, Schmiedt, Schmitt, Schnantes, Schneider, Schönwalder, Schroeder, Schröder Schuck, Schuler, Schuldz, Schultz, Schulz, Schumacher, Schüncke, Schünke, Schurer, Schürer, Schvantes, Schwandes, Schwantes, Schwantez, Schwantz, Seckler, Sehn, Seibert, Severo, Seza, Shäme, Shulthz, Shultz, Silva, Silveira, Simon, Slim, Soares, Souza, Sperling, Staffen, Stahlecker, Stail (Steil), Steffen, Steil, Stein, Steindorff, Steinhaus, Stoeckel, Strach, Strassburger, Strub, Stumm, Souza, Suckow, Sudhaus, Svarosky;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574568782552372642" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-K82zLwKe5Zo/TVzYxbwEFaI/AAAAAAAAAlU/OLkgpwl8VkI/s320/HICD49%257E1.JPG" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Imagem disponível em 17/02/2011 no site: &lt;a href="http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739"&gt;http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Tech, Teche, Teichmann, Teixeira, Tesch, Tesche, Tetzlaff, Theichmann, Thom, Thume, Trindade, Turcatto, Türk;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ullmann, Ummus;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vargas, Velsch, Vick, Vidal, Voelz, Völz, Voese, Volff;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wagner, Waide (Weide, Wallter, Wanzen, Wegener, Wegner, Weide, Weinig, Weinöhl, Weirich, Welker, Welsch , Wendler, Wermuth, Wernz, Wiedenhöft, Willmann, Wilmann, Winck, Winkelmann, Winter, Wohlenberg, Wolff, Wolffenbüttel, Wollmann, Wollmer, Wunes, Wunstel;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zahn, Ziehmann, Zielch (Zilch), Ziemann, Zieske, Zilch, Zillmann, Zillmer, Zingler, Züge, Zühl, Zül, Zuse, Zusser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Marli Hintz, autora&lt;br /&gt;E-mail: &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:marli_hintz@hotmail.com"&gt;&lt;em&gt;marli_hintz@hotmail.com&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FONTE&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739"&gt;http://www.brasilalemanha.com.br/portal/index.php?p=noticias&amp;amp;getID=5739&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-6844268764441922443?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/6844268764441922443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/02/rio-grande-do-sul-pesquisadora-resgata.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6844268764441922443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6844268764441922443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/02/rio-grande-do-sul-pesquisadora-resgata.html' title='Rio Grande do Sul: Pesquisadora resgata memória de milhares de desbravadores'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ANTX-OrcPJc/TVzZghzaHGI/AAAAAAAAAmE/YG6zdhNFRto/s72-c/Hintz_pesquisadecampo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-6838757748807201969</id><published>2011-02-11T22:25:00.006-02:00</published><updated>2011-02-11T23:15:05.220-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Santo mau cheiro'/><title type='text'>Santo mau cheiro</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sepultados sob solo santo: Contrariando a opinião de cientistas do século XIX, um padre queria que os católicos continuassem sendo sepultados nas igrejas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 224px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572593222858639906" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-E0tCUPNcS9U/TVXUAuY9CiI/AAAAAAAAAlE/6dNjaqHQLDQ/s320/v6n1a03f3.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Diversos tipos de cortejos fúnebres", aquarela de Debret (1823).&lt;/em&gt; Imagem disponível em 11/02/2011 no site: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-59701999000200003&amp;amp;script=sci_arttext#im3"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-59701999000200003&amp;amp;script=sci_arttext#im3&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Felipe Augusto de Bernardi Silveira&lt;/strong&gt;. Fragmento de Artigo publicado nas páginas 44 a 47, da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Revista de História da Biblioteca Nacional&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; [versão online: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.revistadehistoria.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;], Nº 64, Ano 6, de [01 de] Janeiro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Um artigo no Diário Fluminense de 27 de dezembro de 1825, de um autor que se identificava apenas como “Novo Correspondente”, daria o que falar. Por suas argumentações, o texto parecia ter sido escrito por alguém letrado ou até por um médico, especialmente quando tecia elogios ao governo imperial, por conta de uma sábia decisão tomada naquele ano. O fato é que uma nova lei baixada na ocasião proibia que o interior das igrejas brasileiras continuasse a ser usado como cemitério, cumprindo uma antiga determinação feita por meio de uma Carta Régia de 1801. O artigo seguia com uma saraivada de acusações ao clero e criticava o fato de a Igreja Católica brasileira enterrar seus mortos nas campas, pequenos quadrados de madeira numerados no chão do templo. Era algo que parecia atrasado, pouco civilizado e, principalmente, nocivo à saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As coisas estavam mudando na primeira metade do século XIX. A chegada da família real em 1808 certamente desencadeou uma série de alterações na rotina e nos costumes dos súditos. Civilizar-se estava na ordem do dia, e um dos caminhos para se atingir esse objetivo era por meio do desenvolvimento da medicina. Após a Independência, em 1822, um corpo médico-higienista começou a propor soluções não só para os problemas sanitários do Rio de Janeiro, mas de todo o Império, uma vez que a insalubridade era tida como a causa principal das enfermidades.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 265px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572593221073513522" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-CztrcWG8VkM/TVXUAnvWLDI/AAAAAAAAAlM/yLVXqV8xEfI/s320/cemiterio-novo1%2B-%2BC%25C3%25B3pia.jpg" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Cemitério Novo, em Petrópolis. foto de Pedro Hees (c.1870).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;[Original Acervo da Fundação Biblioteca Nacional - Coleção Thereza Christina Maria]&lt;em&gt; Na primeira metade do século XIX, os enterros no interior dos templos foram proibidos em várias cidades brasileiras. &lt;/em&gt;Imagem disponível em 11/02/2011 no site: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://facadaleitemoca.wordpress.com/2009/06/05/rio-de-janeiro-seculo-xix/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://facadaleitemoca.wordpress.com/2009/06/05/rio-de-janeiro-seculo-xix/&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Segundo as teorias médicas da época, o mal era um só: a presença de gases miasmáticos e nocivos no ar que se respirava, produzidos por matéria animal ou vegetal em decomposição. Invisíveis, podiam ser encontrados nas cidades, em locais onde o estrume ficava acumulado, como no meio das ruas, e onde havia água parada ou animais mortos. Mas esses miasmas eram percebidos principalmente nos cemitérios. A tese de doutorado de Manoel Maurício Rebouças, defendida na Faculdade de Paris em 1831, reforçava os argumentos dos higienistas brasileiros. Intitulada “Dissertação sobre as inumações em geral e seus desastrosos resultados”, ela reunia documentos tidos como fidedignos, pois envolviam pessoas de caráter inquestionável, como padres e médicos. O problema estava nas alterações sofridas pelo ar devido a diferentes propriedades que se agregavam a ele, alterando suas características originais. Até mesmo o hálito, a transpiração e os excrementos de um animal eram considerados agentes contaminadores. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia a matéria completa na edição de Janeiro, nas bancas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Felipe Augusto de Bernardi Silveira&lt;/strong&gt; é professor da UFMG e do Colégio Dona Clara. É autor da Dissertação "&lt;em&gt;Entre políticas públicas e tradição: O processo de criação do Campo Santo na cidade de Diamantina (1846-1915)&lt;/em&gt;" (UFMG, 2005).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=3493"&gt;http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=3493&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-6838757748807201969?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/6838757748807201969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/02/santo-mau-cheiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6838757748807201969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6838757748807201969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/02/santo-mau-cheiro.html' title='Santo mau cheiro'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-E0tCUPNcS9U/TVXUAuY9CiI/AAAAAAAAAlE/6dNjaqHQLDQ/s72-c/v6n1a03f3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-6728676103211737613</id><published>2011-01-26T14:17:00.005-02:00</published><updated>2011-01-26T15:00:56.937-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Votuporanga (SP): Museu realiza estudos sobre cemitérios históricos'/><title type='text'>Votuporanga (SP): Museu realiza estudos sobre cemitérios históricos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Apesar de ser uma reportagem de 2006 achei interessante pela iniciativa, infelizmente não sei se ainda foi alcançada conforme pude constatar no site oficial do município.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TUBMbkSK5CI/AAAAAAAAAks/OskORxutuI8/s1600/5613703.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566533175909999650" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TUBMbkSK5CI/AAAAAAAAAks/OskORxutuI8/s320/5613703.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Cemitério Hitórico da Vila Carvalho. Foto: André Villar, 2007. Imagem disponível em 26/01/2011 no site: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.panoramio.com/photo/5613703"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.panoramio.com/photo/5613703&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Artigo publicado pela Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Votuporanga em 13/12/2006 às 08:10:00 na Seção Geral do Portal de Notícias: &lt;a href="http://www.regiaonoroeste.com/portal/home.php"&gt;http://www.regiaonoroeste.com/portal/home.php&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A equipe do Museu Municipal “Edward Coruripe Costa”, de Votuporanga, está realizando estudos sobre os vários cemitérios desativados na região. O levantamento teve início no ano passado e busca contribuir para a preservação da identidade cultural e da história de desenvolvimento local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos já foram realizados na Estrada de Rodagem Porto do Tabuado, conhecida como Estrada Boiadeira (1889 – 1950). A via foi uma das principais rotas para o crescimento da região do Noroeste Paulista até o antigo estado do Mato Grosso (atualmente Mato Grosso do Sul).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Encarregado do Setor de Museus e Patrimônios Históricos e Coordenador do Mapeamento, Evandro Júnior, a região de Votuporanga conta com oito cemitérios desativados, localizados em São João das Duas Pontes, Santo Antonio do Viradouro, Vila Aparecida, Valentim Gentil, Vila Carvalho, Córrego da Prata, Bairro do Carrilho e do Córrego do Bonito. Muitos desses pontos de sepultamento estão localizados em propriedades privadas. A equipe explica que em todos os casos, as características arquitetônicas são as mesmas: cercado com estacas de aroeira e um cruzeiro de madeira ao centro. Também constatamos uma divisão social que enterrou de um lado os indigentes ou proletariados em covas com pouca ou nenhuma identificação, do outro, famílias nobres com sepulturas de luxo em locais privilegiados geograficamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evandro Jr. destaca ainda a riqueza histórica do cemitério da Vila Carvalho, de Votuporanga. “No local, está enterrado um dos primeiros compradores de terras da região na década de 20. O Coronel Felício José de Carvalho adquiriu parte da extensa fazenda Santo Antônio do Viradouro. Também estão sepultados poceiros, carroceiros e parentes de moradores da referida vila, que conforme data informada no cruzeiro, é de 1925”, explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 216px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566533182748852450" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TUBMb9wrgOI/AAAAAAAAAk0/QOWdaf1-4XE/s320/39107613.jpg" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Aspecto de Vila Carvalho. "&lt;em&gt;Esta é a vila mais antiga do município de Votuporanga, que existe antes mesmo da própria sede do município&lt;/em&gt;". Foto: Votupa [sem data]. Imagem disponível em 26/01/2011 no site: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.panoramio.com/photo/39107613"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.panoramio.com/photo/39107613&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Cemitério Vila Carvalho&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Buscando resgatar toda a história que envolve o cemitério da Vila Carvalho, o Setor de Museus e Patrimônios Históricos juntamente com a Secretaria da Educação e Cultura vem desenvolvendo um minucioso trabalho de preservação do espaço. Está em andamento, o projeto de nome “Revitalização do Histórico Cemitério Boiadeiro da Vila Carvalho” seguindo padrões do DPRN (Departamento de Recursos Naturais), Polícia Ambiental e profissionais da área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo trabalho, estão previstas: estaqueamento da velha cerca de aroeira por uma madeira semelhante, reconstrução do cruzeiro de aroeira, bosqueamento e conservação das 32 sepulturas ainda visíveis, limpeza em volta das sepulturas em um raio de 50 cm de diâmetro, reconstituição dos túmulos que ainda estão visíveis, construção de uma entrada para facilitar o acesso dos visitantes valorizando o local histórico, catalogação das espécies da fauna e flora que se formaram no cemitério, conscientização dos moradores da Vila Carvalho em zelar o seu importante Patrimônio Histórico, incentivar roteiro histórico, turístico e natural e entender como era o processo funerário no inicio do povoamento de nossa região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cemitério está localizado na rodovia Péricles Beline, à 7 Km, de Votuporanga, na estrada boiadeira Vila Carvalho, as margens da Estrada Boiadeira do Taboado, próximo ao Córrego Cachoeira.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.regiaonoroeste.com/portal/materias.php?id=3484"&gt;http://www.regiaonoroeste.com/portal/materias.php?id=3484&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo o site oficial da Prefeitura de Votuporanga, no link da Secretaria de Educação Cultura e Turismo, setor Museu Municipal "Edward Coruripe Costa" existe (2011) um projeto desenvolvido pelo museu denominado "&lt;em&gt;Estratégias de Conservação ao Cemitério Histórico de Vila Carvalho - Estão sendo levantados todos os trâmites legais para que aconteça a revitalização do cemitério da Vila Carvalho. Foi elaborada uma proposta de revitalização para o local preservando sua originalidade e as espécies nativas que se desenvolveram no local.&lt;/em&gt;"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Confira no link:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.votuporanga.sp.gov.br/www/secretaria/?sid=14&amp;amp;ssid=81"&gt;http://www.votuporanga.sp.gov.br/www/secretaria/?sid=14&amp;amp;ssid=81&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-6728676103211737613?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/6728676103211737613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/01/votuporanga-sp-museu-realiza-estudos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6728676103211737613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6728676103211737613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2011/01/votuporanga-sp-museu-realiza-estudos.html' title='Votuporanga (SP): Museu realiza estudos sobre cemitérios históricos'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TUBMbkSK5CI/AAAAAAAAAks/OskORxutuI8/s72-c/5613703.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-4588744339083798040</id><published>2010-11-17T22:24:00.004-02:00</published><updated>2010-11-17T22:52:55.058-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blumenau (SC) - Cemitérios da Vila Itoupava são inventariados'/><title type='text'>Blumenau (SC) - Cemitérios da Vila Itoupava são inventariados</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TOR1AusX7YI/AAAAAAAAAkY/btj8RT8-7xQ/s1600/dscf1321.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 125px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540682096967150978" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TOR1AusX7YI/AAAAAAAAAkY/btj8RT8-7xQ/s320/dscf1321.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Vista panorâmica do Cemitério de Vila Itoupava, Blumenau (SC), 07/11/2010. Imagem disponível em: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://interditus.wordpress.com/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://interditus.wordpress.com/&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;MORGANA MICHELS&lt;/strong&gt;. Artigo publicado na edição de 13/11/2010 N° 12096 do &lt;em&gt;JORNAL SANTA CATARINA&lt;/em&gt; de Blumenau (SC) na Seção: HISTÓRIAEspecial/Santa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;BLUMENAU - Preservar o patrimônio histórico é fundamental para que a comunidade estabeleça uma relação com sua história. Com base neste princípio, o Fundo Municipal de Cultura e a Fundação Cultural promovem um inventariamento dos cemitérios da Vila Itoupava. O projeto Lugares de Antepassados, Lugares de História: inventário de cemitérios de imigrantes em Vila Itoupava, prevê o levantamento das características dos túmulos, por meio de imagens e descrição, para que sejam feitas ações em prol da preservação deste patrimônio funerário. Inicialmente, o trabalho permitirá o conhecimento das características dos bens culturais e estado de conservação. O próximo passo será o tombamento e as restaurações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inventário começou este mês com o levantamento do Cemitério do Centro e a previsão de encerramento é para março de 2011, quando mais cinco cemitérios serão registrados. Segundo a diretora do Departamento Histórico Museológico de Blumenau, Sueli Petry, o conhecimento dos bens imateriais servirá como relevante registro da cultura e poderá fomentar o uso destes espaços como rotas culturais. Nestes cemitérios estão famílias que participaram da história da cidade e também estão retratadas as diversas classes sociais que podem ser vistas nas edificações tumulares:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Os cemitérios não são mais locais de sentimentos de perda, mas espaços nobres que merecem visitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A historiadora e coordenadora do Grupo de Estudos Cemiteriais de SC e do inventário dos Cemitérios da Vila Itoupava, Elisiana Trilha Castro, acrescenta que este levantamento pretende acompanhar as mudanças dos usos e costumes funerários e levantar elementos da religiosidade e da formação da cidade. Para ela, os cemitérios são arquivos da memória familiar e local. Após o inventário da Vila Itoupava, a intenção do grupo liderado por Elisiana, mestre em Arquitetura e Urbanismo (UFSC) e doutoranda em História (UFSC), é estender o trabalho para outros bairros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540683235263725218" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TOR2C_LbPqI/AAAAAAAAAkg/XYh72J5NHsU/s320/interitus-2.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Membros da equipe do Grupo Interditus realizando levantamento do primeiro cemitério do Inventário de Vila Itoupava (Blumenau), 07/11/2010. Imagem disponível em: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://elisianacastro.wordpress.com/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://elisianacastro.wordpress.com/&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;PRIMEIRAS DESCOBERTAS&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No levantamento do Cemitério do Centro, o primeiro a passar pelo inventário na Vila Itoupava, já foram encontradas características relacionadas com os cemitérios de comunidades teuto-brasileiras (de influência germânica). Eles apresentam elementos da postura funerária encontradas em áreas de imigração alemã, como poucas imagens de santos e alegorias, o uso de epitáfios em alemão, a inscrição do sobrenome de solteira em sepultamentos femininos e poucos mausoléus. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;FONTE:&lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,186,3107638,15891"&gt;http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,186,3107638,15891&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Veja também:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Blog Pesquisas Cemiteriais:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://elisianacastro.wordpress.com/2010/11/13/sobre-o-mais-novo-inventario/"&gt;http://elisianacastro.wordpress.com/2010/11/13/sobre-o-mais-novo-inventario/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Interditus's Blog:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://interditus.wordpress.com/2010/11/09/pesquisa-de-campo/"&gt;http://interditus.wordpress.com/2010/11/09/pesquisa-de-campo/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-4588744339083798040?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/4588744339083798040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/11/blumenau-sc-cemiterios-da-vila-itoupava.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/4588744339083798040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/4588744339083798040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/11/blumenau-sc-cemiterios-da-vila-itoupava.html' title='Blumenau (SC) - Cemitérios da Vila Itoupava são inventariados'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TOR1AusX7YI/AAAAAAAAAkY/btj8RT8-7xQ/s72-c/dscf1321.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-6903780301763607212</id><published>2010-11-12T22:09:00.003-02:00</published><updated>2010-11-12T22:52:36.859-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Goiás: Por falta de recursos - cemitérios irregulares são comuns em núcleos rurais'/><title type='text'>Goiás: Por falta de recursos - cemitérios irregulares são comuns em núcleos rurais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Em núcleos rurais de território goiano, é comum encontrar ossadas enterradas desde o século passado. Escassez de recursos e de médicos que emitissem atestados de óbito estão entre as causas que determinaram o costume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Mara Puljiz&lt;/strong&gt;. Artigo publicado originalmente no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Correio Braziliense&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - 26/09/2010 - Seção Cidades - Cemitérios Irregulares. Publicação: 26/09/2010 08:43 Atualização: 26/09/2010 09:36. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.correiobraziliense.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.correiobraziliense.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Manhã ensolarada de 22 de agosto de 1967. Em um pedaço de terra da Fazenda Savana, em Tabatinga, zona rural de Planaltina, era enterrado o último morto na região. Tratava-se do famoso José Jonas Monteiro, então dono de boa parte das propriedades. O fazendeiro morreu aos 63 anos, vítima do mal de Chagas, adquirido pela picada de um barbeiro, inseto transmissor da doença. José Jonas foi velado pelos familiares e levado no dia seguinte para a cova, aberta por um parente que tinha corrido na frente do cortejo. Ele descansa em um quadrado de terra batida, à beira de uma estrada de chão, ao lado de pelo menos outros 20 lavradores e fazendeiros que habitavam o local muito antes da inauguração de Brasília, em 1960.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cemitérios como esse são facilmente encontrados em inúmeras propriedades espalhadas pelos núcleos rurais próximos. Moradores mais antigos revelaram à reportagem do Correio a existência de pelo menos seis deles em fazendas distantes umas das outras. A área, antigamente, pertencia ao município de Formosa (GO), e depois passou a fazer parte de Planaltina do DF. Entre os moradores mais antigos da região, está o lavrador aposentado Joaquim Augusto Vieira, 89 anos, conhecido como Nego Totó. Segundo ele, a pessoa que morria era levada “na cacunda” para o cemitério ou ainda transportada em carroças puxadas por cavalos ou carros de boi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia do sepultamento de José Jonas foi marcado por muita tristeza. Bastante apegado ao pai, Antônio Wilson Monteiro, 63 anos, preferiu ter a imagem dele vivo em sua memória. “Tinha muita gente e eu não fui”, contou. Por sorte, um médico atestou a causa de sua morte, mas naquele tempo, a família ainda não recebia atestado de óbito do ente querido. Não havia naquela época alguém que oficializasse a morte de uma pessoa. Os médicos eram escassos e, para ter acesso a eles, a população precisava percorrer vários quilômetros em trilhas de terra e mato. A viagem podia demorar dias. Quando alguém acordava sem respiração, sem os batimentos e com os olhos esbugalhados, todos tinham a certeza de que não estava mais vivo. “A gente sabia que a pessoa tinha morrido porque depois de uma hora a feição dela já mudava”, relatou Nego Totó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Primeiros registros&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A certidão de óbito só passou a ser fornecida pelo Instituto Médico Legal (IML), no Parque da Cidade, em 1957, quando foram feitos em Brasília os primeiros registros de atividades médico-legais. Nessa época, um laudo de necropsia estava reduzido a meras informações de idade, causa da morte, data e local do óbito. A primeira vítima foi Benedito Xavier da Silva, 45 anos, que morreu em 20 de abril de 1957 no Acampamento do Guará de colapso cardíaco. Benedito foi sepultado em Formosa, mas os procedimentos legais eram feitos em Planaltina ou Luziânia, onde a maioria dos cadáveres eram sepultados. Até 1957, os mortos encontrados além do Córrego Vicente Pires (Núcleo Bandeirante) eram levados para Luziânia (GO) e os do lado do Plano Piloto seguiam para Planaltina, uma vez que ainda não havia polícia judiciária no que seria o DF. “A pessoa morria e não tinha documentação que comprovasse o desaparecimento dela. Morria e ficava por isso mesmo. Era menos um e o enterro ia da valsa (conforme os costumes) de cada um”, contou Antônio Wilson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moradores mais distantes que quisessem enterrar algum familiar no cemitério precisavam atravessar o Córrego Jardim. Eles ainda tinham o cuidado de enrolar o cadáver em um pano e fixar tábuas de madeira no fundo, laterais e tampa da cova, para que o corpo não fosse devorado por tatus-canastra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Tatu-canastra&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;É o gigante dos tatus e vive em pequenos bandos. É o maior e mais raro dos exemplares vivos dessa espécie, e só ataca quando é inevitável. O tatu-canastra chega a 1,5m do focinho à cauda e pesa 60kg. Esses animais costumam ser comuns em cemitérios por se alimentarem de larvas e animais em decomposição, mas estão ameaçados de extinção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Personagem da notícia&lt;br /&gt;Nego Totó&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Prestes a completar nove décadas de vida, o homem de cabelos brancos, barba bem aparada e olhar firme ainda demonstra lucidez ao falar de seus antepassados. Filho da terra em que habita, Joaquim, ou melhor, Nego Totó, nasceu em uma propriedade de Tabatinga, onde foi criado e vive até hoje. Ele lembra que enterrou pelo menos quatro parentes, entre tios e primos, na região. José Jonas era um primo e foi um deles. Nego Totó foi quem se encarregou de abrir a cova e protegê-la com tábuas para que os tatus não comessem os restos mortais depositados no túmulo. O veterano da zona rural conta que Tabatinga na verdade se chamava Fazenda Vaz e tinha não mais que uma centena de habitantes, que foram ocupando o espaço pouco a pouco. Mulheres grávidas daquela época tinham medo de dar à luz porque, como não havia médicos, muitas morriam durante o parto. “Quando uma grávida morria, a gente corria para enterrar e não contava para ninguém, porque senão as outras mulheres ficavam assustadas e não queriam mais engravidar”, contou Joaquim. Quem era picado por cobra venenosa rezava para sobreviver. O único tratamento para todas as doenças era à base de chá de raízes (MP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Da roça para o culto aos mortos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Sempre no Dia de Finados, em 2 de novembro, os parentes largam o serviço na roça e saem de casa para acender velas e fazer oração em cima do que restou de cada túmulo. No ano em que o pai morreu, Antônio Wilson resolveu fazer a lápide de cimento para que ficasse marcado o local exato onde ele foi sepultado. A medida deu certo, pois as cruzes de madeira fincadas no cemitério se perderam com o tempo e alguns restos de madeira podre estão encobertos pela terra e pelo mato. Os corpos estão em um terreno que foi desapropriado e passou a ser particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados 43 anos do último sepultamento, o dono da propriedade e os funcionários decidiram não retirar as cruzes do local e não usá-lo para plantio. “A gente respeita a família. Se eles quiserem cercar o cemitério e cuidar direitinho, podem ficar à vontade”, garantiu o caseiro José Divino de Jesus, 40 anos, morador da região há cerca de 20. “Chega o Dia de Finados e vou lá colocar velas para os mortos”, disse a mulher dele, Vera Pinto Melo de Jesus, 36.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do pai, a avó de Antônio Wilson, Maria Augusta Monteiro, também foi enterrada ali, em 1953. Até o fim do ano, ele quer obter autorização para remover a ossada e levar para o Cemitério de Planaltina, no Setor Sul, onde a mãe dele foi enterrada. “Quero colocar todo mundo da família junto”, disse ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Grupo de pesquisadores estuda áreas de sepultamento&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A origem dos cemitérios rurais ainda é pouco conhecida. Embora seja um assunto que causa medo em muita gente, um grupo de 25 pesquisadores brasileiros se dedica a estudar cemitérios espalhados por todo o mundo. São historiadores, geógrafos, profissionais do turismo, arqueólogos, antropólogos e fotógrafos que integram a Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais (Abec), criada em 2004 com o objetivo de agrupar pessoas que tenham interesse em pesquisar o cemitério como lugar de memória, de produção artística e de patrimônio cultural. Eles promovem encontros bianuais para trocar experiências de abordagens diferentes sobre o tema. Segundo a presidenta da associação, Maria Elízia Borges, no Brasil, pouco se sabe até hoje sobre os cemitérios rurais. “Sabemos que são muitos espalhados pelas fazendas no interior, mas ainda faltam pesquisadores”, admitiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior dificuldade dos pesquisadores é encontrar as fazendas onde os mortos eram enterrados, uma vez que nem todos foram cadastrados pelas prefeituras e acabaram sendo esquecidos. Também não há registros de lápides antigas e de como as tumbas eram feitas. Com isso, boa parte da história foi enterrada junto. Muitas cruzes que identificam a presença das ossadas humanas se perderam em meio ao mato ou afundaram na terra. Passadas centenas de anos, muitas famílias naturalmente abandonaram do local de sepultamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Maria Elízia, que também é professora de história da arte na Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (UFG), são comuns os cemitérios nas região de Goiás, em algumas regiões do interior onde antigamente escravos e patrões eram enterrados na mesma terra. “Antigamente era tradição e as pessoas tinham o prazer de serem enterradas na própria fazenda”, informou. O cemitério público surgiu no século 19, mas o rural continuou existindo da mesma forma diante dos costumes e das condições de transporte para os locais apropriados, que eram muito difíceis. Até hoje, não existe levantamento das propriedades onde há gente morta. “Infelizmente ainda somos muito poucos pesquisadores, mas o cemitério é um lugar de memória da cidade e é importante ser registrado. Muito mais que isso, significa reconstruir a memória do cidadão”, avalia Maria Elízia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Cruz no morro&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A produtora rural Elzir da Cunha Leão Falqueto, 41 anos, pouco sabe da história da avó Selvina Xavier de Almeida. Ela morreu no mesmo ano que Elzir ainda estava no ventre de sua mãe, em 1968. Foi enrolada em uma rede de pano e enterrada em uma área que antigamente pertencia ao Núcleo Rural Cooperbrás, mas passou anos depois a fazer parte de Tabatinga. No cemitério, ela foi informada que apenas a ossada de duas pessoas está debaixo do terreno, localizado ao lado de uma torre de telefonia. Na última terça-feira, Elzir levou a reportagem ao local onde Selvina está sepultada. Para chegar, é preciso caminhar em meio ao capim seco. Dois técnicos cuidavam da manutenção da torre de telefonia e ficaram assustados em saber que a poucos metros havia gente enterrada. “Nem sabia. Vou ler a história no jornal”, disse um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados 42 anos, a cruz e as pedras colocadas ao redor do túmulo ainda permanecem no lugar. Mesmo sem ter conhecido a avó, em todo Finados a neta acende uma vela em cima do túmulo. Antes de ir embora, Elzir e seu filho, Arthur Alcino Leão Falqueto, 15 anos, rezaram juntos um Pai-Nosso em memória de dona Selvina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Fonte&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;:&lt;a href="http://www.mp.go.gov.br/portalweb/conteudo.jsp?page=1&amp;amp;pageLink=1&amp;amp;conteudo=noticia/075064a32ec292818d4b14e5987c1a68.html"&gt;http://www.mp.go.gov.br/portalweb/conteudo.jsp?page=1&amp;amp;pageLink=1&amp;amp;conteudo=noticia/075064a32ec292818d4b14e5987c1a68.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-6903780301763607212?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/6903780301763607212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/11/goias-por-falta-de-recursos-cemiterios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6903780301763607212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6903780301763607212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/11/goias-por-falta-de-recursos-cemiterios.html' title='Goiás: Por falta de recursos - cemitérios irregulares são comuns em núcleos rurais'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-7869686215761440441</id><published>2010-10-13T21:29:00.003-03:00</published><updated>2010-10-13T22:06:40.012-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Linhares (ES): Os mistérios do “Cemitério Morro dos Anjos” no balneário de Pontal do Ipiranga'/><title type='text'>Linhares (ES): Os mistérios do “Cemitério Morro dos Anjos” no balneário de Pontal do Ipiranga</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Cemitério de crianças, localizado em meio à vegetação, em uma duna da restinga do balneário, recebe sepultamentos desde 1915.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527693476856687810" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TLZP7iNJbMI/AAAAAAAAAj4/NpOpb-IqS3g/s320/35g_pontal_(5).jpg" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;"&lt;strong&gt;Portão" de entrada do Cemitério Morro dos Anjos em Pontal do Ipiranga, Linhares (ES). Imagem disponível em: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pontaldoipiranga.fozdoriodoce.com.br/fotos.asp?id=22"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.pontaldoipiranga.fozdoriodoce.com.br/fotos.asp?id=22&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O balneário de Pontal do Ipiranga localiza-se no norte do estado do Espírito Santo e fica a 53 km a leste da cidade de Linhares da qual é distrito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar da ocupação urbana no Pontal ser recente (iniciada por volta de 1982), a presença de moradores na região é bem mais antiga.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 238px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527695795046973906" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TLZSCeIyAdI/AAAAAAAAAkQ/Mgy1flMmaL0/s320/Imagem8-ativ+12.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Segundo o artesão Victor Roque Pancieri, autor da foto acima: "&lt;em&gt;O ritual é feito pela praia e geralmente são outras crianças que levam o caixão e a cruz até o local&lt;/em&gt; (...)". Imagem disponível em: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://seminariandocomarte.blogspot.com/2009/06/atividade-12-cultura-local_30.html"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://seminariandocomarte.blogspot.com/2009/06/atividade-12-cultura-local_30.html&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O singular e curioso CEMITÉRIO MORRO DOS ANJOS surgiu por volta de 1915 quando ali, na mais alta duna da restinga, foi enterrada uma criança do sexo masculino, filho de Francisca e Manoel Januário. Desde então, o local passou a ser utilizado para sepultamento de crianças ou “inocentes” como se costuma dizer. São crianças que nasceram mortas ou morreram nos primeiros meses ou anos de vida, e que não teriam sido batizadas, os “anjinhos”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 242px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527695781861973234" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TLZSBtBO3PI/AAAAAAAAAkA/411rhv3Bq2w/s320/Imagem5-atv+12.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Crianças visitando o Cemitério Morro dos Anjos. Foto de Victor Roque Pancieri, 2009. Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://seminariandocomarte.blogspot.com/2009/06/atividade-12-cultura-local_30.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://seminariandocomarte.blogspot.com/2009/06/atividade-12-cultura-local_30.html&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda hoje ocorrem sepultamentos no local que é demarcado com dezenas de cruzes que identificam as sepulturas dos “anjos” que já seriam mais de uma centena. E, como é natural nesses casos, o local também possui inúmeras lendas e mistérios que vão desde uma igreja desaparecida a várias “visagens” das alminhas penadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por tudo isso e pela sua beleza singular, completamente integrado à vegetação de restinga, o CEMITÉRIO MORRO DOS ANJOS é um dos mais curiosos no norte do estado do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527695783454239794" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TLZSBy827DI/AAAAAAAAAkI/zUnIc2aqjxA/s320/Imagem7+ativ+12.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Vista do Cemitério dos Anjos em meio a vegetação de restinga. Foto Victor Roque Pancieri, 2009. Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://seminariandocomarte.blogspot.com/2009/06/atividade-12-cultura-local_30.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://seminariandocomarte.blogspot.com/2009/06/atividade-12-cultura-local_30.html&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chamo a atenção para assistirem a reportagem no link abaixo, produzida em 2009, pelo repórter Douglas Camargo para o programa Balanço Geral da TV Vitória – afiliada da Rede Record no estado do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=zX3vO_ma594&amp;amp;feature=player_embedded"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=zX3vO_ma594&amp;amp;feature=player_embedded&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.pontaldoipiranga.fozdoriodoce.com.br/"&gt;http://www.pontaldoipiranga.fozdoriodoce.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://seminariandocomarte.blogspot.com/2009/06/atividade-12-cultura-local_30.html"&gt;http://seminariandocomarte.blogspot.com/2009/06/atividade-12-cultura-local_30.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-7869686215761440441?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/7869686215761440441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/10/linhares-es-os-misterios-do-cemiterio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/7869686215761440441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/7869686215761440441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/10/linhares-es-os-misterios-do-cemiterio.html' title='Linhares (ES): Os mistérios do “Cemitério Morro dos Anjos” no balneário de Pontal do Ipiranga'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TLZP7iNJbMI/AAAAAAAAAj4/NpOpb-IqS3g/s72-c/35g_pontal_(5).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-3744652231173186992</id><published>2010-10-01T01:22:00.005-03:00</published><updated>2010-10-01T02:00:02.119-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Baía Formosa (RN): Corpos são transferidos de cemitério histórico'/><title type='text'>Baía Formosa (RN): Corpos são transferidos de cemitério histórico</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Emoção. Esse foi o sentimento que marcou a cerimônia de remoção dos restos mortais dos 170 corpos que estavam enterrados no cemitério de Baía Formosa, na manhã de ontem. Dezenas de famílias compareceram ao local para prestar homenagem aos seus entes queridos, muitos deles falecidos e enterrados há mais de um século.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522930564031131522" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TKVkFhQ5L4I/AAAAAAAAAjo/VjoH3ZgYA74/s320/cemiterio2_620.jpg" /&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O local funcionava como cemitério desde 1612 e abrigou sepultamentos dos que faleceram na região até 1980. A área de 20,5 hectares, adquirida em 2004, também contempla o Cemitério da Praia. (Foto: Júnior Santos/ Tribuna do Norte/ AE).&lt;/em&gt; Imagem disponível em: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/09/caixoes-sao-transferidos-apos-desativacao-de-cemiterio-no-rn.html"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/09/caixoes-sao-transferidos-apos-desativacao-de-cemiterio-no-rn.html&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Da seção de notícias do jornal &lt;strong&gt;Tribuna do Norte&lt;/strong&gt;, de Natal, no Rio Grande do Norte, artigo publicado em 19/09/2010 às 00:00. Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.tribunadonorte.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.tribunadonorte.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Segundo populares, o Cemitério da Praia de Santa Cruz das Areias foi construído logo após a fundação da vila de pescadores, em 1612. Os funerais eram realizados próximos a praia. Era preciso esperar que a maré baixasse para dá passagem ao cortejo. Como não havia caixões, os corpos eram levados e transportados em redes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estou muito emocionada porque o corpo do meu tio estava enterrado aqui. Já faz tanto tempo que nem sei mais onde local exato do sepultamento. Como não encontrei as ossadas vou levar um pouco de areia do cemitério para representar o corpo dele que foi um homem tão bom”, disse a aposentada Maria Duarte Ribeiro, de 68 anos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 212px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522930568126598882" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TKVkFwhVDuI/AAAAAAAAAjw/wnUicPEAa7U/s320/64831.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Desocupação do cemitério da praia de Santa Cruz das Areias, em Baía Formosa. (Foto: Júnior Santos/ Tribuna do Norte/ AE).&lt;/em&gt; Imagem disponível em:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/comeca-remocao-de-corpos-do-cemiterio-de-baia-formosa/160076"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/comeca-remocao-de-corpos-do-cemiterio-de-baia-formosa/160076&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Um ato ecumênico, celebrado por um pastor da Assembleia de Deus e por um padre da Igreja Católica marcou o início da remoção dos restos mortais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tenho um irmão e um avô enterrado aqui e o sonho da minha mãe era poder levá-los para outro cemitério porque esse é muito distante da cidade e com o acesso ruim. Nós não tínhamos condições de para por isso, da uma vez que soube custava uns R$100,00. Hoje eu estou muito feliz por está realizando o sonho da minha mãe, que também já morreu”, disse a funcionária pública Márcia Regina da Costa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A remoção dos restos mortais foi autorizada depois de uma longa tramitação, que começou em 2004 quando o então prefeito vendeu um terreno de 20,5 hectares, onde está localizado o cemitério, para o grupo B.F Investimentos Turísticos e Imobiliários LTDA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005 foi autorizada a desocupação do terreno, mas não foi possível em virtude de problemas administrativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado durante uma audiência pública, as famílias autorizaram a retiradas dos restos mortais de seus parentes. A nova morada dos 170 mortos -enterrados até 1980 quando foi proibido o sepultamento no antigo cemitério – é o Cemitério Parque construído pela Prefeitura de Baía Formosa. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522930560145435922" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TKVkFSyeLRI/AAAAAAAAAjg/CAcBtmz9lOM/s320/cemiterio1_620.jpg" /&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;O Cemitério da Praia Santa Cruz das Areias, em Baia Formosa, no Rio Grande do Norte, precisou ser desativado neste sábado (18/09) por conta da reinvidicação de novos proprietários. No total, ossos de 170 túmulos são transferidos para o Cemitério Jardim. (Foto: Júnior Santos/ Tribuna do Norte/ AE)&lt;/em&gt; Imagem disponível em: &lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/09/caixoes-sao-transferidos-apos-desativacao-de-cemiterio-no-rn.html"&gt;http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/09/caixoes-sao-transferidos-apos-desativacao-de-cemiterio-no-rn.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;“Cada uma das famílias receberam um jazigo com duas gavetas cada um. O cemitério tem capacidade para mais de 170 corpos. A Prefeitura gastou cerca de R$70 mil e o grupo português também ajudou na construção”, disse o prefeito Nivaldo Melo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/corpos-sao-transferidos-de-cemiterio-historico/160115"&gt;http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/corpos-sao-transferidos-de-cemiterio-historico/160115&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Veja também:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/09/caixoes-sao-transferidos-apos-desativacao-de-cemiterio-no-rn.html"&gt;http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/09/caixoes-sao-transferidos-apos-desativacao-de-cemiterio-no-rn.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/comeca-remocao-de-corpos-do-cemiterio-de-baia-formosa/160076"&gt;http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/comeca-remocao-de-corpos-do-cemiterio-de-baia-formosa/160076&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/desocupacao-do-antigo-cemiterio-sera-hoje/160023"&gt;http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/desocupacao-do-antigo-cemiterio-sera-hoje/160023&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://blog.tribunadonorte.com.br/eturismo/terreno-de-cemiterio-em-baia-formosa-vai-virar-empreendimento-turistico/51512"&gt;http://blog.tribunadonorte.com.br/eturismo/terreno-de-cemiterio-em-baia-formosa-vai-virar-empreendimento-turistico/51512&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-3744652231173186992?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/3744652231173186992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/10/baia-formosa-rn-corpos-sao-transferidos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/3744652231173186992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/3744652231173186992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/10/baia-formosa-rn-corpos-sao-transferidos.html' title='Baía Formosa (RN): Corpos são transferidos de cemitério histórico'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TKVkFhQ5L4I/AAAAAAAAAjo/VjoH3ZgYA74/s72-c/cemiterio2_620.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-2802956841845645548</id><published>2010-09-27T21:01:00.006-03:00</published><updated>2010-09-27T21:27:00.862-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Como o corpo humano se decompõe?'/><title type='text'>Como o corpo humano se decompõe?</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TKE0TY4_EGI/AAAAAAAAAjA/E_lbqFOtrvg/s1600/corpo_humano_550.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 277px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5521752125836562530" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TKE0TY4_EGI/AAAAAAAAAjA/E_lbqFOtrvg/s320/corpo_humano_550.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Imagem da exposição "O Corpo Humano como nunca o viu...". Disponível em &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jasfarma.com/noticia.php?id=733"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.jasfarma.com/noticia.php?id=733&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Julia Moióli&lt;/strong&gt;. Artigo publicado na revista MUNDO ESTRANHO da editora Abril. Seção Saúde - Perguntas. Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://mundoestranho.abril.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://mundoestranho.abril.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;É um filme de terror de arrepiar os cabelos de qualquer defunto. Depois que a gente passa desta para melhor, nosso corpo perde suas defesas e começa a ser atacado por todos os lados: bactérias, animais e até substâncias produzidas por nós mesmos dão início ao fim. O cadáver vai ficando escuro e inchado, a pele e os órgãos se desfazem e o cérebro vira um caldo. Depois de algum tempo, não sobra quase nada. A decomposição acontece em duas frentes. A primeira é a mais esquisita: o próprio corpo se decompõe. "Quando alguém morre, a oxigenação pára de acontecer e o organismo se desequilibra. Minerais como o sódio e o potássio, importantes para o metabolismo, deixam de ser produzidos. Com isso, as células se desestabilizam e passam a digerir o próprio corpo", diz o fisiologista e professor de medicina legal Marco Aurélio Guimarães, da Universidade de São Paulo (USP). Ao mesmo tempo, bactérias famintas também entram no banquete. As primeiras a avançarem na carne são as da flora intestinal e da mucosa respiratória, que já vivem no organismo. Para continuarem vivas, essas bactérias invadem os tecidos e os devoram. Depois disso, as bactérias do ambiente deixam o cadáver irreconhecível. O suculento resto fica para insetos e até cães, gatos e urubus. Em geral, um corpo sepultado leva de um a dois anos para se decompor totalmente, mas esse tempo pode variar dependendo das condições do ambiente e do cadáver - se o morto tomava antibiótico, por exemplo, o processo demora bem mais. No fim, sobram apenas ossos e dentes, que duram milhares de anos a mais que os outros órgãos. Eles são a principal pista para que peritos consigam solucionar mortes violentas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vida de morto&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Cadáver vira banquete para bichos e bactérias até ficar só o osso&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;SUCO PÓSTUMO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pele passa por uma transformação radical: primeiro, ela perde água e resseca, tornando-se amarela e enrugada. Com o ataque das bactérias, ela fica verde e se dilata. Depois aparecem as bolhas. Quando elas se rompem, é a maior nojeira: a pele começa a soltar líquidos e, por fim, se desmancha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DURO NA QUEDA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cadáver começa a ficar duro algumas horas depois da morte por causa do acúmulo de cálcio nos músculos. O corpo do morto se contrai e fica com pernas e braços meio dobrados. Para esticá-los, basta dar um puxão - a história de que é preciso quebrar os ossos do morto para deixá-lo reto não passa de lenda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESISTÊNCIA MILENAR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim da decomposição sobram apenas os ossos e os dentes do cadáver. O segredo é que eles são formados basicamente por minerais, enquanto as bactérias decompositoras se interessam apenas por matéria orgânica. Se o defunto for enterrado em condições normais, longe da umidade e do calor excessivo, esses órgãos podem durar milhares de anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EREÇÃO EXPLOSIVA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como a pele da região do pênis é mais frouxa que a de outras partes do corpo, os gases bacterianos se infiltram por ali com mais facilidade. Como resultado, o dito-cujo tem uma falsa ereção. Mas isso não significa que o defunto está animadinho: ele apenas se esticou com a descarga gasosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PERFUME DE PRESUNTO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Durante a decomposição, as bactérias que consomem o corpo fabricam subprodutos com um odor nada agradável. Substâncias como a putrescina e a cadaverina (credo!) ajudam o corpo a cheirar tão mal. Mas o campeão do fedor é o gás sulfídrico, que, além de tudo, é inflamável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NU COM A MÃO NO BOLSO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como diz aquela marchinha do Silvio Santos, "do mundo não se leva nada" - nem mesmo as roupas do funeral, que também são uma iguaria muito apreciada pelas bactérias. O algodão e outras fibras naturais vão embora mais rápido, em três ou quatro anos. Já tecidos sintéticos, como náilon e poliéster e outros derivados do plástico, podem durar décadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VISTA EMBAÇADA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como os outros órgãos, os olhos dos mortos também se desidratam. A córnea fica com uma espécie de tela viscosa meio esbranquiçada, parecida com um véu. Mais adiante, quando as bactérias e larvas começam a atuar, os olhos são o prato predileto. Por isso, eles são corroídos rapidinho até sumirem totalmente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MINGAU DE CÉREBRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As células cerebrais apagam entre 3 e 7 minutos após a morte. Dias depois, quando os gases da decomposição invadem os órgãos, os tecidos do cérebro começam a se desmanchar. A partir daí, a massa cinzenta vai se tornando um líquido viscoso com a consistência de um mingau de cor de argila, que pode escorrer pelas narinas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SANGUE FRIO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que o sangue pára de circular, ele perde oxigênio e fica mais escuro. Em 8 a 12 horas, ele começa a coagular, ficando com a consistência de uma goiabada. No fim, por ação da gravidade, o sangue concentra-se na parte de baixo do corpo, em regiões como as costas, pernas e pés&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CRESCIMENTO DO ALÉM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Já ouviu aquele papo de que cabelos, pêlos e unhas crescem depois da morte? É verdade! Eles são feitos de queratina, uma proteína muito resistente. No caso de cabelos e pêlos, a estrutura onde os fios se desenvolvem nem percebe que a irrigação sanguínea acabou. Mas isso só dura 24 horas, quando os fios podem crescer no máximo 0,05 centímetro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DESTRUIÇÃO INTERNA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela ação das bactérias, os órgãos desprendem-se da estrutura do corpo e desmancham. Os que se decompõem mais rápido são os pulmões (que têm tecidos finos), os intestinos (que já possuem bactérias que ajudam na digestão) e o pâncreas (cujas enzimas agem na decomposição). Um dos que mais demoram é o fígado, pois ele é um dos maiores órgãos do corpo humano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consultoria: Faculdade de Medicina do ABC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mergulhe nessa&lt;br /&gt;Na Internet:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.pericias-forenses.com.br/mecamorte.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.unifesp.br/dpato/medlegal/fundamto.htm&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://mundoestranho.abril.com.br/saude/pergunta_286990.shtml"&gt;http://mundoestranho.abril.com.br/saude/pergunta_286990.shtml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-2802956841845645548?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/2802956841845645548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/09/como-o-corpo-humano-se-decompoe.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/2802956841845645548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/2802956841845645548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/09/como-o-corpo-humano-se-decompoe.html' title='Como o corpo humano se decompõe?'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TKE0TY4_EGI/AAAAAAAAAjA/E_lbqFOtrvg/s72-c/corpo_humano_550.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-8488710807714835345</id><published>2010-09-08T21:40:00.003-03:00</published><updated>2010-09-08T22:08:02.924-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livro perdido de Freyre traçou sociologia dos cemitérios brasileiros'/><title type='text'>Livro perdido de Freyre traçou sociologia dos cemitérios brasileiros</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Jazigos e Covas Rasas seria a continuação de Casa Grande e Senzala, Sobrados e Mucambos e Ordem e Progresso&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 270px; DISPLAY: block; HEIGHT: 186px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514711066395695922" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TIgwfyduWzI/AAAAAAAAAi4/9VkvJSi-8ho/s320/mv-17.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cemitério de Santo Amaro, em Recife &lt;/em&gt;- PE. Data: 2000. Imagem disponível em: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=15"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=15&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;José Heraldo e Vânia Lira&lt;/strong&gt;. Artigo publicado no jornal &lt;strong&gt;O BERRO&lt;/strong&gt; - Jornal Laboratório da Turma WL0 7º Período da Disciplina de Técnicas de Reportagem do Curso de Jornalismo da Universidade Católica de Pernambuco. &lt;strong&gt;Edição O Berro do Cemitério. 2000.1&lt;/strong&gt;. Disponível em O Berro on line [ &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.unicap.br/berro/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.unicap.br/berro/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; ] &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A o contrário do que muitos imaginam, Casa Grande &amp;amp; Senzala, Sobrados e Mucambos, Ordem e Progresso, obras do sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre formam uma tetralogia. A Quarta parte, Jazigos e Covas Rasas, planejada e parcialmente elaborada pelo escritor, jamais chegou a ser editada e sequer se sabe onde se encontram os originais. Segundo a antropóloga Fátima Quintas, esta última obra restringiu-se á manuscritos que nunca chegaram ao conhecimento público. Este fato comprometeu o complemento histórico, sociológico e antropológico da visão Gilbertiana do Brasil do séculos XVI ao XIX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o livro Casa Grande &amp;amp; Senzala destinou-se a transmitir os costumes da época da cana-de-açúcar e da escravatura, Jazigos e Covas Rasas deveria refletir uma visão social e arquitetônica dos ritos funerais desde a época do império.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Edson Nery da Fonseca afirma que Gilberto Freyre foi deputado constituinte entre 1946 e 1950. Nesse período planejou escrever Jazigos e Covas Rasas. Fez pesquisas na Biblioteca e Arquivo Nacional do Rio de Janeiro. Freyre reuniu uma documentação que trouxe para o Recife, embrulhado em um veludo vermelho, colocando-o em estante de sua residência, de onde desapareceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião de Nery, a obra não chegou a ser concluída por três motivos. ”O primeiro foi o desgosto de Gilberto Freyre com o desaparecimento dos escritos; o segundo, a dispersão do autor para outros assuntos tirando seu interesse; e o terceiro é o fato de não gostar de concluir nada, a incompletude perpetuava sua obra”, revela. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 196px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514711063509655602" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TIgwfnto4DI/AAAAAAAAAiw/O7sNbwlehYA/s320/untitled.bmp" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Edson Nery da Fonseca conta que Gilberto Freyre tinha intenção de escrever o quarto e último volume da série iniciada com Casa-grande &amp;amp; senzala. O título seria &lt;strong&gt;Jazigos e covas rasas, a última morada dos senhores e dos escravos&lt;/strong&gt;. "Ele preparou uma grande documentação para escrever esse livro, mas não escreveu. Dizia que a documentação tinha sumido de sua casa em Apipucos. Madalena, mulher dele, dizia: Gilberto, ninguém ia entrar aqui para pegar isso! Minha explicação é a seguinte: Ele não escreveu porque não queria concluir nada". &lt;/em&gt;Imagem e citação disponíveis em: &lt;a href="http://www.revistaplatero.com.br/n9/platero3.asp"&gt;http://www.revistaplatero.com.br/n9/platero3.asp&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;A intenção de Gilberto Freyre era de que a obra fosse um estudo de ritos patriarcais, de sepultamentos e da influência de mortos sobre vivos. O grande destaque são as fases de desenvolvimento e desintegração na qual ainda se encontra a sociedade brasileira, desde o patriarcado até os dias atuais, refletidos nos enterros, covas ou jazigos familiares. Para isto o autor utilizou fontes como o livro Arquitetura dos Cemitérios Brasileiros, de Clarival do Prado Valadares, anúncios de jornais e visitas pessoais aos principais cemitérios do Recife, Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gilberto concebia o homem morto, de certo, homem social. E, no caso de jazigo ou de monumento, o morto se torna expressão ou ostentação do poder, de prestígio, de riqueza dos sobreviventes, dos descendentes, dos parentes, dos filhos, da família. O túmulo patriarcal, o jazigo chamado perpétuo, ou de família, o que mais exprime é o esforço, às vezes pungente, de vencer o indivíduo a própria dissolução integrando-se na família, que se presume eterna através de filhos, netos, descendentes, pessoas do mesmo nome seriam, na visão de Freyre o túmulo partriarcal a perpetuação da endogomia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma o jazigo a tornaria eterna, simbolizando uma forma de ocupação do espaço cuja arquitetura e simbologia continua, e até aperfeiçoa, a das casas-grandes e dos sobrados dos vivos, requintando-se dentro de espaços imensamente menores que os ocupados por essas casas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sociólogo considerava que os túmulos suntuosos seriam de conservação dispendiosa para a família, ultrapassando a capacidade econômica dos descendentes dos senhores ricos que o levantaram como descreveu em uma de suas experiências “... era um túmulo com alguma coisa de monumental levantado por uma família opulenta da época do império. Seu chefe fora ministro de Pedro II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abandonado, arruinado, sujo, o túmulo patriarcal abria-se naquela tarde de chuva longos anos depois de falecido o grande do império ... para receber o corpo magro e vestido simplesmente de chita branca com salpicos azuis, uma pobre velha – sua neta – cujo enterro não chegara a atrair as clássicas três pessoas necessárias para a condução decente de qualquer ataúde``.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freyre destacou nos jazigos a forma de imagens ou figuras de dragões, leões, anjos, corujas, folhas de palmeira ou de louro santos, do próprio Cristo e da Virgem. Estes símbolos, feitos de mármore, bronze ou outros materiais nobres, guardam os jazigos privilegiados como que defendendo-os, até chegar o dia do Juízo, de ladrões, enchentes, bichos imundos e da profanação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisando a sociedade pernambucana, Gilberto Freyre coloca que antigamente as pessoas do Recife chamavam o beco que ia do centro da cidade ao cemitério de Santo Amaro de “Quebra Roço“ (presunção, vaidade e orgulho).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como o tempo age sobre as casas e os túmulos, não apenas os modestos mas também os monumentais, quebrando-lhes o roço, isto é, sua arquitetura característica – casas – grandes, sobrados e monumentos fúnebres - criações de pedra e cal, de mármore e bronze com que as famílias patriarcais ou tutelares pretenderam firmar no seu domínio não só no espaço como no tempo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.unicap.br/berro/Berrocemiterio/freyre.htm"&gt;http://www.unicap.br/berro/Berrocemiterio/freyre.htm&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-8488710807714835345?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/8488710807714835345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/09/livro-perdido-de-freyre-tracou.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/8488710807714835345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/8488710807714835345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/09/livro-perdido-de-freyre-tracou.html' title='Livro perdido de Freyre traçou sociologia dos cemitérios brasileiros'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TIgwfyduWzI/AAAAAAAAAi4/9VkvJSi-8ho/s72-c/mv-17.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-599321498458599908</id><published>2010-08-27T05:47:00.005-03:00</published><updated>2010-08-27T06:40:36.296-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Peru: Encontrados 79 corpos nas muralhas de Kuélap'/><title type='text'>Peru: Encontrados 79 corpos nas muralhas de Kuélap</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Os restos encontrados no Amazonas (Peru) junto com 27 estruturas novas serão investigados em dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 158px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5510011151889763522" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/THd98wjUjMI/AAAAAAAAAio/uLVbRg-4TMc/s320/187353.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Os enterros estavam no interior de uma muralha de pedra. (Difusión).&lt;/em&gt; Imagem disponível em &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://peru21.pe/noticia/615503/hallan-79-cuerpos-murallas-kuelap"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://peru21.pe/noticia/615503/hallan-79-cuerpos-murallas-kuelap&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;PERU.21.pe&lt;/strong&gt; (portal de notícias peruano). Artigo publicado em 29/07/2010, quinta-feira, às 08:18, na seção "Atualidade". &lt;strong&gt;Tradução&lt;/strong&gt; do espanhol para o português: Prof. &lt;strong&gt;Rodrìgo Frigerio Piva&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;fortaleza de Kuélap&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ku%C3%A9lap"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://es.wikipedia.org/wiki/Ku%C3%A9lap&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;em&gt; continua surpreendendo o mundo. Durante os trabalhos de conservação que se realizam no lugar com a finalidade de recuperar os setores deteriorados pelas constantes chuvas e pelas visitas turísticas que se realizam sem supervisão, um grupo de técnicos do &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Projeto Arqueológico de Kuélap&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.mincetur.gob.pe/turismo/proyectos/kuelap/fortaleza_kuelap.htm"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.mincetur.gob.pe/turismo/proyectos/kuelap/fortaleza_kuelap.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;em&gt; descobriu &lt;strong&gt;79 corpos que estavam no interior&lt;/strong&gt; de uma muralha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação foi confirmada a &lt;strong&gt;Peru.21&lt;/strong&gt; pelo diretor do projeto de restauração e conservação, Alfredo Narváez, que afirmou que, devido à grande quantidade de umidade que tem o sitio arqueológico, pela sua localização, os corpos quase &lt;strong&gt;não conservam nenhum vestígio orgânico&lt;/strong&gt; nem de tecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A maior parte são restos de ossos de adultos, porém não descartamos que haja também adolescentes. Estes &lt;strong&gt;pertenceriam aos séculos VII e VIII da Era Comum&lt;/strong&gt; e seriam da &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;cultura Chachapoyas&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Cultura_Chachapoyas"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://es.wikipedia.org/wiki/Cultura_Chachapoyas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;em&gt;”, detalhou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O investigador explicou que &lt;strong&gt;se trataria de enterros secundários&lt;/strong&gt;. É dizer, que foram desenterrados de sua cova original e levados a outro setor para ser novamente enterrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Este costume era bem difundido no Peru Pre-hispânico e Kuélap, pela sua extensão e arquitetura, precisou do trabalho comunitário de várias zonas. Então, ao se construir o lugar mais importante de caráter sagrado para os Chachapoyas, as comunidades que ajudaram em sua construção &lt;strong&gt;levaram seus mortos para serem enterrados novamente&lt;/strong&gt; na fortaleza”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Narváez completa dizendo que, devido aos problemas de financiamento, prontamente no fim deste ano &lt;strong&gt;se fará um estudo mais minucioso dos corpos&lt;/strong&gt;, e posteriormente estes seriam expostos em algum museu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONSERVAÇÃO&lt;/strong&gt;. Por outra parte, o diretor do projeto de restauração e conservação de Kuélap anunciou que estão trabalhando na &lt;strong&gt;reabilitação de um conjunto de 27 estruturas novas&lt;/strong&gt; que foram localizadas no setor sul da fortaleza. “Queremos encontrar evidências que nos permitam conhecer um pouco mais da história deste recinto”, analisou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A respeito das 35 seções da fortaleza que estavam a ponto de cair por causa do tempo e pela falta de manutenção, o diretor disse que já foi possível &lt;strong&gt;reabilitar 60% da área afetada&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, lembrou que as zonas mais afetadas do sítio arqueológico e nas que ainda estão trabalhando são a muralha exterior, a muralha do “Pueblo Alto” e as duas entradas adicionais ao complexo arquitetônico, que &lt;strong&gt;foram declaradas em emergência&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;:&lt;a href="http://peru21.pe/noticia/615503/hallan-79-cuerpos-murallas-kuelap"&gt;http://peru21.pe/noticia/615503/hallan-79-cuerpos-murallas-kuelap&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-599321498458599908?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/599321498458599908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/08/peru-encontrados-79-corpos-nas-muralhas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/599321498458599908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/599321498458599908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/08/peru-encontrados-79-corpos-nas-muralhas.html' title='Peru: Encontrados 79 corpos nas muralhas de Kuélap'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/THd98wjUjMI/AAAAAAAAAio/uLVbRg-4TMc/s72-c/187353.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-3871831532865530786</id><published>2010-08-20T04:57:00.003-03:00</published><updated>2010-08-20T05:24:37.237-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio século de paz'/><title type='text'>Meio século de paz</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Exército comemora os 50 anos do mausoléu dos pracinhas mortos na Segunda Guerra&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507399218626734146" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TG42aO6CqEI/AAAAAAAAAiY/mwovYu5pJtU/s320/800px-Pracinhas-CCBY.jpg" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;O monumento localizado no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro foi inaugurado em 1960 e abriga os restos mortais dos pracinhas brasileiros que lutaram e morreram na Itália. Foto: Fernado Dallacqua, 2005. Imagem disponível em: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monumento_aos_Mortos_da_Segunda_Guerra_Mundial"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Monumento_aos_Mortos_da_Segunda_Guerra_Mundial&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Cristina Romanelli&lt;/strong&gt;. Nota publicada na seção "Em Dia", página 10, da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Revista de História da Biblioteca Nacional&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; [versão online: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.revistadehistoria.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;], Nº 59, Ano 5, de [01 de] Agosto de 2010.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A Segunda Guerra Mundial acabou em 1945, mas os corpos dos 462 pracinhas só voltaram do Cemitério Brasileiro em Pistoia, na Itália, em 1960. A ideia era repatriá-los de imediato, mas a lei italiana só permitiu que fossem retirados do local muito tempo depois. No mesmo ano, foi inaugurado o Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro. Este mês, são comemorados os 50 anos do mausoléu, com apresentação da Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais e exposição de equipamentos e viaturas militares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selecionado em um concurso com mais de 20 projetos arquitetônicos, o desenho de Hélio Ribas Marinho e Marcos Konder Netto sofreu alterações durante as obras. “Em vez de uma mãe carregando o pracinha morto, foi erguida a estátua dos três pais da pátria, que representam o Exército, a Aeronáutica e a Marinha”, conta o historiador Francisco César Ferraz, da Universidade Estadual de Londrina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mausoléu, há 15 jazigos sem nomes gravados. Eles pertencem a mortos não identificados, e um deles passou a simbolizar o “Soldado Desconhecido”. De acordo com Ferraz, o cemitério de Pistoia também guarda os restos de um soldado brasileiro desconhecido. Ao lado dele foi instalado um marco em homenagem aos combatentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O monumento fica na Avenida Infante Dom Henrique, 75 – Glória.&lt;br /&gt;Visitas de terça a domingo, das 10h às 16h. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;FONTE:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=3205"&gt;http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=3205&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja também o site oficial do "&lt;strong&gt;Monumento Nacional aos Mortos na Segunda Guerra Mundial - MNMSGM&lt;/strong&gt;" que é uma Organização Militar subordinada à Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.mnmsgm.ensino.eb.br/index.html"&gt;http://www.mnmsgm.ensino.eb.br/index.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-3871831532865530786?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/3871831532865530786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/08/meio-seculo-de-paz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/3871831532865530786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/3871831532865530786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/08/meio-seculo-de-paz.html' title='Meio século de paz'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TG42aO6CqEI/AAAAAAAAAiY/mwovYu5pJtU/s72-c/800px-Pracinhas-CCBY.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-589541744333394368</id><published>2010-07-28T05:46:00.005-03:00</published><updated>2010-07-31T09:16:28.794-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Santa Cruz do Sul (RS): Ação de vândalos ameaça cemitério dos imigrantes'/><title type='text'>Santa Cruz do Sul (RS): Ação de vândalos ameaça cemitério dos imigrantes</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TE_wLPiJd0I/AAAAAAAAAiI/dxOKj_6-m48/s1600/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 218px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5498877745981650754" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TE_wLPiJd0I/AAAAAAAAAiI/dxOKj_6-m48/s320/untitled.bmp" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Depredação de lápides causou indignação entre os descendentes dos colonizadores alemães e a comunidade em geral. Crédito: Janaina Zílio / Gazeta do sul / CP&lt;/em&gt;. Imagem disponível em: &lt;a href="http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/Default.aspx?Ano=115&amp;amp;Numero=230&amp;amp;Caderno=9&amp;amp;Noticia=141262"&gt;http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/Default.aspx?Ano=115&amp;amp;Numero=230&amp;amp;Caderno=9&amp;amp;Noticia=141262&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Do Jornal &lt;strong&gt;Correio do Povo&lt;/strong&gt; (edição digital) de Porto Alegre (RS), ANO 115, Nº 230 -Seção Cidades-Capa - Terça-feira, 18 de Maio de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A depredação de um cemitério em Santa Cruz do Sul que abriga túmulos do século XIX, no bairro Country, nas últimas semanas, causou indignação entre os moradores locais e da Linha João Alves. O presidente da Comunidade Evangélica de Linha João Alves, Darci Niedersberg, afirma que, de algumas lápides, moldadas em pedra-grês, só restam pedaços. O Cemitério Agnes tem túmulos dos pioneiros da região. Inscrições nas pedras, algumas cobertas de limo e já sem a mesma nitidez, identificam mortes ocorridas antes de 1900. A mais antiga data de 1856, sete anos após a chegada dos primeiros imigrantes a Santa Cruz, em 1849.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cemitério, localizado na avenida Léo Kraether, fica em frente ao entroncamento com a rua Benno João Kist. Segundo Niedersberg, as depredações são frequentes. Os casos são registrados, afirma, em finais de semanas nos quais são promovidas festas em uma boate próxima. O presidente da comunidade diz que jovens se concentram próximos ao local e aproveitam os muros baixos do cemitério para a prática do vandalismo.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 159px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5500041053954726402" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TFQSMrcJWgI/AAAAAAAAAiQ/xPuiDj7BpU0/s320/132107.jpg" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Niedersberg lamenta o cenário de destruição no cemitério: “Ninguém mais se importa, mas têm valor histórico” . Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&amp;amp;intIdEdicao=2090&amp;amp;intIdConteudo=132107"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&amp;amp;intIdEdicao=2090&amp;amp;intIdConteudo=132107&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Esculturas foram derrubadas e lápides quebradas nas últimas semanas. "Sem falar em camisinhas usadas e peças íntimas que são deixadas sobre os túmulos", afirma. "São sepulturas antigas, com valor histórico que deveria ser reconhecido", lamenta Niedersberg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo de 2007 sobre a arquitetura funerária, conduzido pelo professor Ronaldo Wink para o Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), apresenta peculiaridades sobre os cemitérios antigos do município. Túmulos localizados no interior eram todos feitos em pedra-grês nas primeiras décadas, devido à facilidade de obtenção da rocha na região e sua maleabilidade na execução das esculturas. O mármore, na época um material importado, tinha um custo alto e era raramente utilizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do início do século XX, elementos decorativos moldados em argila e massa de pó de mármore, como figuras de anjos e santos, passaram a aparecer de forma constante. A simbologia nas sepulturas do interior era predominantemente cristã. Em alguns cemitérios, aparecem lápides com símbolos maçônicos, como ramos de acácia. O estudo também revela que a ausência de cemitérios organizados nos primeiros anos de colonização levou à destruição de túmulos mais antigos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/Default.aspx?Ano=115&amp;amp;Numero=230&amp;amp;Caderno=9&amp;amp;Noticia=141262"&gt;http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/Default.aspx?Ano=115&amp;amp;Numero=230&amp;amp;Caderno=9&amp;amp;Noticia=141262&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leia também a notícia original intitulada "&lt;em&gt;Vândalos ameaçam hitória em lápides&lt;/em&gt;" no jornal &lt;em&gt;on line&lt;/em&gt; "&lt;em&gt;Gazeta do Sul&lt;/em&gt;" de Santa Cruz do Sul (RS):&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&amp;amp;intIdEdicao=2090&amp;amp;intIdConteudo=132107"&gt;http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&amp;amp;intIdEdicao=2090&amp;amp;intIdConteudo=132107&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-589541744333394368?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/589541744333394368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/07/santa-cruz-do-sul-rs-acao-de-vandalos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/589541744333394368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/589541744333394368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/07/santa-cruz-do-sul-rs-acao-de-vandalos.html' title='Santa Cruz do Sul (RS): Ação de vândalos ameaça cemitério dos imigrantes'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TE_wLPiJd0I/AAAAAAAAAiI/dxOKj_6-m48/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-3103429582471295827</id><published>2010-07-15T20:06:00.008-03:00</published><updated>2010-07-15T22:30:47.810-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cemitério paleocristão de Tarragona na Espanha'/><title type='text'>Cemitério paleocristão de Tarragona na Espanha</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494277974493320882" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TD-YtTbtVrI/AAAAAAAAAho/If6H9uyNBwk/s320/2141973538_f1c3eb0c34.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Aspecto do museu e parte do cemitério romano e paleocristão da antiga cidade de Tarraco (hoje Tarragona), na região da Catalunha, Espanha. Foto: Calafellvalo, 2007. Imagem disponível em: &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/calafellvalo/2141973538/in/set-72157603527216006/"&gt;http://www.flickr.com/photos/calafellvalo/2141973538/in/set-72157603527216006/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Compilamos de alguns sites (todos devidamente citados) algumas informações e imagens de um dos maiores cemitérios romanos e paleocristãos existentes fora da península itálica. É realmente muito interessante e pouco divulgado. Como alguns sites não estavam em português contamos com a colaboração do Professor de Espanhol Rodrígo Frigerio Piva que prontamente nos fez as traduções. Espero que apreciem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O cemitério paleocristão de Tarragona é um conjunto funerário da época tardo romana de meados do século III localizado fora da zona urbana, próximo do rio Francolí, que perdura até o século V. É o cemitério paleocristão mais importante do Mediterrâneo Ocidental. É uma das localizações do Lugar Patrimônio da Humanidade denominado Conjunto arqueológico de Tarraco, em concreto identificado com o código 875-008.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494277968932971218" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TD-Ys-uBItI/AAAAAAAAAhg/GknQNkdY6SQ/s320/2141965078_3074508223.jpg" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Outro aspecto da área do cemitério paleocristão de Tarragona. Foto: Calafellvalo, 2007. Imagem disponível em:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/calafellvalo/2141973538/in/set-72157603527216006/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.flickr.com/photos/calafellvalo/2141973538/in/set-72157603527216006/&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O cemitério de Tarraco surgiu no entorno de uma basílica dedicada a São Fructuoso e seus dois diáconos. A basílica documentada constava de três naves e cabeceira com abside exterior. Posteriormente se agregaram algumas câmaras funerárias e um batistério. Os restos desta basílica desapareceram para deixar passagem para a construção da «Fábrica de Tabacos de Tarragona» durante a primeira metade do século XX.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 210px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494275350174166226" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TD-WUjFQ7NI/AAAAAAAAAhA/rAmzpn1MLQw/s320/untitled.bmp" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Aspecto do cemitério paleocristão de Tarragona (área coberta). Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www20.gencat.cat/portal/site/Patrimoni/menuitem.9eeb863ee6d306ad86a64e10b0c0e1a0/?vgnextoid=0169f4a3876b0110VgnVCM1000000b0c1e0aRCRD&amp;amp;vgnextchannel=0169f4a3876b0110VgnVCM1000000b0c1e0aRCRD&amp;amp;numPag=7"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www20.gencat.cat/portal/site/Patrimoni/menuitem.9eeb863ee6d306ad86a64e10b0c0e1a0/?vgnextoid=0169f4a3876b0110VgnVCM1000000b0c1e0aRCRD&amp;amp;vgnextchannel=0169f4a3876b0110VgnVCM1000000b0c1e0aRCRD&amp;amp;numPag=7&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A tipologia dos túmulos é bem variada e vai desde enterros simples com vaso ou telha (tegulae) até os mausoléus, passando por uma grande diversidade de sarcófagos, alguns de procedência norte - africana, ou em ataúdes de madeira. Uma peça de significado é a boneca de marfim, datada do século IV, que apareceu dentro de um sarcófago com os restos de uma menina de aproximadamente seis anos. Mede 23 cm de altura e está articulada pelos ombros, cotovelos, cadeiras e joelhos. Tudo isso permite adentrar-se na essência da sociedade cristã de Tarraco.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 280px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494275304911135746" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TD-WR6dt5AI/AAAAAAAAAgo/-SrBNVmDU-I/s320/nina.jpg" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Aspecto e detalhes da "Boneca de Marfim" encontrada no túmulo de uma menina. Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.mnat.es/new/gener98/cat/index.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.mnat.es/new/gener98/cat/index.html&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Referências: Este artigo foi criado a partir da tradução [para o espanhol] do artigo &lt;strong&gt;Necrópolis paleocristiana de Tarragona&lt;/strong&gt; da Wikipédia em catalão, sob licencia Creative Commons Compartir Igual 3.0 e GFDL.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Cementerio_paleocristiano_de_Tarragona"&gt;http://es.wikipedia.org/wiki/Cementerio_paleocristiano_de_Tarragona&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tarragona&lt;br /&gt;Museu e Necrópolis Paleocristãos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ritos funerários de Tarraco&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 245px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494275317861596242" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TD-WSqtWPFI/AAAAAAAAAgw/YEDa40J1Z5A/s320/necropolis_med.jpg" /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Aspecto da área escavada do cemitério paleocristão de Tarragona (área coberta). Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.galeon.com/maty/tarragona/la_necropolis.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.galeon.com/maty/tarragona/la_necropolis.htm&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O campo conta com mais de 2.000 túmulos que datam do século III.&lt;br /&gt;Junto ao Museu Arqueológico de Tarragona se situa esta necrópolis, onde se conservam numerosas sepulturas de enterro paleocristãs. A origem do cemitério se encontra na segunda metade do século III. Posteriormente, os trabalhos de escavação puseram em evidência até 2.050 tumbas de tipologia diversa.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494279923778149954" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TD-aexFbXkI/AAAAAAAAAiA/BeHPCOwu0b4/s320/2141948868_0717b048a0.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Aspecto de um dos sarcófagos expostos no Museu do cemitério paleocristão de Tarragona. Foto: Calafellvalo, 2007. Imagem disponivel em:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/calafellvalo/2141973538/in/set-72157603527216006/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.flickr.com/photos/calafellvalo/2141973538/in/set-72157603527216006/&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Muitos enterramentos se encontram colocados ao redor e no interior de uma basílica, na que se identifica um sepulcro com uma inscrição que alude a Fructuoso, Augurio e Eulogio, os mártires tarraconenses. Esta basílica data do século V de d. C. Na necrópolis também se encontraram esculturas, estatuas de mármore e outros objetos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://www.spain.info/pt_BR/conoce/museo/tarragona/museo_y_necropolis_paleocristianos.html"&gt;http://www.spain.info/pt_BR/conoce/museo/tarragona/museo_y_necropolis_paleocristianos.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Necrópolis romana. A cidade de Tarragona&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Na parte oeste da cidade de Tarragona se encontra a Necrópolis Paleocristã, um cemitério romano e cristão dos séculos III e IV.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494279922651697234" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TD-aes43EFI/AAAAAAAAAh4/_fM8_6C2-xM/s320/2141129401_55048259c0.jpg" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Aspecto de sarcófagos expostos no Museu do cemitério paleocristão de Tarragona. Foto: Calafellvalo, 2007. Imagem disponivel em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/calafellvalo/2141973538/in/set-72157603527216006/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.flickr.com/photos/calafellvalo/2141973538/in/set-72157603527216006/&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Entre 1923 e 1933 se realizaram umas escavações arqueológicas que encontraram a localização de um importante cemitério paleocristão em que se encontraram milhares de objetos e belos mosaicos. Esta necrópolis foi utilizada desde a época da Tarraco romana até o século VII. Se encontraram diferentes tipos de enterramentos, pagãos e cristãos. A maior parte destes achados pode ser vistos no Museu Arqueológico de Tarragona.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 231px; DISPLAY: block; HEIGHT: 224px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494277986002459570" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TD-Yt-Ts27I/AAAAAAAAAhw/lp8twF7Q-l8/s320/necr0402.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto destacando a recuperação do sarcófago de "Leocadius" durante as escavações coordenadas por Serra y Villar entre 1923 e 1933. Imagem disponível em:&lt;a href="http://www.mnat.es/esp/mnat/necr/necr04.html"&gt;http://www.mnat.es/esp/mnat/necr/necr04.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A filial do Museu Arqueológico Nacional de Tarragona, o Museu e as Necrópolis paleocristãs possuem objetos e obras de arte deste período. Podem-se visitar as instalações ao ar livre dos restos da necrópolis paleocristã. Destacam as coleções de ânforas e outros objetos cotidianos da vida da Tarraco romana e paleocristã.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://www.fotonostra.com/albums/catalunya/necropolis.htm"&gt;http://www.fotonostra.com/albums/catalunya/necropolis.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 256px; DISPLAY: block; HEIGHT: 233px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494275336723017202" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TD-WTw-QrfI/AAAAAAAAAg4/2VQaS36iI9Y/s320/Tarragona,_Spain_location.png" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Mapa localizando Tarragona na região da Catalunha e Espanha. Imagem disponível em: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tarragona"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tarragona&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Tarragona&lt;/strong&gt; é uma cidade de Espanha pertencente à comunidade autonómica da Catalunha. Situa-se a cerca de 100 km a sudoeste de Barcelona, e é capital da província com o mesmo nome.&lt;br /&gt;É banhada pelo Mar Mediterrâneo. Tem grande tradição histórica cultural, é destino de muitos turistas, tanto por suas praias como por seu patrimônio histórico e artístico. Está junto a outros doze lugares espanhóis que é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tarragona"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tarragona&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outros links sobre o cemitério paleocristão de Tarragona&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fotoaleph.com/Colecciones/Tarragona/Tarragona-texto.html#Tarragona"&gt;http://www.fotoaleph.com/Colecciones/Tarragona/Tarragona-texto.html#Tarragona&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.masmuseos.com/museos/Tarragona"&gt;http://www.masmuseos.com/museos/Tarragona&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mnat.es/esp/mnat/necr/index.html"&gt;http://www.mnat.es/esp/mnat/necr/index.html&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tarragona.ws/tarragona/monumentos/monumentos.html"&gt;http://www.tarragona.ws/tarragona/monumentos/monumentos.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-3103429582471295827?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/3103429582471295827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/07/cemiterio-paleocristao-de-tarragona-na.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/3103429582471295827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/3103429582471295827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/07/cemiterio-paleocristao-de-tarragona-na.html' title='Cemitério paleocristão de Tarragona na Espanha'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TD-YtTbtVrI/AAAAAAAAAho/If6H9uyNBwk/s72-c/2141973538_f1c3eb0c34.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-6748621873878505624</id><published>2010-07-02T09:47:00.012-03:00</published><updated>2010-07-02T11:13:47.842-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&quot;A MORTE COMO FONTE PATRIMONIAL: O cemitério dos escravos em São José do Barreiro&quot; livro de Ludmila Pena Fuzzi'/><title type='text'>"A MORTE COMO FONTE PATRIMONIAL: O cemitério dos escravos em São José do Barreiro" livro de Ludmila Pena Fuzzi</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TC3jBCqbZ9I/AAAAAAAAAfY/rZUcofEx3lw/s1600/Capa+do+livro+-+A+Morte+Patrimonial.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5489293127868704722" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TC3jBCqbZ9I/AAAAAAAAAfY/rZUcofEx3lw/s320/Capa+do+livro+-+A+Morte+Patrimonial.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto: Capa do livro "A Morte como fonte patrimonial", 2008. Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://clubedeautores.com.br/book/19422--A_Morte_Patrimonial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://clubedeautores.com.br/book/19422--A_Morte_Patrimonial&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Ludmila Pena Fuzzi&lt;/strong&gt;. Resenha publicada no site: &lt;a href="http://clubedeautores.com.br/book/19422--A_Morte_Patrimonial"&gt;http://clubedeautores.com.br/book/19422--A_Morte_Patrimonial&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A morte pode ser vista como fonte para entendimento da própria vida. É uma memória que está presente no estudo da mentalidade de uma sociedade. Considerar a morte como fonte patrimonial é entender as últimas vontades dos mortos, a partir de seus vestígios encontrados no entorno de suas sepulturas.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 245px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5489294866311138018" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TC3kmO3ZyuI/AAAAAAAAAgQ/PDhhTe7A7F8/s320/Foto+1+Cemit%C3%A9rio+S%C3%A3o+Jos%C3%A9+do+Barreiro+-+SP.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Vista de Jazigos de mármore no "Cemitério dos Escravos" em São José do Barreiro (SP). Foto: Ludmila Pena Fuzzi, 2008. Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/photo/photo/listForContributor?screenName=2gtwxjdtzj31u&amp;amp;page=3"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://cafehistoria.ning.com/photo/photo/listForContributor?screenName=2gtwxjdtzj31u&amp;amp;page=3&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O cemitério pode ser local para identificação de elementos que demonstram a história social e artística de uma região. A estatuária, as obras arquitetônicas, os epitáfios e os símbolos encontrados e analisados nos túmulos valorizam e exaltam a preservação desse imenso patrimônio público. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A concepção de patrimônio iniciou-se com a carta do Conde de Galveias ao governador de Pernambuco, para a conservação do Palácio de Duas Torres. A luta para conservação dessa temática viabilizou a organização legal para a valorização do patrimônio histórico nacional, com a criação de órgãos para sua defesa. Considerando esses propósitos, foi possível analisar o Cemitério dos Escravos em São José do Barreiro, uma significativa fonte de estudos. O local foi tombado em 1989, pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (CONDEPHAAT), com a finalidade de conservar a memória da sociedade do século XIX e início do XX, da cidade em que se localiza.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5489302306511584130" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TC3rXTxa-4I/AAAAAAAAAgg/gSZyXZu-KUQ/s320/Foto+2+Cemit%C3%A9rio+S%C3%A3o+Jos%C3%A9+do+Barreiro+-+SP+09-07-2009.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Vista do "Cemitério dos Escravos" com suas singulares palmeiras em São José do Barreiro (SP). Foto: Jenyfer Ramos, 2009. Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/photo/photo/listForContributor?screenName=2gtwxjdtzj31u&amp;amp;page=3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://cafehistoria.ning.com/photo/photo/listForContributor?screenName=2gtwxjdtzj31u&amp;amp;page=3&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para proceder a essa discussão, é necessário fundamentação em teóricos como Philippe Ariès, João José Reis, no contexto da morte, e em Françoise Choay e Le Goff, na questão patrimonial. Os documentos utilizados, como testamentos, óbitos e outros, por meio da metodologia aplicada, oportunizaram a reflexão dialética entre vida e morte na sociedade barreirense do século XIX até meados do século XX.&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TC3jTvRF8II/AAAAAAAAAfo/7oTOZIJpO9U/s1600/Ludmila+Pena+Fuzzi.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 183px; FLOAT: left; HEIGHT: 183px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5489293449079681154" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TC3jTvRF8II/AAAAAAAAAfo/7oTOZIJpO9U/s200/Ludmila+Pena+Fuzzi.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A historiadora Ludmila Pena Fuzzi, produziu esta obra como monografia de graduação no curso de História do Departamento de Ciências Sociais e Letras da Universidade de Taubaté (SP), sob orientação da Profª. Ms. Rachel Duarte Abdala em 2008. É membro do Instituto de Pesquisa Histórica e Regional (IPHR) e da ANPUH. Pós-graduada em Políticas e Sociedade do Brasil Contemporâneo, possui vários artigos publicados. Vem desenvolvendo junto a seus colegas do IPHR um Projeto de Preservação e Restauração do Cemitério dos Escravos de São José do Barreiro que deverá se tornar o primeiro Museu da Morte do país. É membro do Café História ( &lt;/span&gt;&lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/profile/LudmilaPenaFuzzi"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://cafehistoria.ning.com/profile/LudmilaPenaFuzzi&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; ) e possui um blog: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://profludfuzzi.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://profludfuzzi.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Dados sobre a obra]:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Páginas: 181&lt;br /&gt;Edição: 1ª&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ano: 2010&lt;br /&gt;Editora: Departamento de Ciências Sociais e Letras da Universidade de Taubaté/Clube do Livro&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Preço Encontrado: R$ 43,31.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;a href="http://clubedeautores.com.br/book/19422--A_Morte_Patrimonial"&gt;http://clubedeautores.com.br/book/19422--A_Morte_Patrimonial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais informações sobre o Cemitério dos Escravos em São José do Barreiro (SP) na postagem:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://kimitirion.blogspot.com/search/label/S%C3%A3o%20Jos%C3%A9%20do%20Barreiro%20%28SP%29%3A%20Cemit%C3%A9rio%20%C3%A9%20palco%20da%20Revolu%C3%A7%C3%A3o%20de%201932"&gt;http://kimitirion.blogspot.com/search/label/S%C3%A3o%20Jos%C3%A9%20do%20Barreiro%20%28SP%29%3A%20Cemit%C3%A9rio%20%C3%A9%20palco%20da%20Revolu%C3%A7%C3%A3o%20de%201932&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-6748621873878505624?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/6748621873878505624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/07/morte-como-fonte-patrimonial-o.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6748621873878505624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6748621873878505624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/07/morte-como-fonte-patrimonial-o.html' title='&quot;A MORTE COMO FONTE PATRIMONIAL: O cemitério dos escravos em São José do Barreiro&quot; livro de Ludmila Pena Fuzzi'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TC3jBCqbZ9I/AAAAAAAAAfY/rZUcofEx3lw/s72-c/Capa+do+livro+-+A+Morte+Patrimonial.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-9044565114384569231</id><published>2010-06-24T21:51:00.006-03:00</published><updated>2010-06-24T22:24:44.470-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida após a morte'/><title type='text'>Vida após a morte</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Cemitérios de São Paulo viram pontos turísticos e são registrados em livro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486514253958210066" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TCQDpSpL4hI/AAAAAAAAAfQ/hgY2RovOlwc/s320/CEMITR~1.JPG" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Vista geral do Cemitério da CONSOLAÇÃO, em São Paulo. Foto: Dornicke, 2008.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cemit%C3%A9rio_da_Consola%C3%A7%C3%A3o,_vista_geral.JPG"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cemit%C3%A9rio_da_Consola%C3%A7%C3%A3o,_vista_geral.JPG&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Cristina Romanelli&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Publicado na &lt;strong&gt;Revista de História da Biblioteca Nacional&lt;/strong&gt;, Seção "Em Dia", pág. 12, Edição nº 57, [01 de] Junho de 2010.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A terra da garoa tem muitos museus, mas poucos turistas conseguem visitar em um só lugar referências a Tarsila do Amaral, Campos Sales, Monteiro Lobato e marquesa de Santos. Para isso, é preciso deixar o medo de lado. Afinal, não é qualquer um que mantém a calma ao entrar em um cemitério. A partir de 2011, a chance de alguém se perder entre os túmulos será menor. Isso porque será lançado um guia com roteiros pelas principais necrópoles paulistanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro Cemitérios e lugares da morte em São Paulo propõe passeios a pé, com mapas e setas indicando o percurso. Pode ser lido como um guia de turismo, mas com muito mais referências históricas. Segundo a editora Paula Janovitch, os roteiros relacionam os cemitérios com temas como arte e imigração. Já os “lugares da morte” seriam igrejas antigas, onde eram feitos os enterros até meados do século XIX. O primeiro cemitério público, chamado Consolação, só foi construído em 1858.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Eduardo Rezende, presidente da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais (Abec) e dono da Editora Necrópolis, o Cemitério Consolação é o mais indicado tanto para se visitar a última morada de personalidades históricas como para apreciar a arte tumular. O mausoléu da família Matarazzo, com 20 metros de altura, é campeão de visitas. Outros eventos, digamos, inusitados aconteceram por ali. “Pagu e Oswald de Andrade se casaram, em 1930, em frente ao túmulo do pai dele”, afirma Rezende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perto do Consolação, os cemitérios Araçá e São Paulo completam o circuito turístico básico. No Araçá, segunda necrópole pública da cidade, está enterrada Francisca Júlia (1871-1920), uma das primeiras poetisas do país. A estátua que enfeita hoje o túmulo é uma cópia da original, em mármore carrara, esculpida por Victor Brecheret. A obra foi transferida em 2006 para a Pinacoteca de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Brecheret, outros artistas de sangue italiano se destacaram na arte tumular. Segundo a historiadora Eloína Ribeiro, Eugênio Prati, Galileo Emendabili e Antello Del Debbio chegaram a montar ateliês em frente ao Cemitério São Paulo. Eles se mudaram para a cidade na década de 1920, quando foram construídos os primeiros grandes monumentos funerários. A maioria das obras era feita para imigrantes. “As esculturas geralmente mostram que eles tiveram sucesso no Brasil, tornando-se comerciantes e industriais”, diz a historiadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eloína escreveu um dos roteiros sobre as necrópoles da cidade, mas se limitou ao Cemitério São Paulo. Ali está a maioria das obras feitas por ítalo-brasileiros, sua especialidade. Com ela, Paula e Rezende formam um time crescente de admiradores de “lugares da morte”. Apesar de ainda haver muito preconceito, eles garantem: quem vai a um cemitério sempre acaba voltando depois.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=3098"&gt;http://revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=3098&lt;/a&gt;&lt;a href="http://revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=3098"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-9044565114384569231?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/9044565114384569231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/06/vida-apos-morte.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/9044565114384569231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/9044565114384569231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/06/vida-apos-morte.html' title='Vida após a morte'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TCQDpSpL4hI/AAAAAAAAAfQ/hgY2RovOlwc/s72-c/CEMITR~1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-4624514063949809306</id><published>2010-06-18T21:07:00.016-03:00</published><updated>2010-06-22T20:58:24.663-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cemitério Medieval das Barreiras no Distrito de Braga em Portugal: enterramentos contemporâneos à Peste Negra'/><title type='text'>Cemitério Medieval das Barreiras no Distrito de Braga em Portugal: enterramentos contemporâneos à Peste Negra</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TBwPE9U0MGI/AAAAAAAAAe4/K1JAHZi8AOM/s1600/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 158px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5484275024086184034" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TBwPE9U0MGI/AAAAAAAAAe4/K1JAHZi8AOM/s320/untitled.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Aspecto das sepulturas do "Cemitério Medieval" com enterramentos datados entre os séculos XI e XIV, localizado no lugar Barreiras, Freguesia de Fão, Conselho de Esposende, Distrito de Braga ao norte de Portugal. Imagem disponível on-line em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT2007-AP-LitoralNorte/O+Parque/Valores+Culturais/Patrim%C3%B3nio+cultural/?res=1024x768"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT2007-AP-LitoralNorte/O+Parque/Valores+Culturais/Patrim%C3%B3nio+cultural/?res=1024x768&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Do verbete da &lt;strong&gt;Wikipédia: a Enciclopédia livre&lt;/strong&gt;, intitulado "Cemitério medieval das Barreiras", modificado pela última vez, as 10h35min de 15 de janeiro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O Cemitério medieval das Barreiras, situado no lugar das Barreiras, freguesia de Fão, no concelho de Esposende, é um dos exemplares mais importantes do conjunto de cemitérios pertencentes à Idade Média européia. Escavado desde 1989, revelam-se uma série de sepulturas feitas com pedras avulsas, com tampa. Pelo tamanho das sepulturas e pelos restos de ossos analisados pode-se identificar a idade, sexo e o estado de saúde das pessoas que ali foram enterradas.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5484275032215105458" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TBwPFbm5r7I/AAAAAAAAAfA/Eyiy9vZ1n2E/s320/mapa3018_400.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Mapa do Conselho de Esposende, no Distrito de Braga, norte de Portugal. O lugarejo de Barreiras localiza-se na pequena Freguesia de Fão, próxima a foz do Rio Cávado no Oceano Atlântico. Imagem disponível on-line em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.agenda.pt/iframe.php?subcat=ESPOSENDE"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.agenda.pt/iframe.php?subcat=ESPOSENDE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;De uma cronologia que remonta ao séc. XI à entrada da Peste Negra em Portugal (Século XIV), foram exumados cerca de quase duas centenas de ossadas. Com o advento de modificações climatéricas ocorridas nesse período o cemitério das barreiras foi coberto pelas dunas e as gentes que por ali habitaram foram deslocadas mais para o interior e para a margem norte do rio Cávado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sepulturas apresentam-se orientadas à regra mediévica: cabeça para ocidente e pés para oriente. Muitas vezes as sepulturas eram reaproveitadas, vendo-se em algumas 4 enterramentos. Os sepultamentos eram feitos sem caixão e o corpo deveria estar envolto numa mortalha, em posição decúbito supino. Algumas sepulturas apresentam-se em forma antropomorfa e existem algumas, não raras, imobilizações para a cabeça do defunto, usando pedras ou até mesmo telhas para tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posteriormente ao depósito do morto no interior da sepultura, esta era cheia com terra e depois colocada a tampa e novamente coberta com terra. À cabeceira, ficaria uma pedra mais elevada, a servir de estela ou indicação da localização do sepultamento. Foram ancontradas algumas moedas da primeira dinastia (Dinastia de Borgonha ou Afonsina), escórias de ferro e muita cerâmica da época.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5484275039862384226" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TBwPF4GJ5mI/AAAAAAAAAfI/TOW3CtOY78U/s320/036.JPG" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Cemitério Medieval de Barreiras em 2008, apesar de sua importância é ameaçãdo pela especulação imobiliária local. Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://solasrotas.blogspot.com/2008_10_01_archive.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://solasrotas.blogspot.com/2008_10_01_archive.html&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CUNHA, E.; Araújo, T.; Marrafa, C.; Santos, A.; Silva, A.M. (1990/92). &lt;em&gt;Paleodemografia da população medieval de Fão: resultados preliminares&lt;/em&gt;, Boletim Cultural de Esposende, vol. 17, Câmara Municipal de Esposende, Esposende, 1990-1992, pp. 127-136.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;CUNHA, E.; Araújo, T.; Marrafa, C.; Santos, A.; Silva, A.M. (1992). &lt;em&gt;Paléodémographie de la population médiévale portugaise de Fão: Résultats préliminaire&lt;/em&gt;. Rivista di Antropologia, vol. 70, pp. 237-245.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;CUNHA, E.,&lt;em&gt;Paleobiologia das populações medievais portuguesas. Os casos de Fão e S. João de Almedina&lt;/em&gt;, Dissertação de Doutoramento apresentada para a obtenção do grau de Doutor em Antropologia, apresentado à Faculdade de Ciências e Tecnologia da universidade de Coimbra, Coimbra, 1994.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;ALMEIDA, Carlos Alberto Brochado de, &lt;em&gt;Carta arqueológica do concelho de Esposende&lt;/em&gt;, Boletim Cultural de Esposende, vol. 13/14, Câmara Municipla de Esposende, Esposende, 1988, pp. 26-32.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;ALMEIDA, Carlos Alberto Brochado de, et alii, &lt;em&gt;Necrópole Medieval das Barreiras - Fão&lt;/em&gt;, Boletim Cultural de Esposende, vol. 17, Câmara Municipla de Esposende, Esposende, 1990-92, pp. 111-126. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cemit%C3%A9rio_medieval_das_Barreiras"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Cemit%C3%A9rio_medieval_das_Barreiras&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sobre as polêmicas e ameaças locais (Vila de Fão) ao Cemitério Medieval:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://conversadocafe.blogspot.com/2009/04/cemiterio-medieval-com-barreiras-sera.html"&gt;http://conversadocafe.blogspot.com/2009/04/cemiterio-medieval-com-barreiras-sera.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-4624514063949809306?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/4624514063949809306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/06/cemiterio-medieval-das-barreiras-no.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/4624514063949809306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/4624514063949809306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/06/cemiterio-medieval-das-barreiras-no.html' title='Cemitério Medieval das Barreiras no Distrito de Braga em Portugal: enterramentos contemporâneos à Peste Negra'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TBwPE9U0MGI/AAAAAAAAAe4/K1JAHZi8AOM/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-7751207269177502886</id><published>2010-06-06T19:47:00.003-03:00</published><updated>2010-06-06T20:07:23.468-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='São José do Barreiro (SP): Cemitério é palco da Revolução de 1932'/><title type='text'>São José do Barreiro (SP): Cemitério é palco da Revolução de 1932</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TAwpCFgtHuI/AAAAAAAAAew/T6FESSubYW8/s1600/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 178px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479799962418880226" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TAwpCFgtHuI/AAAAAAAAAew/T6FESSubYW8/s320/untitled.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt; Imagens disponíveis em 06/07/2010 no site: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.classelider.com/noticia/?new_id=2232"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.classelider.com/noticia/?new_id=2232&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TAwpBs4p4XI/AAAAAAAAAeo/SFecYZBPNI0/s1600/untitled2.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Artigo postado em 16/07/[2009] as 17h09, na seção "Notícias" do jornal &lt;strong&gt;CLASSE LÍDER&lt;/strong&gt; [&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.classelider.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.classelider.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;].&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O mês de julho é representativo para a história do Vale Histórico. Marcado por batalhas em diferentes contextos, ele engloba homenagens como a realizada no último final de semana em São José do Barreiro pelo aniversário do conflito entre legalistas e paulistas no cemitério da cidade durante a Revolução de 1932.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Julho também foi o mês em que foi morto Manoel José Guedes Silveira, um dos conservadores da elite agrária de Silveiras quando se deu a breve Revolução Liberal de 1842.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Conflitos, estes, distintos, o ocorrido no século 20 costuma ser lembrado com mais ênfase. Trata-se de quando os paulistas, insatisfeitos com o Governo Provisório de Getúlio Vargas, instauraram uma revolução em defesa de uma nova constituição. Voluntários e militares do estado de São Paulo se deslocaram para os territórios limítrofes com o Rio de Janeiro e, no dia 9 de julho de 1932, foi dado o tiro que deu início à batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um lado, os legalistas [soldados do governo] partiam para o ataque afim de sufocar a revolta. Do outro, militantes paulistas se uniam para enfrentá-los com armamento diferenciado e estratégias que, de início, renderam bons resultados. Em São José do Barreiro, os combatentes paulistas - em quase 90% formados por voluntários - estavam armados com espadas cujas pontas eram mais arredondadas que as dos adversários. As espingardas também tinham particularidades como estrutura mais alongada e balas mais grossas que provocavam maior impacto em quem era atingido por um tiro. A estratégia dos revoltosos nessa cidade foi adotar o cemitério como acampamento, uma vez que ele ficava em uma área alta e de visibilidade privilegiada do entorno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas no dia 13 de julho, em um ataque surpresa, os legalistas atacaram os paulistas dentro do cemitério. As marcas desse conflito podem ser vistas até hoje em árvores e túmulos locais. A historiadora Ludmila Pena Fuzzi, do IPHR (Instituto de Pesquisa Histórica Regional), desenvolve um trabalho de campo no local e conta que moradores antigos relataram fatos ocorridos ali, na época - muitos deles já foram confirmados por pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os paulistas estavam vencendo a batalha em terra, como nos contaram os moradores, e pudemos comprovar por meio de vestígios deixados pela batalha. Mas quando o exército brasileiro se deu conta da força dos paulistas, enviou os vermelhinhos e bombardeou o território”, disse Ludmila. Os vermelhinhos eram aviões leves, com lugar para duas pessoas. Deles foram jogadas granadas feitas com pólvora, que deixaram os paulistas em desvantagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O cemitério é o único do Estado que é composto por palmeiras imperiais. Elas ajudavam os resistentes a se esconderem. Os legalistas só chegaram até eles, no dia 13 de julho, porque alguém lhes deu essa informação”, disse.&lt;br /&gt;O pesquisador Tacilim Oréfice, do IPHR, conta que alguns túmulos hoje são afundados no solo por consequência da ação desses explosivos. “A degradação desse patrimônio começoucom essa batalha”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;À ÉPOCA, OS COMBATENTES ERAM QUASE TODOS VOLUNTÁRIOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Os combatentes da Revolução de 1932 em São José do Barreiro eram, em maioria, jovens entre 23 e 34 anos, em grande parte voluntários.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Eram civis que se uniam à causa paulista. Uma das marcas do recrutamento de pessoas na época era um cartaz com a imagem de um soldado apontando para quem parasse diante dele. “Era como se dissesse ‘você também tem de vir’”, conta a pesquisadora Ludmila. Nas roupas dos soldados do Governo era bordado o brasão nacional. Na dos combatentes paulistas, havia o emblema do Estado - que é o mesmo até hoje. Não há confirmação de que as mulheres também fizessem parte dos grupos que travavam batalhas em São José do Barreiro, mas sabe-se que muitas delas eram voluntárias no hospital da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro tiro da revolução foi dado em 9 de julho, a 10 quilômetros do Cemitério dos Escravos, que ainda não recebia esse nome. “Mas foi um tiro antecipado, porque planejava-se estourar a revolução mais tarde”, disse. O mato alto do cemitério era outro fator que favorecia a camuflagem dos combatentes. Naquela época, não eram feitas manutenção no espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os revolucionários se alimentavam com o que moradores próximos ao acampamento serviam a eles. A equipe de Ludmila deve fazer escavações para buscar elementos que comprovem o fato, dito por fontes entrevistadas, de que houve uma trincheira em um dos cantos do cemitério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTORIADORES CONFIRMAM LENDA ANTIGA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Uma lenda conhecida entre os moradores de São José do Barreiro foi confirmada pela equipe do IPHR (Instituto de Pesquisas Históricas Regionais) recentemente e tem relação com os conflitos ocorridos no cemitério da cidade - a do roubo de uma imagem na época da Revolução de 32.&lt;br /&gt;Tratava-se de uma imagem pequena de um anjo, que foi encontrada pelos pesquisadores no Asilo Municipal. A história conta que um dos soldados da batalha teria dado um tiro acidental nesta imagem. Com o impacto, a asa do anjo representado quebrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor do disparo, com medo de ser preso por isso, teria roubado o monumento. “Há mais de 40 anos as pessoas contavam essa história e um dia alguém disse que havia umas peças da Revolução reunidas no Asilo de São José do Barreiro. Fomos até lá e, entre elas, encontramos um anjo pequeno com as asas quebradas e uma marca de tiro”, disse a pesquisadora Ludmila Pena Fuzzi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CEMITÉRIO&lt;/strong&gt; - O cemitério de São José do Barreiro foi fundado em 1835 e é repleto de simbologias. Ele recebe o nome de “Cemitério dos Escravos” em razão de uma homenagem prestada no centenário da cidade, em 1959.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O vigário da época quis comemorar os 100 anos com um monumento com o corpo de três escravos no cemitério. A lápide apresenta os escravos como operários e desbravadores dos sertões, deixando aquele discurso de que eles eram objetos”, disse a historiadora. Pelo formato de trapézio e as ruas em formato de cruz, é possível afirmar que este cemitério era litúrgico - ou seja, pertencia à igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HOMENAGEM&lt;/strong&gt; - No último final de semana, cerca de 100 pessoas entre moradores da cidade, autoridades e pesquisadores se reuniram na primeira celebração pública realizada no Cemitério dos Escravos. Eles relembraram essa história em uma ação que visava despertar na população uma consciência histórica e de preservação. (Fonte: Valeparaibano&lt;/em&gt; [&lt;a href="http://www.valeparaibano.com.br/"&gt;http://www.valeparaibano.com.br/&lt;/a&gt;]&lt;em&gt; ).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;FONTE&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://www.classelider.com/noticia/?new_id=2232"&gt;http://www.classelider.com/noticia/?new_id=2232&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-7751207269177502886?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/7751207269177502886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/06/sao-jose-do-barreiro-sp-cemiterio-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/7751207269177502886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/7751207269177502886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/06/sao-jose-do-barreiro-sp-cemiterio-e.html' title='São José do Barreiro (SP): Cemitério é palco da Revolução de 1932'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TAwpCFgtHuI/AAAAAAAAAew/T6FESSubYW8/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-9138360189345522490</id><published>2010-05-28T20:44:00.005-03:00</published><updated>2010-05-28T21:40:09.137-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Santa Cruz do Sul (RS): Projeto busca preservar o que resta de cemitério'/><title type='text'>Santa Cruz do Sul (RS): Projeto busca preservar o que resta de cemitério</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;TÚMULOS do cemitério de Alto Linha Santa Cruz, que remontam ao tempo da imigração, podem ser declarados patrimônio do município &lt;/em&gt;[de Santa Cruz do Sul (RS)]&lt;em&gt;. Patrimônio Histórico &gt; idéia é incluir local.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 159px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5476475908297536114" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TABZ0q8PMnI/AAAAAAAAAeY/rpHUPdva_dM/s320/3532.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cemitério de Alto Linha Santa Cruz é dos mais antigos da região. Foto: Janaína Zilio / ag. Assmann.&lt;/em&gt; Imagem disponível em: &lt;a href="http://www.gazetadosul.com.br/default.php?intIdEdicao=2098"&gt;http://www.gazetadosul.com.br/default.php?intIdEdicao=2098&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;José Augusto Borowsky&lt;/strong&gt; (&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:zeaugusto@gazetadosul.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;zeaugusto@gazetadosul.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;) para a seção "Geral" do Jornal Gazeta do Sul publicado em SANTA CRUZ DO SUL, ANO 66, Nº 102, TERÇA-FEIRA, 25 DE MAIO DE 2010, página 09. Disponível on-line em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.gazetadosul.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.gazetadosul.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O antigo cemitério da Comunidade Evangélica de Alto Linha Santa Cruz, nos fundos da Igreja Evangélica da Avenida Dom Alberto Etges, poderá ser declarado patrimônio histórico de Santa Cruz do Sul. O projeto de lei, de autoria do vereador Nasário Bohnen (DEM), começou a tramitar ontem na Câmara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cemitério, que está desativado desde 1962, possui cerca de 100 túmulos e, possivelmente, seja um dos mais antigos da região. Hoje, a limpeza do local é feita, nos finais de semana, pela Juventude Evangélica de Alto Linha Santa Cruz (Jealisc). No entanto, o vereador entende que o grupo poderia contar com o apoio do poder público e isso se torna mais fácil no momento em que integrar o inventário histórico do município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, integram o rol do patrimônio histórico a Catedral São João Batista, o Centro de Cultura Jornalista Francisco José Frantz, a Igreja Evangélica e o Cemitério dos Imigrantes de Rio Pardinho, e a antiga Cooperativa Agrícola de Linha Santa Cruz. Para Bohnen, os antigos cemitérios guardam boa parte da história e nomes de pessoas que construíram o município. Por isso, cobra uma atenção maior do poder público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 159px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5476479354292327634" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TABc9QRa1NI/AAAAAAAAAeg/fq6nqsOEk0g/s320/untitled.bmp" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Outro Aspecto do Cemitério de Alto Linha Santa Cruz. &lt;em&gt;Foto: Janaína Zilio / ag. Assmann. &lt;/em&gt;Imagem disponívelem: &lt;a href="http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&amp;amp;intIdConteudo=132580&amp;amp;intIdEdicao=2098"&gt;http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&amp;amp;intIdConteudo=132580&amp;amp;intIdEdicao=2098&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;LÁPIDES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos túmulos, estão enterradas pessoas que morreram entre 1855 e 1900, entre elas várias crianças. Nas lápides, constam os locais da Alemanha de onde vieram, frases em memória e até informações sobre as atividades que desenvolviam. As datas dos sepultamento mais antigos, possivelmente, se perderam. Conforme o pastor Honório Froeming, logo que os imigrantes chegaram não havia quem confeccionasse lápides. Com isso, as pessoas eram enterradas na terra, apenas com uma cruz de madeira indicando o local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasário Bohnen disse acreditar na aprovação do projeto. No seu entender, o local pode se tornar um ponto turístico do município e uma fonte de pesquisa histórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 159px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5476475904525775858" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TABZ0c4-s_I/AAAAAAAAAeQ/ZWB1mQNdyZo/s320/8568996.jpg" /&gt; &lt;/em&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Cemitério dos Imigrantes, em Rio Pardinho, já está protegido por lei. Foto: Janaína Zilio / ag. Assmann.&lt;/em&gt; Imagem disponível em:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&amp;amp;intIdConteudo=132580&amp;amp;intIdEdicao=2098"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&amp;amp;intIdConteudo=132580&amp;amp;intIdEdicao=2098&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Em Rio Pardinho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja Evangélica e o Cemitério dos Imigrantes, de Rio Pardinho, foi declarado patrimônio histórico de Santa Cruz do Sul em maio de 2004, através de projeto do ex-vereador Hardi Panke. Ele também possui túmulos do século 19, muitos deles bem cuidados. Outros, no entanto, foram pintados e perderam um pouco de suas características.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coordenadora do Departamento de Cultura de Santa Cruz do Sul, Marli Silveira, explicou que o município ainda não possui lei de tombamento. Com isso, há uma certa dificuldade na fiscalização. Em Rio Pardinho, disse que a própria Comunidade Evangélica tem feito um trabalho de conscientização entre os associados para que mantenham as características do cemitério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marli considera positiva a iniciativa do vereador Nasário de preservar o cemitério de Alto Linha Santa Cruz. Destacou que, no futuro, o município deve criar uma lei de tombamento e de implantação do Conselho do Patrimônio Histórico. Mas, para ela, esta lei deve nascer da vontade da comunidade.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&amp;amp;intIdConteudo=132580&amp;amp;intIdEdicao=2098"&gt;http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&amp;amp;intIdConteudo=132580&amp;amp;intIdEdicao=2098&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-9138360189345522490?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/9138360189345522490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/05/santa-cruz-do-sul-rs-projeto-busca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/9138360189345522490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/9138360189345522490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/05/santa-cruz-do-sul-rs-projeto-busca.html' title='Santa Cruz do Sul (RS): Projeto busca preservar o que resta de cemitério'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/TABZ0q8PMnI/AAAAAAAAAeY/rpHUPdva_dM/s72-c/3532.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-1036065787569844029</id><published>2010-05-16T20:26:00.003-03:00</published><updated>2010-05-16T20:38:40.453-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Britânicos desvendam mistério de cova com 51 crânios'/><title type='text'>Britânicos desvendam mistério de cova com 51 crânios</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S_CBSHjT28I/AAAAAAAAAeI/lehF7kq-vKo/s1600/0,,38062588,00.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 238px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472015695519931330" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S_CBSHjT28I/AAAAAAAAAeI/lehF7kq-vKo/s320/0,,38062588,00.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Análises dos dentes revelaram que as ossadas eram vikings. Cientista analisa um dos esqueletos. (Foto: Oxford Archaeology/Dorset County Council/NERC)&lt;/em&gt; Imagem disponível em: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1526589-5603,00-BRITANICOS+DESVENDAM+MISTERIO+DE+COVA+COM+CRANIOS.html"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1526589-5603,00-BRITANICOS+DESVENDAM+MISTERIO+DE+COVA+COM+CRANIOS.html&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;As ossadas de 51 pessoas decapitadas encontradas no sul da Grã-Bretanha em junho do ano passado foram identificadas como pertencendo a povos vikings que habitaram o país na virada para o segundo milênio.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por &lt;strong&gt;BBC Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Seção “Ciência” Atualizado em 12 de março, 2010 - 10:09 (Brasília) 13:09 GMT&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Desde que a cova foi encontrada em junho de 2009, durante a construção de uma rodovia no condado de Dorset para os Jogos Olímpicos de Londres-2012, arqueólogos vinham tentando desvendar o mistério da identidade daqueles ossos e por que os crânios estavam separados do restante dos corpos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Havia muito pouca evidência no local, além de alguns cacos de cerâmica. Para descobrir a data daqueles restos mortais nós enviamos uma amostra dos ossos para uma datação por carbono e espantosamente a data que retornou é do final do período saxônico", disse o arqueólogo David Score, que liderou a equipe do instituto de arqueologia britânico Oxford Archaeology, que desenterrou as ossadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do teste do carbono-14, os cientistas concluíram que aquelas pessoas foram mortas entre os anos 910 e 1030.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa época, os anglo-saxões sofriam com as constantes incursões de povos vikings na Grã-Bretanha e conflitos entre líderes dos dois lados por controle da região eram comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O local do enterro era comumente usado para execuções naquela época", acrescenta Score. A dúvida que permanecia, portanto, era se os executados eram saxões ou vikings.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Análise dentária&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Mas as análises dos dentes de dez daquelas ossadas mostraram que aquelas pessoas cresceram em países de clima mais frio do que o britânico. Os cientistas descobriram isso a partir da composição do esmalte dos dentes, influenciada pela água que a pessoa ingeriu quando criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Laboratório de Geociências de Isótopos (NIGL) da agência geológica britânica explica que os países escandinavos, como Noruega e Suécia, possuem um clima mais frio do que a Grã-Bretanha, o que gera um tipo distinto de assinatura dos isótopos no esmalte dos dentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudos também mostraram que os donos daquelas ossadas tinham uma alimentação rica em proteínas, que se assemelha a de povos da Suécia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Trata-se de uma descoberta fantástica. É o maior grupo de estrangeiros que nós já identificamos usando isótopos", disse Jane Evans do NIGL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Descobrir que os jovens homens executados eram vikings é uma novidade eletrizante", disse Score.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 228px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472015690111391394" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S_CBRzZ0FqI/AAAAAAAAAeA/O6lzdLTaJiA/s320/0,,38062584,00.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vikings teriam sido decapitados com vários golpes de espada por anglo-saxões. A cova de Dorset. (Foto: Oxford Archaeology/Dorset County Council/NERC )&lt;/em&gt; Imagem disponível em: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1526589-5603,00-BRITANICOS+DESVENDAM+MISTERIO+DE+COVA+COM+CRANIOS.html"&gt;http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1526589-5603,00-BRITANICOS+DESVENDAM+MISTERIO+DE+COVA+COM+CRANIOS.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Execução&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Com base nas cerâmicas encontradas na cova, os arqueólogos suspeitaram inicialmente que as ossadas datavam de um período entre 800 a.C. e 43 d.C., ou seja, entre a Idade do Ferro e o início da era romana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os exames do Carbono-14 provaram que os restos mortais eram muito mais recentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas sabem também que a maioria dos ossos pertencia a adolescentes e jovens, que seriam altos e teriam boa saúde. Há também a suspeita de que eles tenham sido mortos ou enterrados nús, porque não há vestígio de roupas ou adornos na cova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma como suas cabeças foram separadas de seus corpos revelou que eles não foram executados com um machado apropriado para a tarefa, que faria a decaptação em um único golpe. As vítimas teriam sido mortas com sucessivos golpes de espada.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/03/100312_cemiterio_viking_vdm.shtml"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/03/100312_cemiterio_viking_vdm.shtml&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-1036065787569844029?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/1036065787569844029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/05/britanicos-desvendam-misterio-de-cova.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/1036065787569844029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/1036065787569844029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/05/britanicos-desvendam-misterio-de-cova.html' title='Britânicos desvendam mistério de cova com 51 crânios'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S_CBSHjT28I/AAAAAAAAAeI/lehF7kq-vKo/s72-c/0,,38062588,00.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-9187466244811736373</id><published>2010-05-08T21:13:00.005-03:00</published><updated>2010-05-09T06:12:24.775-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amapá: Mausoléu na selva'/><title type='text'>Amapá: Mausoléu na selva</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Urnas antropomorfas revelam segredos de um povo amazônico extinto há mais de 300 anos&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 146px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5469060279791399090" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S-YBWSAqMLI/AAAAAAAAAd4/x3TeF5tcYBM/s320/arqueologia2.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Arqueóloga Vera Guapindaia com urna funerária.&lt;/em&gt; Foto: F. Guenet/B. Arnaudo - Revista Veja&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Bia Barbosa&lt;/strong&gt;. Artigo publicado com o título: "Mausoléu na selva" na seção Arqueologia da &lt;strong&gt;Revista VEJA&lt;/strong&gt; na edição 1653 de 14/06/2000. Disponível on-line no site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://veja.abril.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A região do Rio Maracá, um afluente do Rio Amazonas no Amapá, é um dos mais importantes santuários ecológicos da Amazônia. A natureza é exuberante, com trilhas e cavernas que atraem adeptos do turismo de aventura. Esse paraíso nos confins do Brasil tornou-se também ponto de peregrinação de arqueólogos em busca de respostas para os enigmas que envolvem um dos povos mais misteriosos da Amazônia. Nada menos do que treze cemitérios indígenas construídos por um grupo que se acredita extinto desde o século XVII foram localizados nos últimos cinco anos. Todos eles estão em grutas semi-encobertas por cipoais e folhagens e, em lugar de tumbas ou urnas funerárias convencionais, exibem inesperados vasos de cerâmica na forma de bonecos. São figuras de até 71 centímetros que representam homens e mulheres sentados em pequenos bancos, como um grupo de índios reunidos para uma conversa em torno da fogueira. Algumas figuras ocupam lugares de destaque, de frente para as demais, com traços zoomorfos. Dentro das peças de barro estão os ossos dos indígenas, que, por falta de nome mais preciso, os arqueólogos batizaram de maracás. Ainda não se sabe se a tribo desenvolveu uma civilização complexa como a dos habitantes da Ilha de Marajó, localizada na foz do Rio Maracá. As urnas são, por enquanto, os elementos mais significativos de como viveu essa gente. "Esse é apenas um ponto de partida para entender quem foram os maracás", diz a arqueóloga Edithe Pereira, do Museu Emílio Goeldi, em Belém.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 146px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5469060269931798482" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S-YBVtR8n9I/AAAAAAAAAdo/VuD5rfwDgi8/s320/untitled.bmp" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Figuras agrupadas como num ritual&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;. Foto: F. Guenet/B. Arnaudo - Revista Veja&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;As urnas do Rio Maracá não são inteiramente novas para os arqueólogos. Três delas estão expostas na Mostra do Redescobrimento, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. A questão é que até agora os vasos cerâmicos não tinham sido estudados sistematicamente. Havia apenas exemplares isolados coletados no fim do século XIX e desde então incorporados à coleção do Museu Goeldi, sob catalogação bastante genérica. Isso mudou com a descoberta dos cemitérios, o último deles no final do ano passado. Os maracás tinham um rito fúnebre bastante original. Não enterravam as urnas, como ocorria entre a maioria dos indígenas. Guardavam os ossos numa disposição padronizada. No fundo do vaso era colocada a pélvis e, sobre ela, as costelas, os ossos das mãos e dos pés. Por cima de tudo vinha o crânio. Os ossos mais longos eram acomodados nas laterais da urna. Os pesquisadores acreditam que as figuras zoomorfas, semelhantes a jabutis, guardavam ossos de pajés e chefes. "Os cemitérios nos fazem supor que os maracás viam as urnas como uma maneira de reverenciar e cultuar os antepassados", diz a arqueóloga Vera Guapindaia, coordenadora da pesquisa. "A visão das urnas com formas humanas sentadas em seus bancos e com as mãos nos joelhos devia causar um sentimento de temor e respeito."&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5469060275739068786" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S-YBWC6giXI/AAAAAAAAAdw/khO813a9i9o/s320/arqueologia3.jpg" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Tampa de um vaso: desenhos indicam o sexo do morto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;. Foto: F. Guenet/B. Arnaudo - Revista Veja&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Regalias femininas&lt;/strong&gt; – Os bancos de madeira têm um significado marcante em várias culturas indígenas. São artefatos exclusivos de chefes, pajés e visitantes ilustres, acessórios importantes na tomada de decisões. Acreditava-se que o ato de sentar-se em um banco propiciava maior poder de concentração e reflexão. Daí também seu aspecto mágico. É curioso que o formato das urnas maracás seja de pessoas sentadas em bancos. Como isso ocorre até com as urnas que contêm ossos femininos, os cientistas supõem que a sociedade fosse igualitária, mesmo no trato com as mulheres. O sexo dos mortos é perfeitamente definido no formato dos vasos. Referências tão explícitas ao sexo feminino em objetos funerários são raras, mas coincidem com algumas descobertas interessantes sobre o papel das mulheres na região. Relatos dos primeiros europeus a percorrer o atual Amapá, no século XVI, falam de mulheres com papéis não tradicionais, como de guerreiras. Frei Gaspar de Carvajal, cronista da expedição de Francisco de Orellana, comparou-as às lendárias amazonas gregas, em 1542. Involuntariamente, ele associou para sempre essa imagem à região, batizando o rio com o nome de Amazonas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cemitérios estão espalhados numa área de aproximadamente 21 quilômetros quadrados e já foram localizadas cerca de 150 urnas. Paralelamente ao levantamento das ossadas, os cientistas esperam datar as descobertas com exames de carbono 14 a cargo do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Também estão sendo procurados vestígios de aldeias e habitações, essenciais para permitir a identificação do povo maracá. Já encontraram três sítios arqueológicos com cacos de cerâmica de uso cotidiano, que se acredita serem dos mesmos índios que fabricaram as urnas. "Cinco anos de estudos numa região com um potencial desse tamanho não é nada", comenta Vera Guapindaia. Se depender dela e de sua equipe, as pesquisas à beira do Rio Maracá só vão parar quando se souber exatamente que língua falavam e por quanto tempo viveram ali os índios que transformaram as cavernas do Amapá em mausoléu.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://veja.abril.com.br/140600/p_100.html"&gt;http://veja.abril.com.br/140600/p_100.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-9187466244811736373?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/9187466244811736373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/05/mausoleu-na-selva-amapa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/9187466244811736373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/9187466244811736373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/05/mausoleu-na-selva-amapa.html' title='Amapá: Mausoléu na selva'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S-YBWSAqMLI/AAAAAAAAAd4/x3TeF5tcYBM/s72-c/arqueologia2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-7901826398173697058</id><published>2010-04-26T20:48:00.005-03:00</published><updated>2010-04-27T01:54:21.184-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Misteriosa tumba no cemitério de Christ Church [na ilha de Barbados]'/><title type='text'>Misteriosa tumba no cemitério de Christ Church [na ilha de Barbados]</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S9YnaxrcXoI/AAAAAAAAAbg/zumn2n1sglI/s1600/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 218px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464598538826309250" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S9YnaxrcXoI/AAAAAAAAAbg/zumn2n1sglI/s320/untitled.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vazia por quase 200 anos&lt;/em&gt;. Vista do jazigo da família Chase, construído no século XVIII, no Cemitério de Christ Church, na baía de Oistins, ilha de Barbados, nas Pequenas Antilhas, próxima a costa da Venezuela. Imagem disponível no blog: &lt;a href="http://secretarea.skyrock.com/6.html"&gt;http://secretarea.skyrock.com/6.html&lt;/a&gt; em 26/04/2010.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Artigo postado por &lt;strong&gt;Nathally Amisse&lt;/strong&gt; em 25/02/2009 no site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sobrenatural.org/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.sobrenatural.org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; a partir de uma tradução do original em francês denominado &lt;em&gt;Le cimetiere de Christ Church&lt;/em&gt; publicado em 18/07/2005 no blog: &lt;em&gt;Les Grands Mystéres&lt;/em&gt; &lt; &lt;a href="http://secretarea.skyrock.com/6.html"&gt;http://secretarea.skyrock.com/6.html&lt;/a&gt; &gt;.&lt;http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Num morro acima da baía de Oistins, no Ocidente &lt;/em&gt;[Pequenas Antilhas]&lt;em&gt;, você pode ver uma tumba vazia por quase 200 anos. Está sempre em perfeitas condições, mas continua vazia até a data de hoje, pela simples razão de que há caixões que são depositados nela e, imediatamente, &lt;/em&gt;&lt;em&gt;jogados para fora ou colocados em estranhas posições. Os fatos são relativamente simples, descritos por muitas testemunhas e os juízes já estão habituados aos relatórios minuciosos e precisos das pessoas. Tudo ainda está arquivado nos arquivos britânicos, como [os da] ilha de Barbados e de Londres, incluindo as medições, desenhos e declarações sob juramento. Muito menos simples são as explicações possíveis. Terremoto? Esta é a tumba que se encontra na parte mais baixa e que, em qualquer caso, não tem efeito sobre outros túmulos do cemitério. Inundações? O cemitério é sobre uma colina e há ainda todas as outras tumbas que estão intactas. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 266px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464659741112503874" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S9ZfFN9jjkI/AAAAAAAAAb4/HPEAhMl0MQ4/s320/barbados-map.gif" /&gt; &lt;p align="center"&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Mapa da Ilha de Barbados. Imagem disponível em: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.barbadosbanker.com/?p=3"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.barbadosbanker.com/?p=3&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ela ainda está esperando por uma explicação, uma vez que, no que diz respeito a fatos, que são considerados como certos e inquestionáveis. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 222px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464661779212618546" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S9Zg72efSzI/AAAAAAAAAcI/3oQ0sJy_fgU/s320/oldvault1.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto antiga do Jazigo dos Chase. Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.yourparanormal.co.uk/mysterious-moving-coffins-barbados/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.yourparanormal.co.uk/mysterious-moving-coffins-barbados/&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;A data desta tumba consta como construída na primeira metade do século XVIII. Tal como os outros túmulos da época, no mesmo cemitério, foi construída parcialmente no subsolo, em uma escavação de rocha, e por dois terços de paredes construídas em pedra, com uma pedra grande tipo laje utilizada como porta, formando uma pesada porta de cimento e selada após cada enterro. Esta tumba foi construída por uma família chamada Elliot, em 1724. A primeira pessoa que veio a falecer teve seu lugar com certeza...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464657994861444674" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S9Zdfkq2_kI/AAAAAAAAAbw/NljjQxZhUaE/s320/800px-Christchurchparishchurch.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Vista aerea da igreja parochial de Christ Church e do cemitério. Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chase_Vault"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Chase_Vault&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Alguns anos depois foi enterrada uma senhora chamada Thomasina Goddard, em 31 de Julho de 1807. Não está claro por que a Sra. Goddard foi sepultada na tumba da família Elliot, que era proprietária e que continuava em vida naquela época. Não se sabe também, nem como esta tumba, passou para a família Chase. Ainda assim, em 22 de Fevereiro de 1808, uma garota chamada Mary Ann Chase Maria, filha do Honorável Thomas Chase, foi morta e enterrada nesta tumba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O túmulo foi aberto novamente em 6 de Julho de 1812, para receber o corpo de Dorcas Chase, irmã mais velha de Mary Ann. Os outros dois caixões anteriores, estavam em seu lugar. Um mês depois, em 9 de Agosto de 1812, Thomas Chase, que também faleceu, foi levado para a tumba. Foi descoberto, então, que os caixões das duas irmãs não estavam apenas deslocados, mas aparentemente jogados e mesmo lançados dentro do Túmulo. O caixão de Mary Ann estava no canto oposto de onde foi deixado e em pé na parede da tumba. Movidos pelo espanto, a família de Mary Ann pediu uma explicação que não poderia ter sido dada naquele momento. Tudo foi colocado em ordem e, como sempre, a tumba foi fechada e novamente lacrada. Pouco a pouco, foram esquecendo o incidente que aconteceu naquela tarde, naquele cemitério. &lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 201px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464661105718568146" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S9ZgUpg_pNI/AAAAAAAAAcA/NPKI0tTsFlw/s320/thechasevault.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt; &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Outro aspecto do Jazigo da família Chase. Imagem disponível em:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.ghost-story.co.uk/stories/thechasevault.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.ghost-story.co.uk/stories/thechasevault.html&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quatro anos se passaram e um rapaz, Samuel Brewster Ames Chase (membro da mesma familia) morreu em seu turno, no dia 25 de Novembro de 1816, e devido ao último acontecimento o pessoal do cemitério decidiu abrir a tumba desta vez na presença dos membros da família. Todos os caixões, exceto o da primeira ocupante, Sra. Goddard, estavam soltos, em todos os sentidos, como se houvesse passado um furacão no local! Dois meses mais tarde a tumba foi aberta para abrigar outro falecido da família, Brewster, que foi morto durante uma rixa. Desta vez, todos os caixões estavam amontoados e com os pinos invertidos! Finalmente em 17 de Julho de 1819, a Sra. Thomasina Clarke foi levada para o cemitério. Novamente ao abrir a tumba, todos os caixões se encontravam chocados uns com os outros!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lord Combermere, governador da ilha, com ajuda de acampamentos, trouxe todos os representantes da justiça e uma grande multidão para assistirem o enterro e a abertura da tumba. Lord Combermere assumiu comando das operações. Ele foi o primeiro a considerar o Túmulo como que feito por arquitetos. Pois todo o acesso dentro dele era impossível, a menos que a porta, com o cimento e os selos, tivessem sido arrombadas por algum mal feitor (mas que estavam intactas). O governador mandou colocar todos o caixões em ordem e, então espalhar areia no piso da tumba e deu o caso como encerrado. Todos os caixões foram novamente lacrados e colocados pinos novos, assim como foram certificados de estarem em bom estado, com exceção do caixão da Sra. Goddard, que já estava bastante gasto pelo tempo, e foi colocado em um canto da tumba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram feitos planos e mapas de localização exata dos outros caixões, tudo foi verificado antes de lacrarem novamente a tumba.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt; &lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 220px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464666459018137154" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S9ZlMQHEjkI/AAAAAAAAAcY/xpQf4h9Cbeg/s320/lionel-fanthorpe-chase-vault-image-i_photo_medium.jpg" /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 220px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464666465021926962" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S9ZlMmefHjI/AAAAAAAAAcg/VfnxPnWmyo8/s320/lionel-fanthorpe-chase-vault-image-ii_photo_medium.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;O jazigo da família Chase aspecto externo e detalhe do interior. Imagens disponíveis em:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cogitz.com/2009/09/27/the-eerie-case-of-the-chase-vault/#more-445"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://cogitz.com/2009/09/27/the-eerie-case-of-the-chase-vault/#more-445&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oito meses mais tarde começaram os falatórios acerca do cemitério. Sem hesitação, Lord Combermere chama as autoridades religiosas e representantes do exército, arquitetos com os seus esboços e pedreiros, e em 18 de Abril de 1820, eles abriram a tumba na presença da família Chase. No interior da tumba não havia marcas na areia, os pinos em todos os caixões estavam intactos, não havia um traço sequer de arrastamento de objetos, nada... Mas todos os caixões estavam empilhados uns sobre os outros, alguns de cabeça para baixo, apoiados contra a parede!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 178px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464666456656413026" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S9ZlMHT_gWI/AAAAAAAAAcQ/2IAW9rEOEMA/s320/barbados.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Desenho demonstrando a movimentação dos caixões dentro do Jazigo da família Chase. Imagem disponível em:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://theshadowlands.net/famous/barbados.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://theshadowlands.net/famous/barbados.htm&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A família Chase, apavorada, abandonou o que ela considerou hoje como "uma luta desigual e absurda". Ela mandou tirar todos os caixões e colocar em outra tumba...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto a esta aí... Continua vazia, pois os fatos são inexplicáveis até a data de hoje!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464666471508587042" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S9ZlM-pBsiI/AAAAAAAAAco/thlVuTGdZB8/s320/movingcoffins-chasevault1.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Interior do Jazigo dos Chase. Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.slightlywarped.com/crapfactory/awesomemysteries/movingcoffins.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.slightlywarped.com/crapfactory/awesomemysteries/movingcoffins.htm&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://www.sobrenatural.org/foto/detalhar/6765/misteriosa_tumba_no_cemiterio_de_christ_church/"&gt;http://www.sobrenatural.org/foto/detalhar/6765/misteriosa_tumba_no_cemiterio_de_christ_church/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja o texto original em francês:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://secretarea.skyrock.com/6.html"&gt;http://secretarea.skyrock.com/6.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Veja também:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Texto "&lt;em&gt;a dança dos mortos&lt;/em&gt;" no livro digital: "&lt;em&gt;O livro dos fenômenos estranhos&lt;/em&gt;" de Charles Berlitz (páginas 102 a 103):&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.scribd.com/doc/7328782/Charles-Berlitz-O-LIVRO-DOS-FENOMENOS-ESTRANHOS"&gt;http://www.scribd.com/doc/7328782/Charles-Berlitz-O-LIVRO-DOS-FENOMENOS-ESTRANHOS&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conheça a explicação do Padre Quevedo sobre sobre esse fenômeno no texto: "&lt;em&gt;Hoje se desvenda o mistério de Barbados&lt;/em&gt;" disponível na seção "Assombrações durante a morte!" publicado no seu site oficial "Centro Latino-Americano de Parapiscologia":&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.clap.org.br/artigos/assombracao/a_horamorte.asp"&gt;http://www.clap.org.br/artigos/assombracao/a_horamorte.asp&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diversos sites em inglês que tratam do mistério:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chase_Vault"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Chase_Vault&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.absoluteastronomy.com/topics/Chase_Vault"&gt;http://www.absoluteastronomy.com/topics/Chase_Vault&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.ghost-story.co.uk/stories/thechasevault.html"&gt;http://www.ghost-story.co.uk/stories/thechasevault.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.unexplainable.net/artman/publish/article_8997.shtml"&gt;http://www.unexplainable.net/artman/publish/article_8997.shtml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://theshadowlands.net/famous/barbados.htm"&gt;http://theshadowlands.net/famous/barbados.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://cogitz.com/2009/09/27/the-eerie-case-of-the-chase-vault/"&gt;http://cogitz.com/2009/09/27/the-eerie-case-of-the-chase-vault/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos.bb/pics060704.htm"&gt;http://photos.bb/pics060704.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.yourparanormal.co.uk/mysterious-moving-coffins-barbados/"&gt;http://www.yourparanormal.co.uk/mysterious-moving-coffins-barbados/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.dexterdyne.org/402.HTM"&gt;http://www.dexterdyne.org/402.HTM&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.slightlywarped.com/crapfactory/awesomemysteries/movingcoffins.htm"&gt;http://www.slightlywarped.com/crapfactory/awesomemysteries/movingcoffins.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-7901826398173697058?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/7901826398173697058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/04/misteriosa-tumba-no-cemiterio-de-christ.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/7901826398173697058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/7901826398173697058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/04/misteriosa-tumba-no-cemiterio-de-christ.html' title='Misteriosa tumba no cemitério de Christ Church [na ilha de Barbados]'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S9YnaxrcXoI/AAAAAAAAAbg/zumn2n1sglI/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-4164243618289842751</id><published>2010-04-15T06:27:00.008-03:00</published><updated>2010-04-15T07:59:49.335-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='As marcas do esquecimento: Cemitérios Abandonados em Santa Catarina'/><title type='text'>As marcas do esquecimento: Cemitérios Abandonados em Santa Catarina</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S8bdtFIKzGI/AAAAAAAAAbY/iX6AwhLU4B4/s1600/7239873.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 184px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460295364773596258" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S8bdtFIKzGI/AAAAAAAAAbY/iX6AwhLU4B4/s320/7239873.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Cemitério Morro da Pedra, no bairro Vila Nova, é dividido em dois espaços. De um lado, túmulos mais preservados resistem ao abandono. Do outro lado, pouca coisa sobrou: apenas tijolos amontoados e lápides desfiguradas&lt;/em&gt;. Foto: A Notícia/Pena Filho [2009?].&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pelo menos 16 cemitérios antigos da área rural de Joinville estão abandonados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Artigo publicado no Jornal "&lt;strong&gt;A Notícia&lt;/strong&gt;" de Joinville (SC), na Seção Geral, edição nº 573 de 02/11/2009.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A falta de manutenção caracteriza pelo menos 16 cemitérios esquecidos na região de Joinville. Alguns têm mais de cem anos e abrigam túmulos dos primeiros colonizadores da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só no bairro Vila Nova, zona Oeste, há seis cemitérios em estado de abandono. Outros ficaram em ruínas e sumiram do mapa com o passar do tempo. O último levantamento da Prefeitura foi feito há dez anos e contou 37 cemitérios na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gerente de patrimônio da Fundação Cultural de Joinville, Elizabete Tamanini, diz que a revitalização dos cemitérios inativos teria um custo muito alto.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 184px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460295366372241362" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S8bdtLFUL9I/AAAAAAAAAbQ/s25jkrqJ_QE/s320/7239872.jpg" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Alguns cemitérios são conservados pela própria comunidade, que levanta fundos para bancar a preservação dos túmulos. No cemitério da Estrada Piraí, moradores colaboram com R$ 10 anualmente.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Foto: A Notícia/Pena Filho [2009?].&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“São espaços ricos esteticamente, com várias expressões artísticas. A preservação desse patrimônio exige muitos recursos”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação de Elizabete, a cidade precisaria de incentivo do Ministério da Cultura. A atualização do último inventário pode ajudar no tombamento de alguns deles. Segundo a gerente, um novo estudo está sendo feito e deve ficar pronto até fevereiro de 2010. “O estudo é parte de um programa de educação patrimonial. Ele será compartilhado com a secretaria de Educação, na sala de aula, pois os cemitérios também são espaços de memória da nossa cidade”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 272px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460295360614489170" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S8bds1oj3FI/AAAAAAAAAbI/ANrFPEJRrnc/s320/7239871.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Alguns túmulos do Cemitério dos Imigrantes da Estrada dos Morros, no bairro Vila Nova, ainda são visitados, mas há 33 sepulturas em ruínas.&lt;/em&gt; Foto: A Notícia/Pena Filho [2009?]. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;O Cemitério dos Imigrantes, na rua 15 de Novembro, no Centro, é o único tombado como patrimônio histórico. O lugar abriga também a Casa da Memória, com documentos e imagens sobre o passado da cidade. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;/p&gt;&lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&amp;amp;local=18&amp;amp;date=02/11/2009"&gt;http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&amp;amp;local=18&amp;amp;date=02/11/2009&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-4164243618289842751?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/4164243618289842751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/04/as-marcas-do-esquecimento-cemiterios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/4164243618289842751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/4164243618289842751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/04/as-marcas-do-esquecimento-cemiterios.html' title='As marcas do esquecimento: Cemitérios Abandonados em Santa Catarina'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S8bdtFIKzGI/AAAAAAAAAbY/iX6AwhLU4B4/s72-c/7239873.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-5314772826350505869</id><published>2010-03-31T03:27:00.005-03:00</published><updated>2010-03-31T03:59:50.796-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Vala Clandestina de Perus no Cemitério Dom Bosco (SP): memória dos anos de chumbo'/><title type='text'>A Vala Clandestina de Perus no Cemitério Dom Bosco (SP): memória dos anos de chumbo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S7Lr9aE2PYI/AAAAAAAAAZ4/H-4NfBjJJbI/s1600/Cemiterioperus.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454681538903293314" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S7Lr9aE2PYI/AAAAAAAAAZ4/H-4NfBjJJbI/s320/Cemiterioperus.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Muro erguido como Memorial aos desaparecidos políticos sepultados no Cemitério de Perus, no local da vala clandestina, criado pela Ex-Prefeita de São Paulo Luiza Erundina e pela Comissão de Familiares de Presos Políticos Desaparecidos. Foto: Bruno Pedrozo, 20/11/2007. Imagem disponível em &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cemit%C3%A9rio_de_Perus"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Cemit%C3%A9rio_de_Perus&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Artigo publicado com o título original “&lt;em&gt;Vala de Perus&lt;/em&gt;” no site do “&lt;strong&gt;Centro de Documentação Eremias Delizoicov&lt;/strong&gt;” no “&lt;em&gt;DOSSIÊ – Mortos e Desaparecidos Políticos no Brasil&lt;/em&gt;” [ &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.desaparecidospoliticos.org.br/pagina.php?id=39&amp;amp;m=8"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.desaparecidospoliticos.org.br/pagina.php?id=39&amp;amp;m=8&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; ]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Em 1990, no dia 4 de setembro, foi aberta a vala de Perus, localizada no cemitério Dom Bosco, na periferia da cidade de São Paulo. Lá foram encontradas 1.049 ossadas de indigentes, presos políticos e vítimas dos esquadrões da morte. Seis presos políticos deveriam estar enterrados nesta vala, de acordo com os registros do cemitério: Dênis Antônio Casemiro, Dimas Casemiro, Flávio Carvalho Molina, Francisco José de Oliveira, Frederico Eduardo Mayr e Grenaldo de Jesus da Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cemitério Dom Bosco foi construído pela prefeitura de São Paulo, em 1971, na gestão de Paulo Maluf e, no início, recebia cadáveres de pessoas não identificadas, indigentes e vítimas da repressão política. Fazia parte de seu projeto original a implantação de um crematório, o que causou estranheza e suspeitas até da empreiteira chamada a construí-lo. Este projeto de cremação dos cadáveres de indigentes, do qual só se tem notícia através da memória dos sepultadores, foi abandonado em 1976. As ossadas exumadas em 1975 foram amontoadas no velório do cemitério e, em 1976, enterradas numa vala clandestina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A família dos irmãos Iuri e Alex de Paula Xavier Pereira, após diversas tentativas para encontrar seus restos mortais em cemitérios da cidade de São Paulo, descobriu que Iuri estava enterrado no cemitério de Perus, quando do enterro de um tio seu neste mesmo cemitério em dezembro de 1973. Passado algum tempo, a família mostrou ao administrador do cemitério a notícia de jornal onde estava relatada a morte de Alex e indicava o nome falso utilizado por ele durante a clandestinidade, João Maria de Freitas. Assim, o administrador encontrou nos livros de registro do cemitério uma pessoa enterrada com aquele nome. Essa descoberta despertou os familiares para a utilização de identidade falsa para o sepultamento de militantes políticos assassinados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em junho de 1979, a irmã de Iuri e Alex, Iara Xavier Pereira, relatou essas informações aos familiares de mortos e desaparecidos políticos reunidos no III Encontro Nacional dos Movimentos de Anistia, no Rio de Janeiro. Ainda no mês de junho, alguns familiares foram ao cemitério de Perus e localizaram outros militantes mortos e enterrados sob identidade falsa como Gelson Reicher, enterrado com o nome de Emiliano Sessa, e Luís Eurico Tejera Lisbôa, enterrado como Nelson Bueno. Esses novos dados levaram outros familiares a iniciarem suas buscas em cemitérios a partir dos nomes falsos utilizados por seus parentes na clandestinidade.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 160px; DISPLAY: block; HEIGHT: 215px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454681534322451586" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S7Lr9JAsJII/AAAAAAAAAZw/PXWypxZKeMA/s320/culturaedu95a7.jpg" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;VALA de Perus no Cemitério Dom Bosco em São Paulo. No local, em 1979, foi encontrado o corpo de Luiz Eurico Tejera Lisboa – companheiro de Suzana Lisboa -, sepultado com nome falso. Somente em 1990 é que a vala foi aberta, sendo localizadas mais de mil ossadas. Além de presos políticos, indigentes e vítimas do esquadrão da morte.&lt;/em&gt; “Carlos Cogoy”. Imagem disponível em &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.3milenio.inf.br/95/_culturaedu95a.htm"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.3milenio.inf.br/95/_culturaedu95a.htm&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Em julho de 1979, a família de Flávio Carvalho Molina, assassinado em 7 de novembro de 1971, soube de sua morte através de documentos anexados a um processo na 2ª Auditoria da Marinha, sem no entanto, jamais ter recebido alguma comunicação, mesmo que informal. Na documentação, a Auditoria é informada da morte de Flávio, cujo corpo havia sido enterrado como indigente no cemitério Dom Bosco, em Perus, com o nome falso de Álvaro Lopes Peralta, na cova n. 14, rua 11, quadra 2, gleba 1 e registro n. 3.054. Seus familiares tentaram exumar seus restos mortais, quando descobriram que os mesmos já haviam sido exumados em 1975 e reinumados em uma vala comum. Naquela ocasião, nada pôde ser feito devido à repressão política vigente no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1990, o repórter Caco Barcellos, investigando a violência policial através de laudos necroscópicos do Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo, redescobre a vala clandestina e tal acontecimento alcança grande repercussão na imprensa. Em seguida, os familiares dos mortos e desaparecidos políticos obtêm o apoio da prefeita Luiza Erundina, que criou a Comissão Especial de Investigação das Ossadas de Perus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os familiares exigiram a transferência das ossadas para o Departamento de Medicina Legal da UNICAMP, pois no IML/SP ainda atuavam médicos legistas que assinaram laudos falsos de presos políticos mortos em tortura. O diretor do IML, nessa época, Dr. José Antônio de Melo, assinou o laudo necroscópico de Manoel Fiel Filho, assassinado sob tortura no dia 16 de janeiro de 1976, no DOI-CODI/II Exército. Os familiares, o Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV), a Anistia Internacional e a Americas Watch convidaram o Dr. Clyde Collins Snow e a Equipe Argentina de Antropologia Forense (EAAF) para colaborarem com o Departamento de Medicina Legal da UNICAMP na catalogação e identificação das ossadas encontradas na vala de Perus. No entanto, não puderam trabalhar nas pesquisas de identificação, pois a equipe de medicina legal da universidade não concordou com sua participação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 17 de setembro de 1990 e maio de 1991 instalou-se na Câmara Municipal de São Paulo uma CPI para investigar as irregularidades da vala de Perus. Em novembro de 1990 foi assinado o Convênio entre o Estado, a Prefeitura de São Paulo e a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), por um período de 1 ano, com o objetivo de identificar as ossadas. Neste período iniciou-se, também, o Inquérito Policial n. 10/90, na Seccional Oeste, presidido pelo Dr. Jair Cesário da Silva para apurar as responsabilidades pelo uso da vala clandestina. Em dezembro de 1990, as ossadas devidamente catalogadas e embaladas foram transferidas para o DML/UNICAMP. Até o final de 1992 obteve-se duas identificações de presos políticos cujos restos mortais estavam na vala clandestina: Dênis Antônio Casemiro, considerado desaparecido, e Frederico Eduardo Mayr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho da Comissão Especial de Investigação das Ossadas de Perus e da CPI estenderam seus trabalhos a todos os cemitérios da capital ou cidades vizinhas. Assim, outras ossadas foram encaminhadas ao DML/UNICAMP para investigação com fins de identificação. Do cemitério de Perus três esqueletos de covas individuais foram identificados como sendo os de Hélber José Gomes Goulart, Antônio Carlos Bicalho Lana e Sônia Maria de Moraes Angel Jones. No mesmo cemitério, os esqueletos da cova onde estaria enterrado Hiroaki Torigoe e os de outra cova onde estaria Luís José da Cunha foram retirados e enviados para o DML/UNICAMP. Até hoje, nenhum resultado sobre a investigação foi divulgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Cemitério de Campo Grande, em São Paulo, identificou-se a ossada de Emanuel Bezerra dos Santos. Comprovou-se que José Maria Ferreira Araújo, morto em São Paulo, em 23 de setembro de 1970, foi sepultado no cemitério de Vila Formosa. Porém, mudanças na disposição de algumas quadras do mesmo impossibilitaram a localização dos restos mortais de José Maria. Algumas ossadas desse cemitério foram transferidas para a UNICAMP e, segundo seu Departamento de Medicina Legal, já teriam sido devolvidas ao cemitério, sem contudo, divulgar qualquer relatório a respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 29 de abril de 1991 foram trazidos do cemitério de Xambioá, sul do Pará, dois esqueletos de supostos guerrilheiros do Araguaia. Um pertenceria a Francisco Manoel Chaves e o outro a Maria Lúcia Petit da Silva. Apenas o laudo de identificação de Maria Lúcia Petit da Silva foi entregue à família em 15 de maio de 1996. Às demais famílias foram entregues cópias de laudos de identificação em papel sem timbre da universidade e sem assinatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 1993, com o término do mandato da prefeita Luiza Erundina, nenhum informe oficial sobre as investigações das ossadas foi transmitido. Apesar das dificuldades para se chegar ao término das identificações, no local onde encontrava-se a vala foi erguido um memorial de autoria do arquiteto Ricardo Ohtake, inaugurado em 26 de agosto de 1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 17 de maio de 1995 realizou-se reunião para se exigir a prestação de contas a respeito da pesquisa com finalidade de identificar as ossadas de Perus e demais cemitérios. Soube-se, então, que fragmentos ósseos dos seis militantes mortos, já identificados pelo DML, haviam sido encaminhados para a Alemanha. Enviaram também fragmentos ósseos de esqueletos não identificados à Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte, para a extração de DNA. Estabeleceu-se a criação de uma Comissão para garantir a transparência dos trabalhos de investigação do DML. Afiançou-se que as ossadas seriam devolvidas ao cemitério de Perus somente após o término das pesquisas e em condições previamente acertadas com os familiares e, mais uma vez, o DML comprometeu-se a enviar relatório detalhado a respeito da investigação realizada. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 215px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454681522376439890" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S7Lr8cgieFI/AAAAAAAAAZg/RL3-2FYVkik/s320/perus_nov2001_2.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Manifestação em frente ao Memorial da Vala de Perus, Cemitério Dom Bosco, em São Paulo. Imagem disponível em: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.desaparecidospoliticos.org.br/pagina.php?id=97&amp;amp;m=8"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.desaparecidospoliticos.org.br/pagina.php?id=97&amp;amp;m=8&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Após um ano sem resposta da UNICAMP, os familiares, através da interferência do Secretário da Justiça do Estado de São Paulo Belisário dos Santos Jr., reuniram-se com o reitor daquela universidade José Martins Filho, o Secretário Adjunto da Secretaria da Segurança Pública, Luiz Antônio Alves de Souza, os deputados estaduais Renato Simões e Wagner Lino e Suzana Lisbôa, representante da Comissão Especial de Reconhecimento dos Mortos e Desaparecidos. Decidiu-se pelo afastamento do Dr. Badan Palhares do processo de investigação das ossadas de Perus; o envio de médicos legistas da Secretaria de Segurança para acompanharem a investigação; a participação de perito internacional como observador; o envio de questionário elaborado pelos familiares com todas as dúvidas a serem explicadas pela reitoria. Badan Palhares foi substituído por José Eduardo Bueno Zappa, e o médico legista Carlos Delmonte foi encaminhado pela Secretaria da Segurança Pública para o DML/UNICAMP. As respostas fornecidas através da Procuradoria Geral da UNICAMP foram evasivas e contraditórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em abril de 1997 os familiares receberam cópias do relatório "Projeto Perus" assinado pelo Dr. Zappa e do ofício do Dr. Carlos Belmonte. Tanto o relatório (primeiro documento oficial do DML/UNICAMP a respeito das ossadas) quanto o ofício do médico legista da Secretaria de Segurança foram evasivos e dedicados a elogiar o Departamento de Medicina Legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fevereiro de 1998 foi criada uma Comissão Especial para sugerir as providências necessárias à conclusão dos trabalhos de identificação dos mortos e desaparecidos políticos, presidida pelo médico legista Dr. Antenor Chicarino e composta por familiares e representantes das Secretarias da Cultura e da Justiça do Estado de São Paulo. A Comissão, após realizar vistoria nas dependências do DML/UNICAMP, constatou a precariedade do acondicionamento das ossadas e o comprometimento das investigações, pois estas estavam em sacos abertos e sem identificação jogados ao chão sujo de lama, devido à inundação que atingiu o prédio, e com pesados móveis sobre os mesmos. Diante dessa situação, a Comissão indicou a transferência das ossadas para o Instituto Oscar Freire do Departamento de Medicina Legal da USP e a participação de perito internacional como observador, e que tal transferência somente fosse realizada após minuciosa averiguação da real situação das ossadas, quando se estabeleceria um prazo para o término das investigações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório da Comissão Especial contendo as propostas acima mencionadas foram entregues aos Secretários da Justiça e da Segurança Pública em abril de 1998, sem contudo, receber qualquer resposta das autoridades. Em março de 1999, membros da Comissão Especial extinta realizaram reunião com o atual Secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo, Marco Vinícius Petroluzzi, o qual comprometeu-se a responder às soluções propostas em abril de 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 31 de março de 1999, a família de Flávio Carvalho Molina propôs Medida Cautelar Incidental com pedido de concessão de liminar para produção de prova, afim de instruir a Ação de Ressarcimento de Danos proposta em 1992 "(...) no sentido de determinar a imediata perícia - exame de DNA nas ossadas que restam na UNICAMP, possivelmente, nos grupos I ou II (inicialmente chamados amostra Camp - 1), conforme relatório "Projeto Perus", fls. 21, mais precisamente as que receberam os números 240 e 57 (fls. 25) (...)" para identificação de seus restos mortais. A ação solicita que caso a UNICAMP não possa realizar tal prova pericial, que as ossadas sejam transferidas para local seguro onde se realize o exame necessário. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 220px; DISPLAY: block; HEIGHT: 149px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454681524804172018" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S7Lr8ljWuPI/AAAAAAAAAZo/CN7eIlZq09Y/s320/perus_out2001_8.jpg" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Evento marcou os 10 anos da abertura da vala clandestina de Perus. Imagem disponível em: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.desaparecidospoliticos.org.br/pagina.php?id=95&amp;amp;m=8"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.desaparecidospoliticos.org.br/pagina.php?id=95&amp;amp;m=8&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Outras valas clandestinas foram abertas. No Rio de Janeiro, em 16 de setembro de 1991, o Grupo Tortura Nunca Mais obteve apoio para exumar 2.100 ossadas de uma vala no cemitério de Ricardo de Albuquerque. Os corpos de mortos e desaparecidos foram enterrados em uma cova rasa e cinco anos depois transferidas para o ossário geral. No início da década de 80 enterraram em uma vala clandestina todos os ossos de pessoas sepultadas como indigentes desde 1971 até 16 de janeiro de 1974.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reuniu-se, então, uma equipe formada por dois médicos legistas indicados pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), Gilson Souza Lima e Maria Cristina Menezes, a arqueóloga e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Nancy Vieira, e a antropóloga e professora da Universidade Federal Fluminense (UFF), Eliane Catarino. Em outubro de 1991, a Equipe Argentina de Antropologia Forense representada por Luis Fondebrider, Mercedes Doretti e Silvana Turner realizou um treinamento técnico com a equipe e orientou os trabalhos de catalogação dos ossos. Infelizmente, as ossadas quando transferidas do ossário geral para a vala foram misturadas, formando um conjunto de cerca de 430 mil ossos, entre os quais não se distingue um esqueleto completo. Mesmo assim, vários crânios e outros ossos foram retirados e acondicionados em 17 sacos plásticos para serem examinados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em março de 1993, a equipe encerrou o trabalho devido à falta de financiamento e à impossibilidade de sustentá-lo com apenas três pessoas. As ossadas catalogadas foram guardadas no Hospital Geral de Bonsucesso. O local da vala continua sendo resguardado, onde no futuro pretende-se construir um Memorial. Os nomes dos 14 presos políticos enterrados nesta vala são: Ramires Maranhão do Vale e Vitorino Alves Moitinho, ambos desaparecidos; José Bartolomeu Rodrigues da Costa, José Silton Pinheiro, Ranúsia Alves Rodrigues, Almir Custódio de Lima, Getúlio de Oliveira Cabral, José Gomes Teixeira, José Raimundo da Costa, Lourdes Maria Wanderley Pontes, Wilton Ferreira, Mário de Souza Prata e Luís Guilhardini. Outros dois militantes foram sepultados em valas comuns no Rio de Janeiro: no cemitério de Cacuia está Severino Viana Colon e no de Santa Cruz, Roberto Cieto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No cemitério de Santo Amaro, em Recife (PE), os despojos dos mortos da "Chacina da Chácara São Bento" foram enterrados em uma vala clandestina. Em 1973, o delegado da polícia paulista Sérgio Paranhos Fleury, orientado pelo cabo Anselmo, organizou a ação policial que matou militantes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) em suposto tiroteio naquela chácara. As pesquisas realizadas na Comissão Especial de Reconhecimento dos Mortos e Desaparecidos Políticos instituída pela Lei 9.140/95, comprovam que todos foram presos e torturados antes de serem levados para a chácara São Bento. Não foi possível realizar as investigações nessa vala, pois as ossadas não foram separadas em sacos plásticos, o que torna inviável os trabalhos de identificação. Estão enterrados na vala do cemitério de Santo Amaro: Eudaldo Gomes da Silva, Evaldo Luís Ferreira de Souza, Jarbas Pereira Marques, Pauline Reichtul e Soledad Barret Viedma. A esposa de José Manoel da Silva conseguiu resgatar seu corpo antes que fosse trasnferido para a vala clandestina, mas somente em março de 1995 pode enterrá-lo em sua cidade natal.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://www.desaparecidospoliticos.org.br/pagina.php?id=39&amp;amp;m=8"&gt;http://www.desaparecidospoliticos.org.br/pagina.php?id=39&amp;amp;m=8&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre o Cemitério Municipal Dom Bosco&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;O cemitério de Perus (oficialmente Cemitério Dom Bosco) é uma necrópole localizada na zona norte da cidade de São Paulo, no extremo limite da subprefeitura homônima, próximo à divisa com a cidade de Caieiras. Criado em 1971, tem cerca de 254 mil metros quadrados de extensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o período da ditadura militar (1964-1985), o cemitério foi utilizado para o sepultamento clandestino de pessoas mortas pelo aparato repressivo do regime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cemitério Municipal do Dom Bosco&lt;br /&gt;Endereço: Estr. do Pinheirinho,860&lt;br /&gt;São Paulo - SP&lt;br /&gt;CEP: 05.215-000&lt;br /&gt;Telefone: 11 3917-0893&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.perus.com/index.php?pagina=50"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.perus.com/index.php?pagina=50&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;http://www.desaparecidospoliticos.org.br/paginas.php?m=8&amp;amp;te=Vala de Perus&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&amp;amp;local=18&amp;amp;source=a2815641.xml&amp;amp;template=3898.dwt&amp;amp;edition=14147§ion=134"&gt;http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&amp;amp;local=18&amp;amp;source=a2815641.xml&amp;amp;template=3898.dwt&amp;amp;edition=14147§ion=134&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-5314772826350505869?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/5314772826350505869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/03/vala-clandestina-de-perus-no-cemiterio.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/5314772826350505869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/5314772826350505869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/03/vala-clandestina-de-perus-no-cemiterio.html' title='A Vala Clandestina de Perus no Cemitério Dom Bosco (SP): memória dos anos de chumbo'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S7Lr9aE2PYI/AAAAAAAAAZ4/H-4NfBjJJbI/s72-c/Cemiterioperus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-6912998534435031064</id><published>2010-03-18T07:46:00.007-03:00</published><updated>2010-05-09T16:55:11.357-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arqueólogos descobrem cemitério de povo misterioso com quase 4 mil anos no norte do Tibete'/><title type='text'>Arqueólogos descobrem cemitério de povo misterioso com quase 4 mil anos no norte do Tibete</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S6IOaU1N7LI/AAAAAAAAAYA/eAEPpr7vBzg/s1600-h/16archeo-span-articleLarge.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449934344503028914" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S6IOaU1N7LI/AAAAAAAAAYA/eAEPpr7vBzg/s320/16archeo-span-articleLarge.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Simbolismo&lt;/strong&gt;. Cemitério "Pequeno Rio" encontrado na província de Xinjiang - China. Acredita-se que os mastros sejam símbolos fálicos. Foto: Liu Yu Sheng. Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.nytimes.com/2010/03/16/science/16archeo.html?pagewanted=1"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.nytimes.com/2010/03/16/science/16archeo.html?pagewanted=1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Nicholas Wade&lt;/strong&gt;. Do &lt;em&gt;'The New York Times&lt;/em&gt;' publicado em 15/03/2010 com o título: “&lt;em&gt;A Host of Mummies, a Forest of Secrets&lt;/em&gt;”. Tradução para português: &lt;em&gt;Amy Traduções&lt;/em&gt; para o &lt;strong&gt;Terra Notícias&lt;/strong&gt; - Ciência/Pesquisa em 17/03/2010 - 08h46&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No meio de um deserto aterrorizante no norte do Tibete, arqueólogos chineses escavaram um extraordinário cemitério. Os ocupantes morreram quase quatro mil anos atrás, mas seus corpos foram bem preservados pelo ar seco. O cemitério fica em território hoje pertencente à província de Xinjiang, noroeste da China, mas os restos encontrados são de pessoas com traços europeus, cabelos castanhos e narizes longos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 178px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449934335784179650" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S6IOZ0We18I/AAAAAAAAAX4/WIRnrHNFdHs/s320/16archaeo_graphic-popup.jpg" /&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Mapa&lt;/strong&gt; com a localização do "Cemitério Pequeno Rio" no deserto de Taklimakan, China. Imagem disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.nytimes.com/2010/03/16/science/16archeo.html?pagewanted=1"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.nytimes.com/2010/03/16/science/16archeo.html?pagewanted=1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Embora sepultados em um dos maiores desertos do mundo, os corpos foram enterrados em barcos posicionados de cabeça para baixo. E em lugar de lápides que declarem esperanças pias na mercê de um deus quanto a eles, o cemitério exibe uma vigorosa floresta de símbolos fálicos, sinalizando intenso interesse dos moradores locais quanto aos prazeres ou utilidade da procriação. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O povo há muito desaparecido não tem nome, porque sua origem e identidade ainda não desconhecidas. Mas estão surgindo muitas pistas sobre sua proveniência, modo de vida e até mesmo sobre o idioma que falava. Os sepulcros, conhecidos como Pequeno Cemitério Fluvial Número 5, ficam perto do leito seco de um rio na bacia de Tarim, região cercada por inóspitas cadeias de montanhas. A maior parte da bacia é ocupada pelo deserto de Taklimakan, uma terra tão árida que os viajantes posteriores da Estrada da Seda sempre optavam por contorná-lo ao norte ou ao sul. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nos tempos modernos, a região foi ocupada pelos uigures, uma etnia de fala turca, e nos últimos 50 anos também recebeu migrantes da etnia chinesa dominante, os han. Recentemente surgiram tensões étnicas entre os dois grupos, com conflitos em Urumqi, a capital de Xinjiang. Grande número de antigas múmias - na verdade cadáveres ressecados- foram localizadas nas areias, e se tornaram mais um objeto de disputa entre os uigures e os han. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;As cerca de 200 múmias encontradas têm aparência distintamente ocidental, e os uigures, mesmo que só tenham chegado à região no século 10, as alegam como prova de que a província sempre pertenceu a eles. Algumas das múmias, entre as quais uma mulher bem preservada conhecida como "a beldade de Loulan", foram analistas por Li Jin, conhecido geneticista da Universidade Fudan que afirmou em 2008 que o ADN continha marcadores que apontavam para origens no leste ou até mesmo no sul da Ásia. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 246px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449934333083373810" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S6IOZqSj0PI/AAAAAAAAAXw/IFdycRc1j9Q/s320/16archeo-2-popup.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Múmia&lt;/strong&gt; com cerca de 3.800 anos encontrada no "Cemitério Rio Pequeno" no deserto de Taklimakan, China. Foto: Wang Da-Gang. Imagem disponível em: &lt;a href="http://www.nytimes.com/2010/03/16/science/16archeo.html?pagewanted=1"&gt;http://www.nytimes.com/2010/03/16/science/16archeo.html?pagewanted=1&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;As múmias do cemitério são as mais antigas já encontradas na bacia de Tarim. Testes de carbono conduzidos pela Universidade de Pequim dataram as mais antigas delas de 3.980 anos atrás. Uma equipe de geneticistas chineses analisou o DNA das múmias. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A despeito das tensões políticas quanto à origem das múmias, os pesquisadores chineses afirmaram em relatório publicado no mês passado pela revista científica BMC Biology que o povo tinha origens mistas, com marcadores genéticos europeus e siberianos, e que provavelmente tinha vindo de fora da China. A equipe trabalhou sob o comando de Hui Zhou, da Universidade Jilin, em Changchou, e o relatório tinha Jin como co-autor. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Todos os homens que foram analisados portavam um cromossomo Y hoje mais comumente encontrado no leste da Europa, centro da Ásia e Sibéria, mas raramente na China. O DNA mitocôndrico, que é transmitido pela linhagem feminina, consistia de uma linhagem da Sibéria e duas comuns na Europa. Já que tanto o cromossomo Y quanto as linhagens de DNA mitocôndrico são antigas, o Dr. Zhu e sua equipe concluíram que as populações europeia e siberiana provavelmente já haviam começado a se combinar antes de chegar à bacia de Tarim, por volta de quatro mil anos atrás. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O cemitério foi redescoberto em 1934 pelo arqueólogo sueco Folke Bergman, mas passou 66 anos ignorado até que uma expedição chinesa voltou a localizá-lo, usando o GPS. Os arqueólogos começaram a escavar o sítio entre 2003 e 2005. Os relatórios dos pesquisadores foram traduzidos e resumidos por Victor Mair, professor de chinês na Universidade da Pensilvânia e especialista na pré-história da bacia de Tarim. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Enquanto os arqueólogos chineses escavavam as cinco camadas de túmulos, conta Mair, encontraram cerca de 200 estacas, cada qual com quatro metros de altura. Muitas tinham lâminas lisas, pintadas de vermelho e negro, como os remos de alguma grande galera que tivesse naufragado por sob as ondas de areia.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449936478899453458" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S6IQWkE-vhI/AAAAAAAAAYQ/JSxrK2w2jCM/s320/16_MVG_ciencia_cemiterio2.jpg" /&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Detalhe&lt;/strong&gt; do "Cemitério Pequeno Rio" no noroeste da China. Foto: Liu Yu Sheng/The New York Times. Imagem disponível em: &lt;a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2010/03/16/arqueologos-encontram-cemiterio-de-4-mil-anos-no-norte-do-tibete-916082816.asp"&gt;http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2010/03/16/arqueologos-encontram-cemiterio-de-4-mil-anos-no-norte-do-tibete-916082816.asp&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1544521-5603,00.html"&gt;http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1544521-5603,00.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;E por sob as estacas existiam de fato barcos, de cascos revestidos de couro animal e posicionados de cabeça para baixo. Os corpos que os barcos abrigavam ainda vestiam as roupas com que foram sepultados - toucas de feltro com penas enfeitando as abas, muito parecidas com chapéus montanheses do Tirol. As múmias portavam grandes mantos de lã com borlas, e botas de couro. Uma espécie de Victoria¿s Secret da Idade do Bronze parece ter fornecido as roupas de baixo - tangas sumárias para os homens e saias feitas de fios soltos para as mulheres. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Dentro de cada barco usado como caixão haviam oferendas de sepultamento, entre as quais cestos de palha muito bem trançados, máscaras rituais entalhadas e ramos de efedra, uma erva que pode ter sido usada em rituais ou como medicamento. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nos caixões femininos, os chineses arqueólogos encontraram um ou mais falos de madeira em tamanho natural, postados sobre ou ao lado dos corpos. Ao observar de novo o formato das estacas de quatro metros que se estendiam da proa dos barcos femininos, os arqueólogos chegaram à conclusão de que se tratava de gigantescos símbolos fálicos. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os barcos dos homens todos estavam sob estacas em estilo remo. Mas na verdade não era essa sua função, concluíram os arqueólogos chineses: as peças no topo das estacas eram uma representação simbólica de vulvas femininas, o complemento dos símbolos encontrados nos barcos das mulheres. "O cemitério todo estava decorado com símbolos sexuais explícitos", escreveu Mair. Em sua interpretação, a "obsessão com a procriação" refletia a importância que a comunidade atribuía à fertilidade. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Arthur Wolf, antropólogo da Universidade Stanford e especialista em fertilidade em culturas leste asiáticas, disse que as estacas talvez sirvam como marcos de status social, um tema comum nas tumbas e nas estátuas encontradas em cemitérios. ¿Ao que parece o que a maioria das pessoas deseja levar é o seu status, se esse status é motivo de orgulho¿, disse. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mair disse que a interpretação dos arqueólogos chineses que definiram as estacas como símbolos fálicos é "uma análise crível". A evidente veneração das pessoas sepultadas no local pela procriação pode indicar que estavam interessadas tanto nos prazeres quanto na utilidade do sexo, se levarmos em conta que os dois são difíceis de separar. Mas parecia haver respeito especial pela fertilidade, disse Mair, porque muitas mulheres estavam enterradas em caixões duplos, com oferendas especiais de sepultamento. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Dada a vida em um ambiente hostil, "a mortalidade infantil deve ter sido muito grande, e a necessidade de procriar, especialmente devido à situação isolada em que viviam, muito intensa", disse Mair. Outro possível risco para a fertilidade poderia ter surgido caso a população praticasse procriação consanguínea. "As mulheres capazes de gerar crianças e garantir sua sobrevivência até a idade adulta devem ter sido especialmente reverenciadas", disse Mair. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 194px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449934325621243378" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S6IOZOfcvfI/AAAAAAAAAXo/iZuKXIY01bI/s320/16archeo-1-popup.jpg" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Corpo de criança mumificado&lt;/strong&gt;. Um dos 200 escavados no "Cemitério Pequeno Rio" no deserto de Taklimakan, China. Foto: Wang Da-Gang. Imagem disponível em: &lt;a href="http://www.nytimes.com/2010/03/16/science/16archeo.html?pagewanted=1"&gt;http://www.nytimes.com/2010/03/16/science/16archeo.html?pagewanted=1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Diversos dos itens identificados no cemitério se assemelham a artefatos ou costumes familiares na Europa, ele apontou. Barcos para sepultamento eram comuns entre os vikings. Saias de fios e símbolos fálicos também foram localizados em locais de sepultamento da era do bronze no norte da Europa. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não há assentamentos populacionais conhecidos perto do cemitério, e portanto é provável que as pessoas vivessem a alguma distância e chegassem ao cemitério de barco. Não foram encontradas ferramentas para trabalho em madeira no local, o que sustenta a ideia de que as estacas tenham sido entalhadas em outro lugar. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A Bacia de Tarim já era bastante árida quanto os moradores responsáveis pelo cemitério chegaram, quatro mil anos atrás. Eles provavelmente viveram lutando arduamente para sobreviver até que os lagos e rios dos quais dependiam por fim secaram, por volta do ano 400. Sepultamentos acompanhados por objetos como chapéus de feltro e cestos de palha eram comuns na região até dois mil anos atrás. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Não se sabe que idioma os moradores da região falavam, mas Mair acredita que possa ter sido tocariano, uma antiga intrigante na família dos idiomas indoeuropeus. Manuscritos em tocariano foram localizados na bacia de Tarim, onde o idioma era falado entre os anos 500 e 900. A despeito de sua presença no leste, o tocariano parece mais aparentado aos idiomas "centum" da Europa que aos idiomas "satem" da Índia e Irã. A divisão se baseia nas palavra usadas para centena em latim (centum) e sânscrito (satam). &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Os moradores da região já estavam presentes dois mil anos antes das primeiras provas quanto ao uso do tocariano, mas "existe uma clara continuidade de cultura", disse Mair, comprovada pelo uso dos chapéus de feltro em sepultamentos, uma tradição preservada até os primeiros séculos depois de Cristo. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Uma exposição sobre as múmias da bacia de Tarim será aberta em 27 de março no Bowers Museum, em Santa Ana, Califórnia - a primeira ocasião em que elas são vistas fora da Ásia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;:&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4323110-EI8147,00-Arqueologos+descobrem+cemiterio+de+povo+misterioso+no+Tibete.html"&gt;http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4323110-EI8147,00-Arqueologos+descobrem+cemiterio+de+povo+misterioso+no+Tibete.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia a notícia original, em inglês, no site do "&lt;em&gt;The New York Times&lt;/em&gt;":&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.nytimes.com/2010/03/16/science/16archeo.html"&gt;http://www.nytimes.com/2010/03/16/science/16archeo.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2010/03/16/arqueologos-encontram-cemiterio-de-4-mil-anos-no-norte-do-tibete-916082816.asp"&gt;http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2010/03/16/arqueologos-encontram-cemiterio-de-4-mil-anos-no-norte-do-tibete-916082816.asp&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6652872896820980043-6912998534435031064?l=kimitirion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kimitirion.blogspot.com/feeds/6912998534435031064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/03/arqueologos-descobrem-cemiterio-de-povo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6912998534435031064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6652872896820980043/posts/default/6912998534435031064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kimitirion.blogspot.com/2010/03/arqueologos-descobrem-cemiterio-de-povo.html' title='Arqueólogos descobrem cemitério de povo misterioso com quase 4 mil anos no norte do Tibete'/><author><name>Rogério Frigerio D. Piva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844958764683798048</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/SS1CGSeD_OI/AAAAAAAAAEk/q7A3oiFYEHA/S220/HPIM0550.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S6IOaU1N7LI/AAAAAAAAAYA/eAEPpr7vBzg/s72-c/16archeo-span-articleLarge.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6652872896820980043.post-4697226138586935573</id><published>2010-03-11T22:16:00.007-03:00</published><updated>2010-03-11T22:58:37.958-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Novos baianos: Histórias do Cemitério dos Ingleses'/><title type='text'>Novos baianos: Histórias do Cemitério dos Ingleses</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S5mYbMHw2OI/AAAAAAAAAXY/bWgYQi1IRYU/s1600-h/tumulo%2520de%2520edward%2520wilson(1).jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 313px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447552817159002338" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q5MXructzKk/S5mYbMHw2OI/AAAAAAAAAXY/bWgYQi1IRYU/s320/tumulo%2520de%2520edward%2520wilson(1).jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt; Imagem disponível em: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=2469"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;http://revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;amp;id=2469&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;strong&gt;Bernardo Camara&lt;/strong&gt;. Artigo publicado no portal da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Revista de História da Biblioteca Nacional &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;[ &lt;a href="http://revistadehistoria.com.br/"&gt;http://revistadehistoria.com.br/&lt;/a&gt; ], Seção "Observatório", em 25/06/2009.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;À bordo da nau que margeava o litoral brasileiro, o comerciante Edward Pellew Wilson deslumbrou-se com o que viu. Não pensou duas vezes: decidiu tentar a vida aqui, onde fundou a empresa de navegação Wilson Sons. Médico, John Ligertwood Paterson também se deixou levar pelos ventos tropicais. Inaugurou uma clínica em solo tupiniquim e, entre um paciente e outro da elite, abria as portas para o povo. Carregando no bolso teorias modernas contra epidemias como a febre amarela e a cólera, foi um dos fundadores da Escola Baiana Tropical de Medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos eram ingleses. Aportaram na Bahia ao longo do
